Meu filho tem 11 anos diagnóstico de autismo aos 3 anos de idade, ele faz suas necessidades fisiológ
27
respostas
Meu filho tem 11 anos diagnóstico de autismo aos 3 anos de idade, ele faz suas necessidades fisiológicas sozinho no vaso, mais as vezes faz no chão no quintal. Será que tem alguma explicação pra essa atitude dele?
É possível, em Psicologia temos a fase anal. Que permeia o momento primário de vida. E caso não seja devidamente elaborada essa fase, pode haver alguma questão, como a que você relatou.
No entanto, é preciso uma maior investigação para maior conhecimento sobre o caso.
Me mantenho à disposição para agendarmos uma sessão.
Atenciosamente,
Fernanda de Andrade
No entanto, é preciso uma maior investigação para maior conhecimento sobre o caso.
Me mantenho à disposição para agendarmos uma sessão.
Atenciosamente,
Fernanda de Andrade
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Olá! Diversos fatores podem estar contribuindo para o comportamento dele em fazer necessidades fisiológicas no quintal ao invés de utilizar o vaso sanitário. Seria necessário analisar as circunstâncias que estão presentes antes e depois do comportamento considerado problemático. Por exemplo, quando ele vai ao quintal ao invés de ir ao banheiro, como está o humor dele? como está o humor da casa? da família? acontece algo de diferente nesse momentos antes dele ir para o quintal? E depois que ele utiliza o quintal como banheiro, quais são as consequências? Alguém fala alguma coisa? Ele recebe mais ou menos atenção? Como ele fica depois? ....
Dentro da abordagem comportamental existem profissionais especialistas no tratamento de pacientes autistas. Sugiro que procure um(a) psicólogo(a) especialista em autismo.
Dentro da abordagem comportamental existem profissionais especialistas no tratamento de pacientes autistas. Sugiro que procure um(a) psicólogo(a) especialista em autismo.
Olá, não sou especialista em Tea, mas vou tentar ajudar, precisaria observar se os sons, cores, cheiros e texturas presentes no banheiro foram alterados, pois provocam incômodos, por terem os sentidos hipersensíveis a alguns elementos que passam despercebidos para as outras pessoas. Precisaria agendar uma consulta com o médico para descartar possíveis problemas intestinais. Espero ter ajudado.
Olá, nesse caso, seria bom entender o nível de suporte para ter uma clareza maior na resposta. Porém, vamos la, alguns comportamentos inadequados são tidos com "comuns" e até esperados. O que deve ser observado antes da intervenção, avaliar os ganhos, o que motiva ou "alimenta", esse comportamento ja que o mesmo acontece de forma esporádica, observe o que ocorre antes e se ha algum beneficio para esse pré-adolescente. Nessa fase do desenvolvimento humano, tem-se as questões hormonais também.
Seria ideal você simplesmente perguntar o seu filho e receber uma resposta ou pelo menos uma reação que permitisse vocês juntos explorarem o motivo. Mas entendo que seu filho foi diagnosticado autista. Assim, qualquer problema de comunicação entre você e seu filho, se já estava na base do diagnóstico "autista" pode ter ficado neste molde ainda mais depois do diagnóstico. A atitude do seu filho de defecar em espaço social é bastante comum em crianças quando dá para entender como birra. Com esta hipótese, você poderia procurar entender qualquer motivo da birra, ou seja, do prazer de desobedecer. Ainda tem o prazer infanto-sexual de defecar de um determinado jeito. Seja como for, para você melhorar o seu entendimento com o seu filho, recomendo você procurar explorar a sua própria personalidade, e a sua maneira de ver a vida, inclusive na família, com ajuda profissional.
A explicação é que ele acredita que fazer cocô no quintal também pode. E se não for um problema para vocês, não será um problema pra ele. Caso vocês não queiram mais esse comportamento, podem ajudá-lo com novas regras, e formas carinhosas de mostrar que no banheiro é mais seguro e limpo. Grande abraço
O autismo é caracterizado pela dificuldade em tornar habituais ações que outras pessoas fazem com certa naturalidade. Se fazer cocô sozinho no vaso é algo que se tornou em alguma medida habitual para seu filho, o entendimento de que não é adequado fazer cocô em qualquer lugar é algo com que provavelmente ele não conseguiu se habituar. Qual a razão disso? Para responder a essa pergunta, é necessário um exame mais cuidadoso. A explicação para a atitude dele só é possível de acessar nas circunstâncias em que isso acontece, algo que um psicólogo irá examinar.
Em TEA, os portadores são muito sensíveis a mudanças; orientaria que ficasse atenta e observasse se os estímulos como sons, as cores, cheiros no banheiro foram mudados, pois a mínima mudança já é suficiente para provocar incômodos no portador, pois os mesmos, são sensíveis a alguns estímulos que passam despercebidos para outras pessoas. Porém é uma situação com resolução, procure um profissional especialista em ABA ou TCC.
