Meu BB teve encefalomaci e convulsão mais hoje não tem mais a neuro pode parar o remédio?

Meu BB teve encefalomaci e convulsão mais hoje não tem mais a neuro pode parar o remédio?

2 respostas


Bom dia! Sinto muito que isto tenha acontecido! Este caso é muito especifico e é necessario que voce tenha um contato rapido com a neurologista dele, caso volte a ter convulsão. Todavia, somente o neurologista que trata dele poderá decidir. Super importante ser um neurologista de sua total confiança!

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Entendo sua preocupação. Quando uma criança teve encefalomalacia e apresentou convulsões no passado, é natural que os pais sintam insegurança diante da possibilidade de suspender o medicamento antiepiléptico. Afinal, ninguém quer correr o risco de ver as crises voltarem. A boa notícia é que, em muitos casos, a suspensão do antiepiléptico pode ser considerada de forma segura. Essa decisão não é tomada apenas porque a criança está sem convulsões. O neuropediatra avalia diversos fatores, como o tempo sem crises, os resultados dos exames, especialmente o eletroencefalograma (EEG), a causa das convulsões, o desenvolvimento neurológico da criança e o risco de recorrência. Mesmo em crianças que tiveram lesões cerebrais estruturais, como a encefalomalacia, pode haver situações em que o cérebro permanece estável por anos, sem novas crises, permitindo uma retirada gradual da medicação. Em geral, quando a suspensão é indicada, ela costuma ser feita lentamente, ao longo de semanas ou meses, justamente para reduzir riscos e permitir uma observação cuidadosa da evolução. Por outro lado, cada caso é único. Algumas crianças conseguem permanecer sem medicamentos e nunca mais apresentam convulsões. Outras podem necessitar de tratamento por mais tempo. Por isso, a opinião do neuropediatra que acompanha a criança e conhece todo o histórico clínico é fundamental nessa decisão. Se a especialista avaliou os exames, o tempo sem crises e as características do seu bebê e concluiu que é possível iniciar a retirada da medicação, essa recomendação provavelmente foi baseada em critérios técnicos bem estabelecidos. O mais importante é seguir exatamente a orientação recebida e nunca interromper o medicamento por conta própria. Uma teleconsulta também pode ser útil para esclarecer dúvidas, revisar exames e obter uma segunda opinião especializada de forma rápida, segura e discreta. Atualmente, a Telemedicina permite esse tipo de acompanhamento com excelente qualidade, inclusive com neuropediatras experientes. A plataforma Doctoralia facilita a escolha de médicos com elevado índice de satisfação dos pacientes. Além da comodidade, o atendimento online reduz deslocamentos, evita salas de espera e diminui a exposição a doenças infecciosas, como COVID-19, MPOX, infecções respiratórias e outras enfermidades transmissíveis. Você ganha tempo, mantém sua rotina e recebe orientação médica qualificada no conforto de casa. Caso ainda tenha dúvidas sobre o diagnóstico, os exames ou a retirada do antiepiléptico, uma teleconsulta pode ajudar a analisar o caso com mais profundidade e oferecer a segurança necessária para essa etapa do tratamento.

Dr. Gustavo Holanda

Dr. Gustavo Holanda

Neurologista pediátrico

Recife

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.