Meu filho autista ainda usa fralda, pq só faz as necessidades se tiver com a mesma. Quando não está
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Meu filho autista ainda usa fralda, pq só faz as necessidades se tiver com a mesma. Quando não está fica o dia sem fazer necessidades e quando não aguenta mais segurar, solicita fralda. É uma firma de se sentir seguro para necessidade.
O médico receitou imipramina, segundo ele, irá ajudar no processo. Realmente isso pode acontecer. Ele não tem incontinência urinária, mas só aceita fazer as necessidades se está usando fralda
O médico receitou imipramina, segundo ele, irá ajudar no processo. Realmente isso pode acontecer. Ele não tem incontinência urinária, mas só aceita fazer as necessidades se está usando fralda
O desfralde da criança autista pode necessitar de maior suporte devido a diversos fatores. A abordagem comportamental com orientação da família juntamente com as intervenções de terapia ocupacional são as abordagens que mais funcionam. Não recomendo o uso de medicamento neste caso.
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Entendo sua preocupação. O desfralde em crianças no espectro autista pode ser um processo mais demorado, não por incapacidade física, mas por questões emocionais, sensoriais e comportamentais. Muitas vezes, a fralda funciona como um elemento de segurança. Ela representa previsibilidade. Sem ela, a criança pode sentir ansiedade, insegurança ou desconforto sensorial.
Pelo que você descreve, seu filho não apresenta incontinência urinária ou fecal. Ele consegue segurar. Isso é um dado importante. O que acontece parece ser uma associação psicológica entre evacuar ou urinar e estar usando fralda. Não é um problema de controle esfincteriano, mas de condicionamento e segurança emocional.
A imipramina é um antidepressivo tricíclico. Em pediatria, costuma ser utilizada principalmente para enurese noturna em casos específicos, porque reduz a contração da bexiga e altera o padrão do sono. No cenário que você relata, em que não há perda involuntária de urina, mas sim recusa comportamental em usar o vaso sanitário, não há evidência consistente de que a medicação resolva a raiz do problema. Medicamento não substitui aprendizado comportamental nem reprograma, sozinho, uma associação emocional construída ao longo do tempo.
O que tem respaldo prático e científico é o treinamento sanitário estruturado. Esse processo exige repetição, previsibilidade, reforço positivo e adaptação às particularidades sensoriais da criança. A Terapia Ocupacional ajuda a trabalhar a integração sensorial, a tolerância ao banheiro, ao vaso, ao som da descarga, à textura do assento. A psicoterapia auxilia na ansiedade e na rigidez comportamental. Em alguns casos, a fisioterapia pélvica contribui para melhorar a consciência corporal e o relaxamento adequado da musculatura do assoalho pélvico.
É um caminho que demanda paciência. Forçar ou retirar abruptamente a fralda pode aumentar a ansiedade e reforçar o bloqueio. O ideal é um plano progressivo, com metas pequenas, rotina fixa de idas ao banheiro, uso de reforçadores que realmente motivem a criança e orientação técnica próxima.
Cada criança no espectro tem seu tempo. Comparações com outras crianças só aumentam a angústia dos pais. O foco deve ser evolução gradual e consistente.
Em uma teleconsulta é possível avaliar melhor o perfil do seu filho, entender o histórico completo, revisar a indicação medicamentosa e estruturar um plano individualizado. A plataforma Doctoralia orienta a escolha de médicos com perfil campeão em atendimentos e alto índice de satisfação, o que traz mais segurança na decisão.
Vivemos um período em que COVID-19, MPOX (varíola do macaco), Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas continuam circulando. O atendimento por Telemedicina protege você e sua família, evita deslocamentos, salas de espera e exposição desnecessária. Você economiza tempo, mantém sua rotina de trabalho ou estudo e participa da transformação digital da saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial.
A Telemedicina hoje permite, inclusive, segunda opinião médica de forma rápida, segura e discreta, com acesso a profissionais experientes e bem avaliados. Posso orientá-la nesse início de jornada, organizando os próximos passos dentro da Atenção Primária à Saúde. Mesmo que não precise agora, recomendo visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar nosso contato para quando achar necessário.
Pelo que você descreve, seu filho não apresenta incontinência urinária ou fecal. Ele consegue segurar. Isso é um dado importante. O que acontece parece ser uma associação psicológica entre evacuar ou urinar e estar usando fralda. Não é um problema de controle esfincteriano, mas de condicionamento e segurança emocional.
A imipramina é um antidepressivo tricíclico. Em pediatria, costuma ser utilizada principalmente para enurese noturna em casos específicos, porque reduz a contração da bexiga e altera o padrão do sono. No cenário que você relata, em que não há perda involuntária de urina, mas sim recusa comportamental em usar o vaso sanitário, não há evidência consistente de que a medicação resolva a raiz do problema. Medicamento não substitui aprendizado comportamental nem reprograma, sozinho, uma associação emocional construída ao longo do tempo.
O que tem respaldo prático e científico é o treinamento sanitário estruturado. Esse processo exige repetição, previsibilidade, reforço positivo e adaptação às particularidades sensoriais da criança. A Terapia Ocupacional ajuda a trabalhar a integração sensorial, a tolerância ao banheiro, ao vaso, ao som da descarga, à textura do assento. A psicoterapia auxilia na ansiedade e na rigidez comportamental. Em alguns casos, a fisioterapia pélvica contribui para melhorar a consciência corporal e o relaxamento adequado da musculatura do assoalho pélvico.
É um caminho que demanda paciência. Forçar ou retirar abruptamente a fralda pode aumentar a ansiedade e reforçar o bloqueio. O ideal é um plano progressivo, com metas pequenas, rotina fixa de idas ao banheiro, uso de reforçadores que realmente motivem a criança e orientação técnica próxima.
Cada criança no espectro tem seu tempo. Comparações com outras crianças só aumentam a angústia dos pais. O foco deve ser evolução gradual e consistente.
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