Olá, sou especialista em ABA e trabalho com crianças autistas desta faixa etária. Considerando o que você trouxe de informação, é difícil te dar uma resposta simples e direta, mas o autismo pode nos dizer algumas coisas a respeito deste comportamento e talvez haja algumas coisas que você pode observar e ter resultados.
A primeira delas é que o autismo está relacionado a uma série de alterações fisiológicas, dentre elas, questões gastrointestinais. Por isso, antes de achar que se trata de um comportamento negativo, é sempre bom saber se a criança não está com dores, se as fezes estão em boa consistência, se não há uma questão relacionada ao esfíncter. Neste sentido, sugiro que você esgote as possibilidades com a opinião de um pediatra.
Seguindo, eu te aconselharia a observar quando e como acontecem esses escapes no quintal. Observe se há um momento do dia em que isso é mais provável, considere se há pessoas com quem ele faz e pessoas com quem ele não faz, também veja se a evacuação não é seguida de um tipo específico de interação, como longos períodos de ócio e tempo livre e sozinho, uma frustração ou algo que o deixou aborrecido ou mesmo um passeio ou algo mais específico da rotina de vocês. Sugiro isso porque as crianças autistas são tendentes a terem apego a uma forma de fazer as coisas e nem sempre essas coisas são tão óbvias para nós, adultos.
Outra coisa que talvez possa te dar uma luz é observar o "depois". Repare se estes comportamentos acontecem somente quando há alguém que possa intervir ou chamar a atenção dele, repare se há algo que sucede este comportamento sempre ou quase sempre, como banho ou troca de roupas.
Muitas vezes, nós alimentamos o comportamento que desejamos que a criança deixe de fazer. Alimentamos com nossa atenção, com broncas e coisas que nós geralmente atribuímos a punição, mas nem sempre a criança entende da mesma forma. Ou ainda que entenda, pode ser que no meio da punição haja algo que o interesse, como sua reação de espanto ou a certeza de que ele irá interromper o que quer que vocês esteja fazendo.
Mas daí eu volto para o ponto inicial desta resposta, não é possível identificar os motivos pelo qual este comportamento acontece somente com estas informações. Sugiro que busque ajuda profissional, pois situações como estas serão comuns ao longo de todo o desenvolvimento de seu filho e tudo será muito mais fácil se você for bem assessorada. Um abraço!
A primeira delas é que o autismo está relacionado a uma série de alterações fisiológicas, dentre elas, questões gastrointestinais. Por isso, antes de achar que se trata de um comportamento negativo, é sempre bom saber se a criança não está com dores, se as fezes estão em boa consistência, se não há uma questão relacionada ao esfíncter. Neste sentido, sugiro que você esgote as possibilidades com a opinião de um pediatra.
Seguindo, eu te aconselharia a observar quando e como acontecem esses escapes no quintal. Observe se há um momento do dia em que isso é mais provável, considere se há pessoas com quem ele faz e pessoas com quem ele não faz, também veja se a evacuação não é seguida de um tipo específico de interação, como longos períodos de ócio e tempo livre e sozinho, uma frustração ou algo que o deixou aborrecido ou mesmo um passeio ou algo mais específico da rotina de vocês. Sugiro isso porque as crianças autistas são tendentes a terem apego a uma forma de fazer as coisas e nem sempre essas coisas são tão óbvias para nós, adultos.
Outra coisa que talvez possa te dar uma luz é observar o "depois". Repare se estes comportamentos acontecem somente quando há alguém que possa intervir ou chamar a atenção dele, repare se há algo que sucede este comportamento sempre ou quase sempre, como banho ou troca de roupas.
Muitas vezes, nós alimentamos o comportamento que desejamos que a criança deixe de fazer. Alimentamos com nossa atenção, com broncas e coisas que nós geralmente atribuímos a punição, mas nem sempre a criança entende da mesma forma. Ou ainda que entenda, pode ser que no meio da punição haja algo que o interesse, como sua reação de espanto ou a certeza de que ele irá interromper o que quer que vocês esteja fazendo.
Mas daí eu volto para o ponto inicial desta resposta, não é possível identificar os motivos pelo qual este comportamento acontece somente com estas informações. Sugiro que busque ajuda profissional, pois situações como estas serão comuns ao longo de todo o desenvolvimento de seu filho e tudo será muito mais fácil se você for bem assessorada. Um abraço!
Olá! Sugiro que busque ajuda profissional para que seja orientada corretamente.
