Mantras como AUM tem poder de fazer relaxar profundamente o corpo mesmo sem sono e entrar em ondas c
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Mantras como AUM tem poder de fazer relaxar profundamente o corpo mesmo sem sono e entrar em ondas cerebrais mais lentas?
Mantras como “AUM” podem, sim, favorecer um estado de relaxamento profundo, mesmo sem induzir sono. A repetição rítmica de sons, aliada à respiração lenta e focada, tende a reduzir a ativação do sistema nervoso simpático (relacionado ao estresse) e estimular o sistema parassimpático, responsável pela sensação de calma.
Estudos indicam que práticas meditativas com repetição sonora podem estar associadas à diminuição da frequência cardíaca, redução da ansiedade e aumento de ondas cerebrais mais lentas, ligadas a estados de relaxamento e atenção focada. No entanto, a experiência varia de pessoa para pessoa.
Embora possa ser uma estratégia complementar útil para manejo de estresse e ansiedade, não substitui tratamento psicológico ou médico quando há sofrimento emocional significativo.
Estudos indicam que práticas meditativas com repetição sonora podem estar associadas à diminuição da frequência cardíaca, redução da ansiedade e aumento de ondas cerebrais mais lentas, ligadas a estados de relaxamento e atenção focada. No entanto, a experiência varia de pessoa para pessoa.
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Quando você me pergunta se mantras como AUM têm o poder de relaxar profundamente o corpo, mesmo sem sono, e induzir ondas cerebrais mais lentas, eu te respondo com equilíbrio entre ciência e experiência clínica: sim, eles podem favorecer esse estado — mas não como algo místico ou automático, e sim como um efeito neurofisiológico da repetição sonora e da atenção sustentada.
O som do AUM produz uma vibração prolongada, especialmente na região torácica e craniana, que estimula o nervo vago. Essa estimulação ativa o sistema nervoso parassimpático, responsável pelo relaxamento, pela redução da frequência cardíaca e pela diminuição do estado de alerta. Quando isso acontece, o cérebro pode transitar de padrões mais acelerados, como ondas beta (associadas à atividade mental intensa), para padrões mais lentos, como alfa e até teta — estados relacionados a relaxamento profundo e meditação. Isso não é sono, mas é um estado de repouso consciente.
No entanto, é importante entender que esse efeito depende de regularidade, intenção e forma de prática. Não é apenas repetir mecanicamente o som. É sustentar a vibração com presença, perceber o corpo, acompanhar a respiração, permitir que o som ressoe internamente. Muitas vezes, no início, a mente continua agitada — e isso não significa que não está funcionando. Significa que você está começando a perceber o quanto ela já estava acelerada.
Na minha prática clínica com mindfulness, eu sempre reforço que o objetivo não é “forçar o cérebro a entrar em ondas lentas”, mas criar as condições para que o corpo se sinta seguro o suficiente para desacelerar. O relaxamento profundo é consequência, não meta.
Se você quiser, podemos experimentar isso juntos em uma sessão online. Posso te orientar de forma estruturada, ajustando a prática ao seu perfil emocional e às suas necessidades, para que o mantra se torne um recurso real de regulação e não apenas uma técnica isolada. Será um prazer te acompanhar nesse processo.
O som do AUM produz uma vibração prolongada, especialmente na região torácica e craniana, que estimula o nervo vago. Essa estimulação ativa o sistema nervoso parassimpático, responsável pelo relaxamento, pela redução da frequência cardíaca e pela diminuição do estado de alerta. Quando isso acontece, o cérebro pode transitar de padrões mais acelerados, como ondas beta (associadas à atividade mental intensa), para padrões mais lentos, como alfa e até teta — estados relacionados a relaxamento profundo e meditação. Isso não é sono, mas é um estado de repouso consciente.
No entanto, é importante entender que esse efeito depende de regularidade, intenção e forma de prática. Não é apenas repetir mecanicamente o som. É sustentar a vibração com presença, perceber o corpo, acompanhar a respiração, permitir que o som ressoe internamente. Muitas vezes, no início, a mente continua agitada — e isso não significa que não está funcionando. Significa que você está começando a perceber o quanto ela já estava acelerada.
Na minha prática clínica com mindfulness, eu sempre reforço que o objetivo não é “forçar o cérebro a entrar em ondas lentas”, mas criar as condições para que o corpo se sinta seguro o suficiente para desacelerar. O relaxamento profundo é consequência, não meta.
Se você quiser, podemos experimentar isso juntos em uma sessão online. Posso te orientar de forma estruturada, ajustando a prática ao seu perfil emocional e às suas necessidades, para que o mantra se torne um recurso real de regulação e não apenas uma técnica isolada. Será um prazer te acompanhar nesse processo.
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