Meu filho tem 2 anos e 3 meses. Desde que ele nasceu, sempre moramos apenas eu, ele e o meu marido.

3 respostas
Meu filho tem 2 anos e 3 meses. Desde que ele nasceu, sempre moramos apenas eu, ele e o meu marido. Há cerca de 6 meses, precisávamos mudar e viemos morar com a minha mãe e minha tia. Desde então, percebo que ele ainda não se acostumou completamente com elas.
Ele tem momentos em que interage bem: ri, abraça, brinca, mas são situações muito pontuais. Na maior parte do tempo, ele reage de forma arisca e desconfortável, principalmente quando elas tentam se aproximar ou até mesmo apenas olham para ele. Nessas situações, ele dá pequenos gritos, gritinhos… mas isso não acontece com frequência com outras pessoas nem conosco, os pais.
Essa resistência dele tem me deixado preocupada e triste, pois já fazem 6 meses de convivência diária e eu imaginava que, nesse tempo, ele já estaria mais adaptado. Gostaria de entender se esse comportamento pode ser considerado dentro do esperado para a idade, se pode ter alguma relação emocional ou de fase, ou se há algo que deveríamos investigar com mais atenção. Eu me sinto constantemente ansiosa sobre isso, porque nunca sei como ele vai reagir com elas.
Podem haver muitas coisas envolvidas nesse contexto familiar e a criança pode estar envolvida na situação. É importante ter um conhecimento mais profundo do que está acorrendo para uma ação que tenha bons resultados, lembrando que a infância e a adolescência são extremamente importantes para a saude mental das pessoas e a a maior herança que a pessoa pode levar.

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Oi! Tudo bem? Eu não trabalho com crianças, mas me parece uma dificuldade de adaptação, até pq moravam só você o pai e ele, agora são duas pessoas "novas". Mas para que você fique mais tranquila, talvez seja interessante buscar uma psicóloga familiarizada com o neurodesenvolvimento infantil. Espero ter te ajudado.
Olá!

É compreensível que seu filho esteja reagindo dessa forma, afinal é o jeito que ele encontrou de lidar com todas essas mudanças (casa, outras pessoas, configuração do grupo familiar, etc). Parece que é forma singular dele de se proteger e tentar se posicionar.

Vale observar se: o desconforto dele estiver aumentando; se perceberem prejuízo/regressão na fala, sono, alimentação, na forma de interagir e brincar; se a angústia que essa situação tem gerado nos adultos aumentar, de uma maneira que essa tensão seja transmitida para a criança. Nessas situações, acredito que é importante buscar por ajuda profissional. Em alguns casos, o suporte que um psicólogo pode oferecer para a família já tem efeitos importantes também para a criança.

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