Meu filho tem um problema no canal auditivo, já procurei neuropediatra e otorrino. O canal auditivo
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Meu filho tem um problema no canal auditivo, já procurei neuropediatra e otorrino. O canal auditivo dele abre e fecha quando emite sons, é visível, tenho foto e vídeo. Mais é difícil examinar ele pois é uma criança de 9 anos com TEA n3 e D.I. ele parece sentir desconforto tanto otológico (não sei se dor ou zumbido) como dor de cabeça tbm. Na vdd ele tem diagnóstico de dor de cabeça crônica a 3 anos. Nos últimos 9 meses teve furúnculo de repetição 5vezes nesse mesmo ouvido, nunca teve otite ou outra infecção do ouvido ( sempre acompanhado por otorrino). Tanto otorrino como neuropediatra pediu ressonância do crânio que deu normal. A neuro pediu para procurar psiquiatra. Ninguém deu direção do que pode ser isso que acontece no ouvido do meu filho. As fotos e vídeos mostram como infla como se fosse balão dentro do ouvido do meu filho quando ele emite som, e quando para de emitir desinfla em milésimos de segundos. Não sei quem procurar, ou o que questionar. Otorrino e neuro não souberam tbm
Entendo sua angústia. Quando uma criança apresenta um sinal físico visível, recorrente e incomum, e mesmo após avaliações com especialistas a família continua sem uma explicação clara, é natural sentir insegurança e não saber qual caminho seguir.
Pela sua descrição, o que chama atenção não é apenas a dor de cabeça crônica ou os episódios repetidos de furúnculo, mas principalmente esse fenômeno em que uma estrutura dentro do ouvido parece inflar durante a emissão de sons e desinflar imediatamente quando a vocalização termina. Trata-se de um relato extremamente raro e pouco encontrado na prática clínica diária. De fato, é uma daquelas curiosidades médicas tão peculiares que despertam interesse até entre especialistas experientes.
Sem examinar a criança e sem analisar os vídeos, seria imprudente apontar um diagnóstico. No entanto, algumas hipóteses anatômicas podem ser consideradas. Existem alterações raras envolvendo o conduto auditivo externo, a membrana timpânica, bolsas de ar próximas ao ouvido, defeitos congênitos da parede do canal auditivo ou comunicações anormais com estruturas pneumáticas do osso temporal. Em alguns casos descritos na literatura, determinadas regiões do ouvido podem se expandir temporariamente quando a pressão do ar aumenta durante a fala, o canto, o choro ou outros sons produzidos pela própria pessoa.
Outra possibilidade é que o fenômeno esteja relacionado a alterações da tuba auditiva, da articulação temporomandibular ou de estruturas adjacentes ao canal auditivo. O fato de o movimento ocorrer de forma sincronizada com a emissão sonora sugere que pode existir uma relação mecânica ou de pressão entre a produção da voz e a estrutura que está se movimentando. Isso não significa necessariamente uma doença grave, mas certamente merece uma investigação direcionada.
O histórico de furúnculos de repetição no mesmo ouvido também merece atenção. Embora possa ser apenas uma condição separada, episódios recorrentes no mesmo local levantam a possibilidade de alterações anatômicas que favoreçam inflamações locais. Já a ressonância magnética normal é uma informação tranquilizadora, mas não exclui diversas alterações específicas do ouvido externo e do osso temporal, que muitas vezes são melhor avaliadas por outros exames.
Se eu estivesse orientando uma família em situação semelhante, pediria que reunisse todos os vídeos, fotografias e laudos já realizados. Muitas vezes, um vídeo mostrando claramente o fenômeno vale mais do que uma descrição verbal. Eu também consideraria a avaliação em um serviço terciário de otologia ou otorrinolaringologia pediátrica com experiência em malformações craniofaciais e doenças raras do ouvido. Em determinadas situações, exames como tomografia computadorizada de alta resolução dos ossos temporais podem fornecer informações que a ressonância não consegue mostrar adequadamente.
Também é importante não concluir automaticamente que tudo seja comportamental ou decorrente do autismo. Crianças com TEA nível 3 e deficiência intelectual podem ter dificuldade para expressar dor, desconforto, pressão ou zumbido, o que torna a investigação mais desafiadora. Isso não significa que os sintomas não sejam reais. Pelo contrário, exige ainda mais atenção dos profissionais envolvidos.
A recomendação para procurar um psiquiatra pode ter sido direcionada ao manejo global do comportamento, da comunicação ou da dor crônica, mas ela não substitui a necessidade de continuar investigando um sinal físico tão específico e documentado por imagens.
Uma teleconsulta pode ser extremamente útil nesse contexto. Com acesso aos vídeos, fotografias, laudos da ressonância, avaliações anteriores do otorrino e do neuropediatra, é possível organizar as informações, discutir hipóteses diagnósticas, definir quais especialistas têm maior probabilidade de ajudar e evitar exames desnecessários. Atualmente, a Telemedicina permite consultas e segundas opiniões de forma rápida, segura, discreta e conveniente, inclusive com médicos altamente experientes e bem avaliados. A própria plataforma Doctoralia facilita a identificação de profissionais com histórico consistente de satisfação dos pacientes.