Sim, existe uma explicação para essa atitude. O autismo é um transtorno do desenvolvimento que afeta a capacidade de uma pessoa de se comunicar e interagir socialmente. Algumas pessoas com autismo têm dificuldades em compreender e seguir as regras sociais, o que pode levar a comportamentos inapropriados, como fazer as necessidades fisiológicas no chão. Além disso, algumas pessoas com autismo têm dificuldades em compreender o que é apropriado e o que não é, o que pode levar a comportamentos como fazer as necessidades fisiológicas no chão. Por isso, é importante que você trabalhe com seu filho para ajudá-lo a compreender o que é apropriado e o que não é, e para ensiná-lo a usar, além é claro de acompanhamento profissional adequado.
Existem algumas possíveis explicações para essa atitude do seu filho. Uma delas pode ser a falta de compreensão ou dificuldade em comunicar a necessidade de ir ao banheiro, o que pode levá-lo a fazer suas necessidades em locais inadequados. Outra possibilidade é que ele possa estar experimentando sensações diferentes ao evacuar no chão, o que pode ser mais confortável para ele do que no vaso sanitário.
Para lidar com essa situação, pode ser útil conversar com o seu filho sobre a importância de usar o banheiro e ajudá-lo a desenvolver habilidades de comunicação para que ele possa expressar suas necessidades adequadamente. Além disso, é importante buscar orientação de um profissional especializado em autismo para orientação e intervenção apropriada.
Para lidar com essa situação, pode ser útil conversar com o seu filho sobre a importância de usar o banheiro e ajudá-lo a desenvolver habilidades de comunicação para que ele possa expressar suas necessidades adequadamente. Além disso, é importante buscar orientação de um profissional especializado em autismo para orientação e intervenção apropriada.
Te convidamos para uma consulta: Acompanhamento neuropsicologico tea - transtorno de espectro do autismo - R$ 220
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
A atitude do seu filho de fazer suas necessidades fisiológicas no chão do quintal pode ter diferentes explicações e é importante considerar a individualidade de cada criança autista. Algumas possíveis razões para esse comportamento podem incluir:
Dificuldades na comunicação: Crianças autistas podem ter dificuldades em expressar suas necessidades de forma verbal ou não verbal. Fazer as necessidades no chão do quintal pode ser uma forma de expressar desconforto ou tentativa de comunicar suas necessidades.
Sensibilidade sensorial: Algumas crianças autistas podem ter sensibilidades sensoriais específicas em relação ao uso do banheiro, como desconforto com a textura do papel higiênico, o barulho do vaso sanitário ou o cheiro do ambiente. Essas sensibilidades podem levar à busca de alternativas mais confortáveis, como o chão do quintal.
Rotinas e familiaridade: Crianças autistas muitas vezes valorizam a previsibilidade e a familiaridade em suas rotinas. Fazer as necessidades no chão do quintal pode estar relacionado a uma preferência por um ambiente que considerem mais familiar ou confortável.
Para entender melhor a situação e buscar uma solução adequada, é recomendado consultar um profissional, como um psicólogo ou terapeuta ocupacional. Eles poderão avaliar o caso individualmente, considerar as características específicas da criança e oferecer orientações personalizadas para lidar com esse comportamento.
Dificuldades na comunicação: Crianças autistas podem ter dificuldades em expressar suas necessidades de forma verbal ou não verbal. Fazer as necessidades no chão do quintal pode ser uma forma de expressar desconforto ou tentativa de comunicar suas necessidades.
Sensibilidade sensorial: Algumas crianças autistas podem ter sensibilidades sensoriais específicas em relação ao uso do banheiro, como desconforto com a textura do papel higiênico, o barulho do vaso sanitário ou o cheiro do ambiente. Essas sensibilidades podem levar à busca de alternativas mais confortáveis, como o chão do quintal.
Rotinas e familiaridade: Crianças autistas muitas vezes valorizam a previsibilidade e a familiaridade em suas rotinas. Fazer as necessidades no chão do quintal pode estar relacionado a uma preferência por um ambiente que considerem mais familiar ou confortável.
Para entender melhor a situação e buscar uma solução adequada, é recomendado consultar um profissional, como um psicólogo ou terapeuta ocupacional. Eles poderão avaliar o caso individualmente, considerar as características específicas da criança e oferecer orientações personalizadas para lidar com esse comportamento.
Te convidamos para uma consulta: Psicoterapia - R$ 150
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Ações como fazer as necessidades fisiológicas no chão do quintal podem ocorrer em crianças com autismo devido a várias razões. É importante notar que o comportamento pode ser resultado de fatores específicos para a criança e requer uma avaliação individualizada. Algumas possíveis explicações incluem sensibilidade sensorial, rotina e previsibilidade, comunicação e expressão, bem como problemas para usar o banheiro, seja pela dificuldade da ação, seja pelos desconfortos, como o cheiro, o vaso sanitário, a textura do papel higinênico etc.
