Olá , tenho uma filha de 3 anos ela começou tomar o fenobarbital, só com água não tá bebendo, posso
Olá , tenho uma filha de 3 anos ela começou tomar o fenobarbital, só com água não tá bebendo, posso colocar no leite?
1 resposta
Entendo sua preocupação. Quando uma criança pequena começa a usar um medicamento de uso contínuo, é natural surgir a dúvida sobre a melhor forma de administrá-lo, principalmente quando ela rejeita a água. No caso do fenobarbital, a recomendação é evitar misturá-lo ao leite. O cálcio presente no leite pode interferir na absorção do medicamento, reduzindo sua eficácia. Como o objetivo do tratamento é manter níveis adequados do remédio no organismo para prevenir crises convulsivas, é importante seguir a forma de administração orientada pelo médico e pela bula. Se sua filha não aceita o medicamento apenas com água, converse com o pediatra ou neuropediatra que a acompanha. Em muitos casos, é possível administrar o remédio com uma pequena quantidade de água ou, dependendo da apresentação e da orientação do profissional, com pequena quantidade de outro alimento ou líquido que não contenha leite ou derivados. Também é importante evitar misturar o medicamento em um grande volume de líquido, pois, se a criança não consumir tudo, ela poderá receber uma dose menor do que a prescrita. Nunca interrompa o fenobarbital por conta própria nem altere a forma de administração sem orientação médica. Esse medicamento deve ser utilizado de maneira regular, nos horários indicados, para garantir o melhor controle das crises. Em uma teleconsulta é possível avaliar a situação com mais detalhes, esclarecer dúvidas sobre a administração do medicamento e orientar a melhor estratégia para facilitar a aceitação pela criança. A Doctoralia permite escolher médicos com excelente histórico de atendimentos e alto índice de satisfação dos pacientes. Além disso, a Telemedicina tornou possível obter uma segunda opinião médica de forma rápida, segura, conveniente e discreta, inclusive com especialistas muito bem avaliados na plataforma. Em um cenário em que ainda convivemos com doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX, infecções por Parvovírus B19, influenza e outras viroses respiratórias, o atendimento online reduz a exposição desnecessária a ambientes de circulação de pessoas, preserva o tempo da família, evita deslocamentos e salas de espera e facilita o acesso ao cuidado médico. Mesmo que você não precise de atendimento neste momento, vale a pena conhecer o perfil do médico, acompanhar suas redes sociais e manter esse contato para quando surgir alguma necessidade.
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