Já sou adulta e tenho uma mania desde de criança de sucção da língua e alisar panos específicos (inc

16 respostas
Já sou adulta e tenho uma mania desde de criança de sucção da língua e alisar panos específicos (inclusive já separei até uma blusa da minha filha pra isso) me acalma, me dá sono. O ruim é que eu paro no tempo, se eu puder passo o dia todos assim. Já tentei parar mas é difícil, quando não tô com o pano eu faço a sucção e me imagino alisando o pano. Isso me incomoda, parece que sou refém porque por um momento eu paraliso e me sinto desconfortável quando as pessoas percebem... Lembro que minha mãe brigava comigo e falava: - tu vai casar e continuar fazendo isso? Muitas vezes fazia escondido. Essa mania me dá uma sensação tão boa, mas não tenho controle sobre ela. O que faço para parar?
 Paola Rosa
Psicólogo
Porto Alegre
O que você descreve faz bastante sentido do ponto de vista psicológico — e não é “estranho” ou incomum como pode parecer. Esse tipo de comportamento costuma funcionar como uma forma de autorregulação emocional, algo que começou lá na infância (provavelmente como conforto/segurança) e foi se mantendo ao longo do tempo porque realmente traz alívio, calma e até sono.

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Parece que você está lidando com algo que te acompanha há muitos anos, que te acalma, mas ao mesmo tempo te deixa desconfortável e com a sensação de perder o controle. Isso não é “infantilidade” nem “falta de força de vontade”. O que você descreve se parece muito com um comportamento autorregulatório, uma forma que seu corpo encontrou, ainda na infância, para lidar com tensão, ansiedade, sono ou busca de conforto sensorial.
O que pode estar acontecendo
Muitas pessoas desenvolvem, na infância, comportamentos repetitivos que trazem sensação de alívio, como:
• sucção da língua
• alisar tecidos específicos
• enrolar fios de cabelo
• balançar o corpo
• roer unhas
• morder objetos
Esses comportamentos podem persistir na vida adulta quando:
• se tornam uma forma automática de reduzir ansiedade
• funcionam como um estímulo sensorial agradável
• ajudam a regular emoções ou induzir sono
• foram aprendidos muito cedo e se tornaram um hábito profundo
Nada disso significa que há “algo errado” com você. Mas o incômodo que você sente, a sensação de perder tempo, de não conseguir parar, de precisar esconder, merece atenção.
Por que é tão difícil parar
Você descreve algo importante:
“Me dá uma sensação tão boa, mas não tenho controle sobre ela.”
Isso indica que o comportamento funciona como um mecanismo de autorregulação, quase automático. O cérebro aprende que aquilo traz alívio, então repete. Não é uma questão de força de vontade.
Quando você tenta parar sem substituir por outra forma de regulação, o corpo sente falta — e o hábito volta.
O que você pode fazer
Não existe solução mágica, mas existem caminhos que ajudam muito:
1. Entender o gatilho
Observe quando isso acontece com mais força:
• cansaço
• ansiedade
• tédio
• necessidade de conforto
• dificuldade para dormir
Identificar o gatilho já reduz metade da força do hábito.
2. Criar substitutos sensoriais
Como o comportamento tem uma função sensorial, às vezes funciona substituir por algo menos limitante, como:
• tecidos pequenos e discretos
• objetos táteis (bolinhas, tecidos texturizados)
• técnicas de respiração que induzem relaxamento
Isso não “cura”, mas reduz a intensidade e a dependência.
3. Trabalhar a autorregulação emocional
Um profissional pode te ajudar a desenvolver outras formas de:
• reduzir ansiedade
• lidar com tensão
• encontrar conforto sem se sentir “presa” ao hábito
Isso costuma diminuir muito a necessidade do comportamento.
4. Explorar o significado emocional
Você menciona que fazia escondido, que sua mãe brigava, que havia vergonha. Essas experiências podem ter reforçado o comportamento como um espaço privado de conforto. Trabalhar isso em terapia costuma ajudar bastante.
O ponto mais importante
Você não está sozinha, e isso não define quem você é. O fato de isso te incomodar já mostra que você está buscando mudança, e isso é um passo enorme.
Conversar com um psicólogo pode te ajudar a entender por que esse comportamento se mantém, qual função ele cumpre e como construir alternativas que te deem alívio sem te fazer sentir refém.


Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernadosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES
Abraços
 Cirano Araújo
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, como tem passado ?
Do ponto de vista psicanalítica, esse movimento de sucção da língua e alisar algo pode estar associado a algum mecanismo de defesa de algo que não se lembra ou não se recorda ainda sobre a infância mesmo. Esses hábitos repetitivos podem aparecer como resposta a inúmeros conflitos não resolvidos inconscientemente, aqueles que não percebemos ou não sabemos ainda.
Ao mesmo tempo é de fato uma resposta que aprisiona, só se sente bem, frente àquele conflito, se estiver fazendo esse certo ritual, é um alívio, mas é uma prisão também.
Para começar a parar com isso é necessário começar uma terapia, provavelmente uma terapia psicanalítica para se pensar, falar, elaborar e dizer tudo o que tiver a ver ou não com esse hábito. Poderá levar muito tempo, bastante tempo, mas existem coisas aí da infância, da mãe, do fazer escondido que podem ser melhor elaborados.
Procure um(a) psicólogo(a) para falar mais sobre, pode ser bem interessante. Espero ter ajudado e sigo à disposição.
Olá! O que você descreve parece um comportamento de autorregulação que começou na infância e foi se mantendo ao longo do tempo porque traz alívio, calma e sono. Isso não é “falta de controle” ou algo estranho — é um hábito aprendido que o seu corpo associa ao conforto. O problema é que, hoje, ele está te limitando e te causando desconforto. Na TCC, a gente não tenta simplesmente “parar à força”, mas entender o ciclo: em que momentos isso aparece (tédio, ansiedade, cansaço), o que você sente antes e depois, e como ele é reforçado. A partir disso, você pode começar a substituir aos poucos por outros comportamentos que tragam sensação parecida (como usar uma textura diferente, técnicas de relaxamento, ou criar um ritual de sono mais saudável), além de reduzir gradualmente o tempo que passa nesse hábito.
Também é importante trabalhar a parte emocional — essa necessidade de conforto e o hábito de “se desligar”. Um psicólogo pode te ajudar a fazer esse processo de forma mais estruturada, sem culpa e com mais controle. Você não precisa arrancar isso de uma vez, mas ir ganhando liberdade aos poucos.
Dra. Marina Cabeda Egger Moellwald
Psicólogo, Psicanalista
Florianópolis
Olá,
Carregamos muito da nossa infância por toda a vida...
Entender por que temos alguns hábitos ou comportamentos específicos e tentar descobrir de onde eles vêm, o que significam para nós e como nos livrarmos deles é o que se faz em um trabalho terapêutico ou analítico.
O que você descreve não é “frescura” nem falta de força de vontade — é um comportamento que provavelmente se tornou uma forma de autorregulação ao longo da sua vida. Ele te acalma, reduz tensão e por isso o cérebro mantém esse hábito, mesmo que hoje ele já te incomode.

O primeiro passo não é tentar “parar de uma vez”, mas entender quando isso aparece: geralmente em momentos de ansiedade, cansaço ou necessidade de conforto. A partir disso, é possível começar a construir alternativas que cumpram a mesma função, como outras formas de relaxamento (respiração, objetos substitutos, rotinas de sono).

A terapia, especialmente abordagens como a cognitivo-comportamental, pode ajudar bastante nesse processo, trabalhando tanto o hábito em si quanto a regulação emocional por trás dele. Em alguns casos, também se avalia se há relação com ansiedade, compulsões ou comportamentos repetitivos focados no corpo.

Com acompanhamento e estratégia, é possível reduzir gradualmente esse comportamento sem sofrimento e com mais sensação de controle.
 Silvia Coutinho
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
O que você descreve parece ir além de uma “mania”. É algo que te acalma, produz uma sensação boa e, ao mesmo tempo, te prende e te incomoda. Isso já indica que não se trata de algo simples de eliminar, mas de algo que cumpre uma função na sua forma de lidar com o que sente.

No seu relato, aparecem elementos importantes: esse “parar no tempo”, a repetição, a necessidade do pano, a lembrança das falas da sua mãe. Tudo isso diz da sua história, que é absolutamente singular, e da forma como esse modo de se acalmar foi se construindo ao longo do tempo.

Mais do que buscar simplesmente parar, pode ser interessante se perguntar o que esse gesto te permite sustentar ou evitar. Esse tipo de comportamento costuma ter uma lógica, uma função de defesa diante de algo que, em algum nível, se torna difícil de lidar.

Ao trabalhar esses impasses, um trabalho psicológico pode permitir dar algum contorno às angústias envolvidas, tendo como uma das consequências se ver menos tomada por esse tipo de comportamento.
O que você descreve, sucção da língua e uso de pano para se acalmar, é um padrão de autorregulação emocional aprendido na infância, que hoje virou automático.
O que acontece
gera alívio, conforto e relaxamento
ativa sempre que há ansiedade ou necessidade emocional
mantém o ciclo porque traz sensação boa imediata
É um hábito do sistema nervoso.
Como começar a mudar
observar quando surge (emoção antes)
não tentar parar de forma brusca
introduzir outras formas de regulação (respiração, corpo)
reduzir aos poucos
A psicoterapia ajuda a trabalhar a raiz emocional e diminuir essa dependência de forma mais leve.
 Deborah Cal
Psicólogo
Rio de Janeiro
Obrigada por confiar e falar sobre isso.