Para entender melhor a razão específica do comportamento de seu filho, é aconselhável consultar um profissional de saúde especializado em autismo, como um psicólogo, terapeuta ocupacional ou pediatra. Eles podem realizar uma avaliação abrangente e trabalhar com você para desenvolver estratégias específicas para lidar com essa situação. Trabalhar em estreita colaboração com um profissional pode ajudar a identificar a causa subjacente e encontrar maneiras de lidar com essa questão de forma eficaz.
Para entender melhor a razão específica do comportamento de seu filho, é aconselhável consultar um profissional de saúde especializado em autismo, como um psicólogo, terapeuta ocupacional ou pediatra. Eles podem realizar uma avaliação abrangente e trabalhar com você para desenvolver estratégias específicas para lidar com essa situação. Trabalhar em estreita colaboração com um profissional pode ajudar a identificar a causa subjacente e encontrar maneiras de lidar com essa questão de forma eficaz.
Para ser assertivo na resposta precisamos obter mais detalhes. Por exemplo: Como foi o desfralde? Quando iniciou esse comportamento? O que acontece após esse comportamento? Todo comportamento sinaliza algo, e para entender o que está sinalizando esse comportamento do seu filho precisa ser feito uma avaliação mais de perto, bem detalhada. Porém sei que é uma fase muito angustiante para família, e para ele também! Sugiro buscarem ajuda com profissional da Psicologia que tenha experiência com Autismo e infância.
Oi mãezinha, tudo bem?
Eu sugiro pra você que, junto com um profissional analista do comportamento e especialista em TEA, vocês façam uma análise funcional do comportamento do seu filho. Esse comportamento dele pode ter uma função, como ter atenção (e isso não significa que ele não tenha de outras formas), uma regulação sensorial ou outra questão a ser identificada pós avaliação funcional.
Busca por um psicólogo comportamental e especialista em autismo que ele conseguirá te auxiliar nessa tarefa! :)
Espero ter ajudado em algo, estou a disposição caso precise de mais algum auxílio
Eu sugiro pra você que, junto com um profissional analista do comportamento e especialista em TEA, vocês façam uma análise funcional do comportamento do seu filho. Esse comportamento dele pode ter uma função, como ter atenção (e isso não significa que ele não tenha de outras formas), uma regulação sensorial ou outra questão a ser identificada pós avaliação funcional.
Busca por um psicólogo comportamental e especialista em autismo que ele conseguirá te auxiliar nessa tarefa! :)
Espero ter ajudado em algo, estou a disposição caso precise de mais algum auxílio
A atitude do seu filho de fazer necessidades fisiológicas no chão, mesmo já utilizando o vaso, pode ter várias explicações, especialmente considerando o diagnóstico de autismo. Aqui estão algumas possíveis razões:
Possíveis Explicações
Mudanças de Rotina: Crianças com autismo podem ser sensíveis a alterações na rotina. Se houve alguma mudança recente em casa ou na escola, isso pode afetar seu comportamento.
Dificuldades Sensorial: A sensibilidade a texturas, cheiros ou sons pode influenciar a disposição dele para usar o vaso. O ambiente do banheiro pode não ser confortável para ele em determinados momentos.
Fases de Desenvolvimento: É comum que crianças, mesmo após o desfralde, passem por fases em que podem regredir temporariamente em suas habilidades de controle da bexiga ou intestinos.
Compreensão da Necessidade: Ele pode ter dificuldade em reconhecer os sinais do corpo que indicam a necessidade de ir ao banheiro, levando a acidentes.
Comportamento Exploratório: Crianças com autismo podem ter comportamentos exploratórios que incluem fazer necessidades em locais diferentes. Isso pode ser uma forma de explorar o ambiente ou expressar algo que não conseguem comunicar verbalmente.
Cuidados e Estratégias
Rotina Consistente: Estabeleça uma rotina regular para as idas ao banheiro, incentivando-o a usar o vaso em horários específicos.
Ambiente Confortável: Certifique-se de que o banheiro seja um espaço acolhedor e confortável para ele, minimizando estímulos que possam causar desconforto.
Comunicação Visual: Use quadros visuais ou sinais para ajudá-lo a entender quando é hora de ir ao banheiro.
Reforço Positivo: Elogie e recompense-o quando ele usar o vaso corretamente, reforçando comportamentos desejados.
Consulta Profissional: Se o comportamento persistir ou causar preocupação, considere consultar um profissional especializado em autismo para obter orientação e estratégias personalizadas.
Essas abordagens podem ajudar a entender melhor e gerenciar esse comportamento. Se precisar de mais informações ou apoio, estou à disposição para ajudar!
Possíveis Explicações
Mudanças de Rotina: Crianças com autismo podem ser sensíveis a alterações na rotina. Se houve alguma mudança recente em casa ou na escola, isso pode afetar seu comportamento.
