Meu filho toma 1 ml de respidona, hoje eu dei 1 ml e meu marido deu 1 ml, tomar 2 ml em 2 horas , o
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Meu filho toma 1 ml de respidona, hoje eu dei 1 ml e meu marido deu 1 ml, tomar 2 ml em 2 horas , o que fazer ?
Neste caso apesar de ter ingerido o dobro da dose, ele tomou 2 mg, então não tem nada de emergência, não chega a ser uma dose tóxica ou com maiores riscos. Apenas observação clínica , talvez ficará um pouco sonolento ao longo do dia.
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Entendo sua preocupação. Situações como essa acontecem com mais frequência do que imaginamos dentro de casa, especialmente quando mais de um cuidador administra a medicação sem saber que o outro já ofereceu a dose.
A risperidona (provavelmente o medicamento ao qual você se refere como “respidona”) é um remédio usado com frequência em crianças para controlar irritabilidade, agitação, impulsividade ou alguns sintomas associados a transtornos do desenvolvimento. Quando ocorre uma dose duplicada acidental, como no caso de 1 ml administrado duas vezes em um intervalo curto, na maioria das situações não se trata de uma emergência grave, principalmente se a dose habitual da criança estiver dentro da faixa terapêutica prescrita pelo médico.
O mais importante agora é observar a criança. Alguns efeitos podem aparecer quando a dose fica um pouco acima do habitual. Os mais comuns são sonolência mais intensa, moleza no corpo, tontura, fala mais lenta, irritabilidade ou, em alguns casos, queda da pressão que pode causar sensação de fraqueza. Em geral, esses sintomas são transitórios e desaparecem conforme o organismo metaboliza o medicamento.
Se a criança estiver apenas mais sonolenta, mas acorda quando chamada, respira normalmente e mantém comportamento tranquilo, o mais seguro costuma ser apenas observar e não repetir a próxima dose no horário habitual sem orientação médica. Em muitos casos o médico orienta apenas ajustar o horário da próxima administração.
Procure atendimento médico imediato se surgirem sinais como dificuldade para acordar a criança, respiração diferente do normal, vômitos repetidos, rigidez muscular importante, tremores intensos ou qualquer alteração que cause estranhamento. Esses quadros são raros, mas merecem avaliação.
Também vale a pena combinar entre os cuidadores uma estratégia simples para evitar novas duplicações. Muitas famílias usam um quadro de controle, anotação no celular ou deixam o frasco em um local específico após a dose ter sido administrada.
Uma teleconsulta pode ajudar muito nesse momento para avaliar melhor a dose que seu filho utiliza, o peso da criança, o horário das medicações e orientar com segurança sobre como proceder nas próximas horas. Plataformas como a Doctoralia permitem encontrar médicos com excelente histórico de atendimento e satisfação dos pacientes, facilitando uma segunda opinião rápida e segura.
Em tempos em que convivemos com COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, cepas preocupantes de gripe aviária como H5N1 e outras doenças transmissíveis, a telemedicina tornou-se uma forma inteligente de cuidar da saúde sem se expor a ambientes cheios, salas de espera ou deslocamentos desnecessários. Você protege sua família, economiza tempo e recebe orientação médica qualificada diretamente de casa.
A telemedicina hoje permite inclusive consultas de segunda opinião com diferentes especialistas de maneira rápida, discreta e segura. Caso ache útil, você pode acessar o perfil médico na plataforma, conhecer as avaliações de outros pacientes e agendar uma orientação. Mesmo que não precise agora, vale a pena guardar esse contato e acompanhar as redes profissionais para ter informação confiável sempre à mão.
A risperidona (provavelmente o medicamento ao qual você se refere como “respidona”) é um remédio usado com frequência em crianças para controlar irritabilidade, agitação, impulsividade ou alguns sintomas associados a transtornos do desenvolvimento. Quando ocorre uma dose duplicada acidental, como no caso de 1 ml administrado duas vezes em um intervalo curto, na maioria das situações não se trata de uma emergência grave, principalmente se a dose habitual da criança estiver dentro da faixa terapêutica prescrita pelo médico.
O mais importante agora é observar a criança. Alguns efeitos podem aparecer quando a dose fica um pouco acima do habitual. Os mais comuns são sonolência mais intensa, moleza no corpo, tontura, fala mais lenta, irritabilidade ou, em alguns casos, queda da pressão que pode causar sensação de fraqueza. Em geral, esses sintomas são transitórios e desaparecem conforme o organismo metaboliza o medicamento.
Se a criança estiver apenas mais sonolenta, mas acorda quando chamada, respira normalmente e mantém comportamento tranquilo, o mais seguro costuma ser apenas observar e não repetir a próxima dose no horário habitual sem orientação médica. Em muitos casos o médico orienta apenas ajustar o horário da próxima administração.
Procure atendimento médico imediato se surgirem sinais como dificuldade para acordar a criança, respiração diferente do normal, vômitos repetidos, rigidez muscular importante, tremores intensos ou qualquer alteração que cause estranhamento. Esses quadros são raros, mas merecem avaliação.
Também vale a pena combinar entre os cuidadores uma estratégia simples para evitar novas duplicações. Muitas famílias usam um quadro de controle, anotação no celular ou deixam o frasco em um local específico após a dose ter sido administrada.
Uma teleconsulta pode ajudar muito nesse momento para avaliar melhor a dose que seu filho utiliza, o peso da criança, o horário das medicações e orientar com segurança sobre como proceder nas próximas horas. Plataformas como a Doctoralia permitem encontrar médicos com excelente histórico de atendimento e satisfação dos pacientes, facilitando uma segunda opinião rápida e segura.
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