Além disso, em tempos de circulação de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, influenza aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online oferece uma camada adicional de segurança para toda a família, evitando deslocamentos e permanência em salas de espera. Você economiza tempo e pode receber orientação especializada sem sair de casa.
Mesmo que futuramente seja necessária uma avaliação presencial específica, uma teleconsulta de segunda opinião pode ajudar a dar direção ao caso, interpretar os vídeos e esclarecer quais perguntas devem ser levadas ao próximo especialista. Guarde todo o material que você já registrou. Em casos raros como esse, os vídeos podem ser a peça mais importante para se chegar a uma resposta.
Pela sua descrição, o que chama atenção não é apenas a dor de cabeça crônica ou os episódios repetidos de furúnculo, mas principalmente esse fenômeno em que uma estrutura dentro do ouvido parece inflar durante a emissão de sons e desinflar imediatamente quando a vocalização termina. Trata-se de um relato extremamente raro e pouco encontrado na prática clínica diária. De fato, é uma daquelas curiosidades médicas tão peculiares que despertam interesse até entre especialistas experientes.
Sem examinar a criança e sem analisar os vídeos, seria imprudente apontar um diagnóstico. No entanto, algumas hipóteses anatômicas podem ser consideradas. Existem alterações raras envolvendo o conduto auditivo externo, a membrana timpânica, bolsas de ar próximas ao ouvido, defeitos congênitos da parede do canal auditivo ou comunicações anormais com estruturas pneumáticas do osso temporal. Em alguns casos descritos na literatura, determinadas regiões do ouvido podem se expandir temporariamente quando a pressão do ar aumenta durante a fala, o canto, o choro ou outros sons produzidos pela própria pessoa.
Outra possibilidade é que o fenômeno esteja relacionado a alterações da tuba auditiva, da articulação temporomandibular ou de estruturas adjacentes ao canal auditivo. O fato de o movimento ocorrer de forma sincronizada com a emissão sonora sugere que pode existir uma relação mecânica ou de pressão entre a produção da voz e a estrutura que está se movimentando. Isso não significa necessariamente uma doença grave, mas certamente merece uma investigação direcionada.
O histórico de furúnculos de repetição no mesmo ouvido também merece atenção. Embora possa ser apenas uma condição separada, episódios recorrentes no mesmo local levantam a possibilidade de alterações anatômicas que favoreçam inflamações locais. Já a ressonância magnética normal é uma informação tranquilizadora, mas não exclui diversas alterações específicas do ouvido externo e do osso temporal, que muitas vezes são melhor avaliadas por outros exames.
Se eu estivesse orientando uma família em situação semelhante, pediria que reunisse todos os vídeos, fotografias e laudos já realizados. Muitas vezes, um vídeo mostrando claramente o fenômeno vale mais do que uma descrição verbal. Eu também consideraria a avaliação em um serviço terciário de otologia ou otorrinolaringologia pediátrica com experiência em malformações craniofaciais e doenças raras do ouvido. Em determinadas situações, exames como tomografia computadorizada de alta resolução dos ossos temporais podem fornecer informações que a ressonância não consegue mostrar adequadamente.
Também é importante não concluir automaticamente que tudo seja comportamental ou decorrente do autismo. Crianças com TEA nível 3 e deficiência intelectual podem ter dificuldade para expressar dor, desconforto, pressão ou zumbido, o que torna a investigação mais desafiadora. Isso não significa que os sintomas não sejam reais. Pelo contrário, exige ainda mais atenção dos profissionais envolvidos.
A recomendação para procurar um psiquiatra pode ter sido direcionada ao manejo global do comportamento, da comunicação ou da dor crônica, mas ela não substitui a necessidade de continuar investigando um sinal físico tão específico e documentado por imagens.
Uma teleconsulta pode ser extremamente útil nesse contexto. Com acesso aos vídeos, fotografias, laudos da ressonância, avaliações anteriores do otorrino e do neuropediatra, é possível organizar as informações, discutir hipóteses diagnósticas, definir quais especialistas têm maior probabilidade de ajudar e evitar exames desnecessários. Atualmente, a Telemedicina permite consultas e segundas opiniões de forma rápida, segura, discreta e conveniente, inclusive com médicos altamente experientes e bem avaliados. A própria plataforma Doctoralia facilita a identificação de profissionais com histórico consistente de satisfação dos pacientes.
Além disso, em tempos de circulação de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, influenza aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online oferece uma camada adicional de segurança para toda a família, evitando deslocamentos e permanência em salas de espera. Você economiza tempo e pode receber orientação especializada sem sair de casa.
Mesmo que futuramente seja necessária uma avaliação presencial específica, uma teleconsulta de segunda opinião pode ajudar a dar direção ao caso, interpretar os vídeos e esclarecer quais perguntas devem ser levadas ao próximo especialista. Guarde todo o material que você já registrou. Em casos raros como esse, os vídeos podem ser a peça mais importante para se chegar a uma resposta.
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