Dificuldades Sensorial: A sensibilidade a texturas, cheiros ou sons pode influenciar a disposição dele para usar o vaso. O ambiente do banheiro pode não ser confortável para ele em determinados momentos.
Fases de Desenvolvimento: É comum que crianças, mesmo após o desfralde, passem por fases em que podem regredir temporariamente em suas habilidades de controle da bexiga ou intestinos.
Compreensão da Necessidade: Ele pode ter dificuldade em reconhecer os sinais do corpo que indicam a necessidade de ir ao banheiro, levando a acidentes.
Comportamento Exploratório: Crianças com autismo podem ter comportamentos exploratórios que incluem fazer necessidades em locais diferentes. Isso pode ser uma forma de explorar o ambiente ou expressar algo que não conseguem comunicar verbalmente.
Cuidados e Estratégias
Rotina Consistente: Estabeleça uma rotina regular para as idas ao banheiro, incentivando-o a usar o vaso em horários específicos.
Ambiente Confortável: Certifique-se de que o banheiro seja um espaço acolhedor e confortável para ele, minimizando estímulos que possam causar desconforto.
Comunicação Visual: Use quadros visuais ou sinais para ajudá-lo a entender quando é hora de ir ao banheiro.
Reforço Positivo: Elogie e recompense-o quando ele usar o vaso corretamente, reforçando comportamentos desejados.
Consulta Profissional: Se o comportamento persistir ou causar preocupação, considere consultar um profissional especializado em autismo para obter orientação e estratégias personalizadas.
Essas abordagens podem ajudar a entender melhor e gerenciar esse comportamento. Se precisar de mais informações ou apoio, estou à disposição para ajudar!
A situação que você descreveu pode ter várias explicações, especialmente considerando o diagnóstico de autismo do seu filho. Algumas possibilidades incluem:
Preferências Sensoriais: Crianças autistas muitas vezes têm sensibilidades sensoriais. Ele pode achar mais confortável fazer suas necessidades ao ar livre por causa de fatores como som, luz, ou até mesmo a sensação de estar no vaso sanitário.
Rotinas e Consistência: Mudanças na rotina podem ser desafiadoras para crianças autistas. Se ele começou a usar o quintal em algum momento, ele pode preferir manter essa rotina.
Comunicação: Pode ser uma forma de comunicação não-verbal para expressar uma necessidade ou desconforto que ele não consegue verbalizar.
Ambiente Familiar: Pode ser que ele associe o quintal a um lugar onde se sente mais seguro ou confortável.
Seria útil observar os padrões de comportamento dele e talvez manter um registro das situações em que ele prefere usar o quintal ao invés do vaso sanitário. Isso pode ajudar a identificar possíveis gatilhos ou preferências.
Recomendo também discutir essa situação com um profissional de saúde especializado em autismo, como um terapeuta ocupacional ou um psicólogo, que pode oferecer estratégias específicas para lidar com esse comportamento.
Se precisar de mais conselhos ou informações, estou aqui para ajudar!
Preferências Sensoriais: Crianças autistas muitas vezes têm sensibilidades sensoriais. Ele pode achar mais confortável fazer suas necessidades ao ar livre por causa de fatores como som, luz, ou até mesmo a sensação de estar no vaso sanitário.
Rotinas e Consistência: Mudanças na rotina podem ser desafiadoras para crianças autistas. Se ele começou a usar o quintal em algum momento, ele pode preferir manter essa rotina.
Comunicação: Pode ser uma forma de comunicação não-verbal para expressar uma necessidade ou desconforto que ele não consegue verbalizar.
Ambiente Familiar: Pode ser que ele associe o quintal a um lugar onde se sente mais seguro ou confortável.
Seria útil observar os padrões de comportamento dele e talvez manter um registro das situações em que ele prefere usar o quintal ao invés do vaso sanitário. Isso pode ajudar a identificar possíveis gatilhos ou preferências.
Recomendo também discutir essa situação com um profissional de saúde especializado em autismo, como um terapeuta ocupacional ou um psicólogo, que pode oferecer estratégias específicas para lidar com esse comportamento.
Se precisar de mais conselhos ou informações, estou aqui para ajudar!
É possível que essa atitude esteja relacionada a dificuldades sensoriais, preferência por determinados ambientes, busca por privacidade ou falta de compreensão clara das regras sociais. O ideal é observar se há padrões (como horário, contexto ou situações específicas) e reforçar, com paciência, o comportamento desejado, incentivando o uso do vaso sanitário. Um profissional, como psicólogo ou terapeuta ocupacional, pode ajudar a avaliar e trabalhar essa questão de forma personalizada.
Não é possível dar uma resposta acerca de sua dúvida, pois você apresenta apenas um recorte sobre a história de vida/ cotidiano de seu filho. Seria importante observar quais são os momentos em que ele costuma realizar suas "necessidades" no quintal (por exemplo, se é no momento em que há outra pessoa no banheiro e ele está muito apertado, etc).