O que você descreve parece ser é um comportamento de autorregulação: a sucção da língua e o pano te dão calma e sono, como chupar dedo. Ele virou um hábito forte porque funciona rápido para aliviar tensão e por ser algo que carrega desde a infância é um hábito bem consolidado.

É possível reduzir e ganhar controle com estratégia.
Algumas dicas que podem te ajudar:
1) Mapeie os gatilhos
Quando isso mais aparece? (cansaço, ansiedade, tédio, hora de dormir). Anote por alguns dias.

2) Atraso + escolha consciente
Quando vier a vontade, espere 5–10 minutos antes de fazer. Use esse tempo para outra ação (abaixo). Muitas vezes a urgência diminui.

3) Substitutos sensoriais
A ideia é trocar por algo que não te limite

4) Estipule regra de limites
Ex.: só fazer na cama, antes de dormir, por X minutos. Fora disso, usar os substitutos. Isso tira o comportamento do dia inteiro.

6) Lide com a culpa
A crítica da sua mãe ficou internalizada. Culpa e vergonha aumentam a necessidade de alívio, e o hábito pode voltar mais forte.

Se estiver muito difícil sozinha, a psicoterapia ajuda bastante não apenas a identificar os gatilhos, como também te ensinar a identificar e lidar com as emoções que alimentam esse hábito e novas formas de ter esse "alívio emocional".

Desejando ajuda me chame que posso te acompanhar nesse processo.
Olá, agradeço por compartilhar algo tão íntimo, isso já mostra o quanto você está olhando para si com seriedade.
O que você descreve pode, ser compreendido à luz do conceito de objeto transicional, desenvolvido pelo psicanalista Donald Winnicott. Na infância, esses objetos ou comportamentos (como panos, cobertas ou movimentos repetitivos) ajudam a criança a se acalmar, a lidar com ansiedade e a se sentir segura. Eles funcionam como uma ponte entre o mundo interno e o externo.
No seu caso, esse recurso parece ter se mantido na vida adulta como uma forma de autorregulação emocional. Ou seja, não é falta de controle no sentido simples, mas sim uma estratégia psíquica que foi muito importante em algum momento da sua história e que continua sendo ativada quando você precisa de conforto, relaxamento ou alívio.
Ao mesmo tempo, o fato de você sentir que isso te paralisa, que ocupa muito tempo e gera desconforto ou vergonha mostra que esse mecanismo, hoje, já não está tão integrado à sua vida de forma saudável. E as experiências de crítica ou repressão no passado, como você relatou, podem ter intensificado ainda mais essa relação de conflito com o comportamento.
A sensação de prazer e alívio que você descreve é real, e é justamente por isso que não é simples apenas parar. Não se trata apenas de eliminar um hábito, mas de compreender o que ele está sustentando emocionalmente. Tentar retirar isso de forma brusca costuma aumentar a ansiedade ou fazer com que o comportamento retorne com mais força.
Como psicólogo psicanalista, eu diria que o caminho mais efetivo não é lutar diretamente contra o sintoma, mas entender sua função. O que esse gesto te proporciona? Em quais momentos ele aparece com mais intensidade? Que tipo de estado emocional ele ajuda a evitar ou a aliviar?
A partir desse entendimento, é possível, gradualmente, construir outras formas de regulação emocional que não te deixem refém desse comportamento, sem precisar simplesmente tirar algo que tem uma função importante na sua história.
Um processo terapêutico pode te ajudar a fazer esse percurso com mais segurança, elaborando tanto a origem desse hábito quanto as emoções associadas a ele, incluindo o prazer, a vergonha e a sensação de falta de controle.
Existe saída, mas ela passa mais por compreensão do que por imposição e você estar tendo incomodos com isso já é um grande passo para fazer mudanças.
Se esta explicação fez sentido para você, fico à disposição caso queira acompanhamento para este processo.
Olá, boa tarde.

Se algo te faz tão bem, por que parar? Acho que é melhor você buscar a compreensão de outras pessoas para que elas te apoiem em fazer essas atitudes. Não tem problema em fazer isso. Acho que a única questão é isso que mencionou sobre estar parada no tempo. Aí recomendo uma atitude, como deixar um tempo limite para essa atividade.

