Há três meses atrás,meu companheiro teve um surto de esquizofrenia,sendo que essa foi a segunda cris

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Há três meses atrás,meu companheiro teve um surto de esquizofrenia,sendo que essa foi a segunda crise,a primeira eu não o conhecia,então ele ficou por dias com os sintomas conhecidos da esquizofrenia e a família só conseguiu interna lo depois de dez dias.Ficou na clínica por 28 dias,quando teve alta,não quis tomar medicação e nem fazer tratamento.A minha falta de conhecimento da doença,está me deixando sem ação,pois ele não me trata como antes,diz que tudo que vivemos juntos,foi preciso!Antes do surto me amava e no momento me diz que sou sua amiga!Ele não quis voltar pra nossa casa.Estou com muitas dúvidas,penso,será que ele vai voltar a ser a pessoa que conheci e convivi???
Nao há como saber, sem conhecer pessoalmente o caso dele. Converse com o psiquiatra de seu companheiro e peça orientação.

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É importante, antes de tudo, questionar o próprio diagnóstico, porque surtos psicóticos podem acontecer em diferentes condições além da esquizofrenia, como episódios depressivos ou maníacos com sintomas psicóticos, uso de substâncias, quadros reativos ao estresse ou mesmo transtornos psicóticos breves. A evolução, o tratamento e o prognóstico mudam bastante dependendo da causa real.

Se, de fato, o quadro for esquizofrenia, o ponto central para qualquer melhora duradoura é tratamento contínuo e boa adesão, porque a recaída sem medicação aumenta o risco de novos surtos e piora funcional. Em alguns casos, especialmente quando há múltiplos episódios sem tratamento adequado, pode haver impacto cognitivo e comportamental ao longo do tempo, o que explica mudanças afetivas, distanciamento emocional e dificuldade em retomar vínculos como antes.

Isso não significa que ele nunca vá melhorar; muitos pacientes recuperam vínculo, afeto e autonomia quando o tratamento é retomado. Mas, sem acompanhamento psiquiátrico e uso regular de antipsicótico, é comum que a pessoa permaneça mais fria, desconectada, com juízo de realidade oscilante e dificuldade de reconhecer a importância das relações.

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