É completamente compreensível que você se pergunte sobre o comportamento do seu filho. Esse tipo de ação pode ter várias explicações, especialmente considerando o diagnóstico de autismo. A seguir estão algumas possíveis razões para o seu filho fazer suas necessidades fora do banheiro, como no quintal, mesmo sabendo como usá-lo corretamente:
1. Sensibilidade Sensorial
Crianças no espectro do autismo muitas vezes têm sensibilidades sensoriais, o que pode afetar como elas percebem o ambiente ao redor, incluindo o banheiro. O som da descarga, a sensação do assento do vaso ou até o cheiro podem ser aversivos ou desconfortáveis para ele. Nesse caso, fazer as necessidades fora do banheiro pode ser uma forma de evitar esses estímulos que ele considera desconfortáveis.
2. Comportamento Repetitivo ou Ritualístico
Algumas crianças com autismo podem exibir comportamentos repetitivos ou ritualísticos, como a necessidade de fazer algo de uma maneira específica, que pode não estar diretamente relacionada à função fisiológica, mas sim a um padrão ou um comportamento confortável. Isso pode ser uma forma de autocontrole ou uma maneira de lidar com o estresse ou a ansiedade.
3. Falta de Compreensão do Contexto
Embora seu filho saiba fazer as necessidades no vaso, ele pode não entender completamente o contexto ou as expectativas sociais de onde fazer isso. Ele pode perceber o quintal ou outros lugares como "locais apropriados" de forma que ele se sinta confortável, talvez porque já tenha feito isso antes e não tenha recebido feedback negativo imediato.
4. Mudanças na Rotina ou Estresse
Mudanças na rotina, estresse ou até mesmo o desenvolvimento emocional podem afetar o comportamento de uma criança com autismo. Se houver algo que esteja gerando ansiedade ou desconforto para ele (como uma mudança no ambiente, problemas na escola ou até questões familiares), ele pode tentar controlar a situação de maneiras que são familiares ou reconfortantes, como fazer suas necessidades fora do banheiro.
5. Busca por Atenção
Em alguns casos, a criança pode perceber que esse comportamento chama atenção dos pais. Isso pode ser inconsciente, mas ele pode estar fazendo isso para gerar uma reação ou resposta.
O que você pode fazer?
Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar:
Reforce o uso do banheiro: Continue incentivando e elogiando-o quando ele usar o vaso sanitário corretamente. O reforço positivo é essencial para motivá-lo.
Avalie o ambiente do banheiro: Verifique se há algo no banheiro que possa estar causando desconforto sensorial para ele. Se for o caso, tente ajustar as condições do ambiente (como a temperatura, o som, ou o tipo de assento do vaso).
Ofereça uma alternativa confortável: Se ele tiver uma aversão ao banheiro, talvez um incentivo visual ou sensorial possa ajudar, como usar um banheiro com iluminação suave, ou fazer uma rotina de transição para ajudá-lo a se sentir mais confortável ao usar o vaso.
Entenda e minimize o estresse ou ansiedade: Observe se há qualquer mudança na rotina que possa estar gerando estresse nele. Ao reduzir fatores estressantes, ele pode começar a se sentir mais seguro e confortável para usar o banheiro corretamente.
Comunique-se de maneira clara e consistente: Use uma linguagem simples e visual (como cartões ou imagens) para explicar onde ele deve fazer suas necessidades. A consistência na comunicação ajudará na compreensão dele.
Conclusão:
É importante compreender que, no caso de crianças com autismo, comportamentos como esse podem ter múltiplas causas, que podem ser relacionadas a aspectos sensoriais, emocionais, ou mesmo de rotina. Continuar oferecendo apoio e compreensão, além de envolver profissionais especializados, como terapeutas ocupacionais ou psicólogos, pode ajudar a entender melhor a situação e encontrar soluções que funcionem para ele.
1. Sensibilidade Sensorial
Crianças no espectro do autismo muitas vezes têm sensibilidades sensoriais, o que pode afetar como elas percebem o ambiente ao redor, incluindo o banheiro. O som da descarga, a sensação do assento do vaso ou até o cheiro podem ser aversivos ou desconfortáveis para ele. Nesse caso, fazer as necessidades fora do banheiro pode ser uma forma de evitar esses estímulos que ele considera desconfortáveis.
2. Comportamento Repetitivo ou Ritualístico
Algumas crianças com autismo podem exibir comportamentos repetitivos ou ritualísticos, como a necessidade de fazer algo de uma maneira específica, que pode não estar diretamente relacionada à função fisiológica, mas sim a um padrão ou um comportamento confortável. Isso pode ser uma forma de autocontrole ou uma maneira de lidar com o estresse ou a ansiedade.
