Rua Álvares Machado 10, Porto Alegre 90630-010
Os atendimentos são exclusivamente na modalidade online.
Ler mais07/01/2026
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Número de registro: 07/27079
61 opiniõesSou psicóloga e psicoterapeuta de orientação psicanalítica, apaixonada por compreender a complexidade da mente humana. Minha missão é oferecer um espaço seguro, acolhedor e sem julgamentos, onde você possa se expressar livremente e iniciar uma jornada de autoconhecimento e transformação.
Acredito que cada pessoa carrega dentro de si potenciais únicos, mas muitas vezes aprisionados em padrões inconscientes que geram sofrimento. Meu papel é ajudar você a reconhecer esses padrões, compreendê-los e, a partir daí, abrir caminhos para mudanças reais e duradouras.
Além da psicanálise, integro recursos da neurociência e práticas de mindfulness, sempre que necessário, para tornar o processo terapêutico mais completo e alinhado às suas necessidades. Essa combinação permite tanto um mergulho profundo no inconsciente quanto estratégias práticas para lidar com as demandas do dia a dia.
Valorizo uma relação terapêutica baseada na confiança, empatia e respeito, pois acredito que é nesse vínculo que acontece a verdadeira cura emocional.
“Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses.” — Sócrates
Será uma honra caminhar ao seu lado nesse processo de autodescoberta, fortalecimento e transformação.
Me senti muito acolhido pela Dra. Stephanie. Em geral tenho muita dificuldade em me abrir e senti que com ela foi muito natural. Não me senti constrangido nem nada. Inicialmente eu fui por várias ques...
maisExcelente profissional. Comecei o tratamento para depressão e desde o início me senti acolhida e compreendida. Muito atenciosa, humana e dedicada. O acompanhamento tem feito muita diferença na minha v...
maisFoi extremamente atenciosa e analítica com o meu caso. Buscou entender e me ajudar nos principais pontos que preciso trabalhar. Gostei muito da nossa primeira sessão.
maisRua Álvares Machado 10, Porto Alegre 90630-010
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Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!
61 opiniões
Me senti muito acolhido pela Dra. Stephanie. Em geral tenho muita dificuldade em me abrir e senti que com ela foi muito natural. Não me senti constrangido nem nada. Inicialmente eu fui por várias questões ao mesmo tempo, estava me sentindo bagunçado. Havia recentemente sido promovido, estava em um quadro de burnout e enfrentando o fim do meu casamento. Com o passar das sessões, outros objetivos foram surgindo. Em suma, vim deixar minha opinião e recomendação, mas não pretendo parar com a análise (se depender de mim). Talvez essa seja uma daquelas coisas que são boas de mantermos o quanto pudermos a fim de seguirmos lúcidos na vida.
Stephanie Von Wurmb Helrighel
Olá, muito obrigada pelo feedback! É muito importante para mim.
Excelente profissional. Comecei o tratamento para depressão e desde o início me senti acolhida e compreendida. Muito atenciosa, humana e dedicada. O acompanhamento tem feito muita diferença na minha vida. Recomendo muito.
Stephanie Von Wurmb Helrighel
Obrigada, João! Seu feedback é muito importante para mim.
Foi extremamente atenciosa e analítica com o meu caso. Buscou entender e me ajudar nos principais pontos que preciso trabalhar. Gostei muito da nossa primeira sessão.
Stephanie Von Wurmb Helrighel
Oi, Caroline! Muito obrigada pelo carinho!
Procurei a Stefani por duas questões, a primeira foi porque tenho tdah e queria tratar isso e entender melhor. A segunda é porque perdi meus pais recentemente e o processo de luto foi a maior dor que já senti na minha vida. Queria agradecer a doutora, porque se não fosse pelas nossas sessões eu não sei o que seria de mim. Hoje me sinto mais inteiro em todos os sentidos.
Stephanie Von Wurmb Helrighel
Obrigada pelo feedback, Lucas!
Muito obrigada por tudo, doutora! Vim por causa do fim de um relacionamento, eu não estava nada bem. Finalizo um ano e meio de trabalho em conjunto e venho dar meu feedback sobre o seu trabalho. Recomendo com todo o carinho, não sei o que seria de mim sem esse espaço. Hoje me sinto inteiro novamente para um relacionamento, mas dessa vez, saudável.
Stephanie Von Wurmb Helrighel
que bacana, Ricardo. Obrigada!
Obrigada, Stephanie. Fostes muito humana e extremamente profissional. Queria deixar aqui meu agradecimento, fiz dois anos de terapia com Stephanie para tratar burnout e ansiedade generalizada. Tive alta e hoje posso dizer que minha relação comigo mesma e com o trabalho é completamente diferente. Hoje tenho prazer na vida! Muito obrigada por tudo
Stephanie Von Wurmb Helrighel
Valeu, Lires! Fico muito feliz com teus resultados
Psicóloga extremamente competente e sensível. Demonstra profundo conhecimento técnico e uma escuta genuína. As consultas têm sido transformadoras!
Stephanie Von Wurmb Helrighel
Muito obrigada
Venho aqui dizer que enfrentei muitos problemas de ansiedade boa parte da minha vida, resolvi dar uma oportunidade de eu me permitir alguém para me ajudar, e a Stephanie tem feito muita diferença nessa minha jornada, só tenho a agradecer
Stephanie Von Wurmb Helrighel
Muito obrigada pelo feedback, Carlos! Seu progresso é muito importante para mim
Excelente profissional
Competente, atenciosa, pontual
Stephanie Von Wurmb Helrighel
Muito obrigada Viviane! Fico feliz com o seu retorno.
Excelente profissional! Pontual, muito dedicada na área profissional. Recomendo esta profissional
Stephanie Von Wurmb Helrighel
Muito obrigada Ronaldo! Fico feliz com o seu retorno.