Não se julgue por fazer aquilo que te faz bem, ein? Espero ter ajudado, grande abraço.
Pelo que você descreveu, simplesmente "parar" não é o mais importante. Esse comportamento regula afeto de forma eficaz e econômica. Se você simplesmente "parar," perde o recurso sem ter outro. A questão clínica real é: o que esse comportamento está fazendo por você que nada mais consegue fazer? Do quê ele é a "solução"? A condução analítica vai no sentido de elaborar a função, não suprimir o ato. Feito este trabalho, aí sim é possível parar ou mudar o comportamento para algo melhor.
Dra. Fernanda Lana de Paula
Psicólogo
Santana de Paranaíba
Imagino o quanto isso pode ser confuso para você — ao mesmo tempo que traz conforto, também gera incômodo e sensação de perda de controle.

Esse tipo de comportamento, iniciado na infância e mantido na vida adulta, costuma funcionar como uma forma de autorregulação emocional — algo que acalma, reduz ansiedade e traz sensação de segurança. Por isso é tão difícil interromper apenas “na força de vontade”.

O ponto importante não é simplesmente “parar”, mas entender quando e por que isso acontece, e aos poucos construir outras formas de regulação que não te prendam ou te exponham.

Algumas direções que podem ajudar:

Identificar gatilhos (tédio, ansiedade, cansaço)
Criar substituições mais discretas (ex.: objetos sensoriais, técnicas de respiração)
Reduzir o tempo aos poucos, sem interrupção brusca

O mais indicado é buscar um psicólogo, que pode te ajudar a trabalhar esse hábito de forma estruturada, sem julgamento, e com mais autonomia.

Você não é “refém por escolha” — esse é um padrão aprendido que pode ser modificado com cuidado e constância.
 Lívia Coxir
Psicólogo
Belo Horizonte
Olá.

O que você descreve parece ter um lugar importante na sua história, já que está presente desde a infância e, ao mesmo tempo, hoje traz incômodo e dificuldade de controle. Dá pra perceber também que existe uma ambivalência aí: algo que te acalma e traz uma sensação boa, mas que, ao mesmo tempo, te faz sentir desconfortável e presa a esse movimento.

Quando algo se mantém dessa forma ao longo do tempo, muitas vezes não se trata apenas de “parar”, mas de poder entender melhor o lugar que isso ocupa na sua vida e o que está ligado a essa experiência.

Um espaço de escuta pode te ajudar a entender isso aos poucos, no seu ritmo, a falar com liberdade e sem julgamentos sobre as sensações, as lembranças e as repetições.

Buscar um profissional pode te ajudar a não precisar lidar com isso sozinha.

Caso queira agendar uma conversa, estou por aqui.
 Larissa Zani
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

O que você descreve parece um comportamento que começou lá na infância como uma forma de autorregulação — algo que acalma, dá segurança e até ajuda a dormir — e que foi se mantendo ao longo do tempo. Isso não significa que você “tem algo errado”, mas sim que seu cérebro aprendeu um caminho muito específico para aliviar tensão, ansiedade ou desconforto. O ponto é que, hoje, isso está te trazendo prejuízo e sensação de perda de controle.

Existe um aspecto importante aqui: esse tipo de comportamento costuma ser reforçado porque realmente funciona no curto prazo. Ele acalma, traz conforto… então o cérebro “grava” isso como estratégia preferida. Por isso parar apenas na força de vontade costuma ser difícil, porque você estaria tirando sua principal forma de aliviar o desconforto sem colocar outra no lugar.

Na prática, o caminho mais eficaz não é só tentar parar, mas entender quando isso acontece e o que está sendo regulado ali. Talvez valha observar: em quais momentos você mais sente vontade — tédio, ansiedade, cansaço, antes de dormir? O que você sente no corpo ou na mente logo antes de começar? E quanto tempo você “perde” quando entra nesse comportamento?

Em terapia, isso pode ser trabalhado de forma bem estruturada, especialmente com abordagens como Terapia Cognitivo-Comportamental ou Análise do Comportamento. É possível aprender estratégias de substituição, reduzir gradualmente a frequência e recuperar a sensação de controle, sem simplesmente “cortar” algo que hoje tem uma função emocional para você.

Outro ponto importante: essa sensação de vergonha, especialmente por ter sido criticada na infância, pode estar reforçando o comportamento no ciclo de fazer escondido e depois se sentir mal. Trabalhar isso também faz parte do processo.

Isso é tratável, mas geralmente precisa de um plano mais direcionado do que só tentar parar sozinha.

Caso precise, estou à disposição.
Dr. Matheus Abade
Psicólogo
Belo Horizonte
Você quer mesmo parar? É importante, primeiramente, elaborar melhor sobre a função disso na sua vida. Não há receita de como parar e nem julgamento do que você está fazendo. Mas há uma abertura para você falar mais sobre isso.

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