3. Falta de Compreensão do Contexto
Embora seu filho saiba fazer as necessidades no vaso, ele pode não entender completamente o contexto ou as expectativas sociais de onde fazer isso. Ele pode perceber o quintal ou outros lugares como "locais apropriados" de forma que ele se sinta confortável, talvez porque já tenha feito isso antes e não tenha recebido feedback negativo imediato.
4. Mudanças na Rotina ou Estresse
Mudanças na rotina, estresse ou até mesmo o desenvolvimento emocional podem afetar o comportamento de uma criança com autismo. Se houver algo que esteja gerando ansiedade ou desconforto para ele (como uma mudança no ambiente, problemas na escola ou até questões familiares), ele pode tentar controlar a situação de maneiras que são familiares ou reconfortantes, como fazer suas necessidades fora do banheiro.
5. Busca por Atenção
Em alguns casos, a criança pode perceber que esse comportamento chama atenção dos pais. Isso pode ser inconsciente, mas ele pode estar fazendo isso para gerar uma reação ou resposta.
O que você pode fazer?
Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar:
Reforce o uso do banheiro: Continue incentivando e elogiando-o quando ele usar o vaso sanitário corretamente. O reforço positivo é essencial para motivá-lo.
Avalie o ambiente do banheiro: Verifique se há algo no banheiro que possa estar causando desconforto sensorial para ele. Se for o caso, tente ajustar as condições do ambiente (como a temperatura, o som, ou o tipo de assento do vaso).
Ofereça uma alternativa confortável: Se ele tiver uma aversão ao banheiro, talvez um incentivo visual ou sensorial possa ajudar, como usar um banheiro com iluminação suave, ou fazer uma rotina de transição para ajudá-lo a se sentir mais confortável ao usar o vaso.
Entenda e minimize o estresse ou ansiedade: Observe se há qualquer mudança na rotina que possa estar gerando estresse nele. Ao reduzir fatores estressantes, ele pode começar a se sentir mais seguro e confortável para usar o banheiro corretamente.
Comunique-se de maneira clara e consistente: Use uma linguagem simples e visual (como cartões ou imagens) para explicar onde ele deve fazer suas necessidades. A consistência na comunicação ajudará na compreensão dele.
Conclusão:
É importante compreender que, no caso de crianças com autismo, comportamentos como esse podem ter múltiplas causas, que podem ser relacionadas a aspectos sensoriais, emocionais, ou mesmo de rotina. Continuar oferecendo apoio e compreensão, além de envolver profissionais especializados, como terapeutas ocupacionais ou psicólogos, pode ajudar a entender melhor a situação e encontrar soluções que funcionem para ele.
Sim, pode haver várias razões para esse comportamento, como busca por conforto sensorial, preferência por um ambiente mais aberto, dificuldades na percepção de regras sociais ou até questões emocionais. Observe se há padrões ou gatilhos e tente redirecioná-lo gentilmente para o vaso, reforçando positivamente quando ele usar corretamente. Se o comportamento persistir, um especialista pode ajudar a identificar a causa e estratégias adequadas.
Alguns fatores podem levar a este comportamento: dificuldades com a percepção corporal e podem não perceber que precisam ir ao banheiro até ser tarde demais, questões sensoriais como incomodo com o vaso sanitário ou barulhos da descarga, dificuldades na comunicação, podem não conseguir expressar essa necessidade. Seria interessante observar se existe algum gatilho, alguma situação que se repete nestes momentos em que isso ocorreu.
Sim, Embora o seu filho seja capaz de utilizar o vaso sanitário, a ocorrência de necessidades fisiológicas no chão pode estar relacionada a diversos fatores, dificuldades de comunicação, ansiedade, ou até mesmo um desenvolvimento não totalmente completo. É importante procurar ajuda especializada para entender a causa específica no caso do seu filho e desenvolver estratégias para lidar com essa situação.
Esse tipo de comportamento geralmente está relacionado a aspectos sensoriais, emocionais ou de rotina.
Crianças autistas podem fazer xixi ou cocô no chão mesmo já sabendo usar o vaso. Isso normalmente acontece por questões sensoriais, rotina, ansiedade ou dificuldade em perceber e comunicar necessidades. Também pode ocorrer por busca de conforto (um local específico), resistência a mudanças ou regressões em momentos de estresse.
É importante observar padrões, conversar com o profissional que o acompanha e avaliar ajustes na rotina ou estratégias comportamentais.
É importante observar padrões, conversar com o profissional que o acompanha e avaliar ajustes na rotina ou estratégias comportamentais.
Sim, há explicações possíveis, e esse comportamento não é incomum em crianças com TEA, mesmo já tendo controle esfincteriano.