464 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Como o terapeuta pode lidar com os sentimentos de vergonha do paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
Quando você me pergunta isso, eu escuto algo além da técnica. Eu escuto o quanto essa vergonha te atravessa, não como um sentimento pontual, mas como algo que parece dizer quem você é.
Então deixa eu te dizer de forma muito direta: eu não “lido” com a sua vergonha tentando tirá-la de você. Isso, inclusive, costuma piorar tudo. Porque, para você, essa vergonha não é um erro, ela é uma verdade profundamente sentida.
O que eu faço é diferente.
Eu sustento estar com você enquanto essa vergonha aparece.
Porque no Transtorno de Personalidade Borderline, a vergonha costuma ser muito primitiva, muito antiga. Não é só “fiz algo errado”. É mais perto de “eu sou errado”, “eu sou demais”, “eu não deveria existir assim”. E quando isso aparece, você espera, quase automaticamente, que o outro vá confirmar isso, te rejeitar, te julgar, se afastar.
E é aí que o trabalho começa, de verdade.
Quando você me mostra sua vergonha, seja falando, se calando, evitando, atacando, ou até tentando me afastar, eu presto atenção em duas coisas ao mesmo tempo. No que você está sentindo e no que você espera que eu faça com isso.
Porque muitas vezes você já chega esperando que eu te veja como você se vê, inadequado, exagerado, difícil.
E, aos poucos, eu não entro nesse lugar.
Não te corrijo de forma fria, não te exponho, não te invado. Mas também não finjo que não vejo. Eu nomeio, com cuidado, o que está acontecendo entre nós.
Algo como:
“Percebo que, quando você fala disso, parece surgir uma vergonha muito forte, como se você estivesse se vendo de um jeito muito duro. Fico pensando se, em algum nível, você espera que eu também te veja assim.”
Percebe? Eu não tiro a vergonha. Eu ajudo você a olhar para ela, sem que você esteja sozinho dentro dela.
Com o tempo, isso vai criando uma experiência nova. A de ser visto exatamente onde você sente mais vergonha e ainda assim não ser abandonado, nem humilhado, nem destruído.
E isso é profundamente transformador.
Mas tem mais uma coisa importante. Às vezes, essa vergonha vem acompanhada de raiva, de impulsos, de rupturas na relação, inclusive comigo. E isso não é um problema do tratamento. Isso é o material do tratamento.
Quando você me ataca, se afasta, ou sente que quer desistir, muitas vezes é a vergonha tentando se proteger.
E, nesses momentos, o meu trabalho não é reagir defensivamente, nem te “colocar no lugar”. É tentar entender com você: “o que foi tão difícil aqui que precisou virar isso?”
Então, no fundo, eu não trato a vergonha como algo a ser eliminado. Eu trato como uma porta de entrada para aquilo que, em você, nunca pôde ser vivido com alguém ao lado.
E talvez o mais importante de tudo: eu vou te ajudando, pouco a pouco, a diferenciar uma coisa da outra.
Você sentir vergonha não significa que você seja vergonhoso.
Superdotação e ansiedade social é confundivel? Por exemplo a sensação de hipervigilancia e muita consciência é devido a ansiedade ativada?
Olha… essa tua pergunta é muito importante, porque toca num ponto em que muita gente se confunde, inclusive profissionais às vezes.
Sim, pode ser confundível. E mais do que isso, muitas vezes as duas coisas se misturam dentro da mesma pessoa.
Quando a gente fala de superdotação, não estamos falando só de inteligência no sentido acadêmico. Estamos falando de um funcionamento psíquico mais intenso: percepção mais aguçada, pensamento mais rápido, maior sensibilidade aos estímulos e, principalmente, uma consciência muito ativa, de si e do outro.
Então essa hipervigilância que tu descreve pode, sim, ter duas origens diferentes, ou coexistir.
Por um lado, pode vir dessa capacidade ampliada de perceber nuances. Tu capta microexpressões, mudanças de tom, incoerências, coisas que passam despercebidas pra maioria. Isso não é ansiedade, isso é percepção.
Mas, por outro lado, quando essa percepção se encontra com insegurança, medo de julgamento, experiências de rejeição ou um senso de inadequação, ela deixa de ser só percepção e vira vigilância ansiosa.
A diferença central está no estado interno.
Quando é mais ligado à superdotação, essa consciência vem com curiosidade, análise, até um certo distanciamento. Tu percebe muito, mas não necessariamente sofre com isso o tempo todo.
Quando é ansiedade social, essa mesma percepção fica carregada de ameaça. Tu não só percebe, tu interpreta como risco. O corpo entra em alerta, vem tensão, autocobrança, medo de errar, de ser visto, de ser exposto.
Então a pergunta mais importante não é de onde vem, mas o que isso te faz sentir no corpo e na relação com os outros.
Se essa hipervigilância te paralisa, te faz evitar, te deixa exausto depois de interações, tem ansiedade aí operando.
Agora, tem um ponto delicado que eu quero que tu escute com calma.
Pessoas com alta capacidade muitas vezes crescem se sentindo diferentes, deslocadas, não pertencentes. E isso, ao longo do tempo, pode gerar ansiedade social secundária. Não porque há algo errado nelas, mas porque o ambiente não acompanhou.
Então não é uma coisa ou outra.
Às vezes é uma mente muito potente tentando se proteger.
E aí o trabalho não é desligar essa consciência, porque isso faz parte de quem tu é.
O trabalho é tirar dela o peso da ameaça.
Me diz uma coisa.
Quando tu percebe muito o ambiente, isso vem mais como leitura tranquila ou como uma sensação de perigo?
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