Quando a criança já sabe usar o vaso, mas esporadicamente faz as necessidades em outro local, isso costuma estar mais relacionado a fatores comportamentais, sensoriais ou de regulação, e não à falta de aprendizagem. Algumas possibilidades são dificuldade de generalização do comportamento, ou seja, ele sabe usar o vaso em um contexto, mas não mantém a mesma regra em todos os ambientes. Também pode haver questões sensoriais, como desconforto com o banheiro, com o vaso, com odores ou com a sensação corporal naquele momento. Em alguns casos, o comportamento ocorre por busca de alívio, previsibilidade ou até como resposta a ansiedade, mudanças de rotina ou dificuldades de comunicação.
É importante observar quando isso acontece, se há um padrão de horário, local, mudanças recentes na rotina ou sinais de desconforto físico, como constipação. Evite punições, pois elas tendem a aumentar a ansiedade e a frequência do comportamento. Reforce positivamente quando ele utiliza o vaso corretamente e mantenha rotinas claras e previsíveis.
Se o comportamento estiver frequente ou causando prejuízo, o ideal é buscar orientação com um psicólogo ou analista do comportamento, e também avaliar com pediatra ou gastroenterologista para descartar causas orgânicas. Com intervenção adequada, esse tipo de comportamento costuma ser compreendido e manejado.
Quando a criança já sabe usar o vaso, mas esporadicamente faz as necessidades em outro local, isso costuma estar mais relacionado a fatores comportamentais, sensoriais ou de regulação, e não à falta de aprendizagem. Algumas possibilidades são dificuldade de generalização do comportamento, ou seja, ele sabe usar o vaso em um contexto, mas não mantém a mesma regra em todos os ambientes. Também pode haver questões sensoriais, como desconforto com o banheiro, com o vaso, com odores ou com a sensação corporal naquele momento. Em alguns casos, o comportamento ocorre por busca de alívio, previsibilidade ou até como resposta a ansiedade, mudanças de rotina ou dificuldades de comunicação.
É importante observar quando isso acontece, se há um padrão de horário, local, mudanças recentes na rotina ou sinais de desconforto físico, como constipação. Evite punições, pois elas tendem a aumentar a ansiedade e a frequência do comportamento. Reforce positivamente quando ele utiliza o vaso corretamente e mantenha rotinas claras e previsíveis.
Se o comportamento estiver frequente ou causando prejuízo, o ideal é buscar orientação com um psicólogo ou analista do comportamento, e também avaliar com pediatra ou gastroenterologista para descartar causas orgânicas. Com intervenção adequada, esse tipo de comportamento costuma ser compreendido e manejado.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Olá, quero saber se poderia ser autismo, uma criança que desde o primeiro dia de aula com 7 anos não interagia com ninguem só respondia a chamada, e estudou todos os anos desse jeito sem interagir sem fazer amizades e sendo o mais quieto do colegio, faltava bastante pra fugir do sofrimento, até abandonar…
- Olá, quero saber se poderia ser autismo, uma criança que desde o primeiro dia de aula com 7 anos não interagia com ninguem só respondia a chamada, e estudou todos os anos desse jeito sem interagir sem fazer amizades e sendo o mais quieto do colegio, faltava bastante pra fugir do sofrimento, até abandonar…
- Um adulto escolher se mudar de casa 15 vezes em 2 anos é possivelmente uma característica de autismo ou há algumas outras condição que a princípio explica melhor isso?
- Meu filho tem 3 anos e 4 meses ele início respiridona peso 16 kilos o médico prescreveu 0,5 ml uma vez a noite fiquei com resistência e medo quanto a dosagem será que é normal essa dose
- Bom dia, Gostaria que algum especialista me respondesse . A minha filha tem 7 anos. E ela tem dificuldade na fala e na escrita ela é mt agitada . A escola fez uns relato do comportamento dela e pediu pra pediatra encaminhar pro neurologista e fonoaudiólogo . Mas ainda ela n foi chamada. Na segunda…
- Eu tenho uma irmã com as doenças dos sequintes codigos:f=F 84.0 Autismo Infantil,F71.1 Retardo Mental Moderado e F29 Psicose nao organica nao especificada,ela fica rodando o tempo todo,nao tem paciencia para nada,e tem coisas por exemplo apertar um botao,ela aperta um monte de vezes,gostaria de saber…
- Olá, Tenho 24 anos e às vezes acordo batendo com a cabeça no travesseiro, isso é normal?
- Como a ruminação da raiva afeta indivíduos com autismo?
- Tive diagnóstico de autismo ano passado, aos 38 anos. Tenho comorbidades como ansiedade generalizada, toc, e possível bipolaridade (sem diagnóstico). O médico neurologista me receitou 50mg de desvenlafaxina, tomei por dez dias e passei muito mal, falta de apetite, sudorese, sonolência, fadiga, falta…
- Li num site q autistas têm menos força muscular. É vdd? Pq isso acontece ?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 369 perguntas sobre Autismo
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.