Minha bebê tem 9 meses. A perna esquerda é um pouco menor que a direita. Palmilha ajuda? Ela vai com

9 respostas
Minha bebê tem 9 meses. A perna esquerda é um pouco menor que a direita. Palmilha ajuda? Ela vai começar a fazer fisioterapia, será q qjuda?
Dr. Lucas Volcato
Fisioterapeuta
Porto Alegre
Olá, a fisioterapia ajuda sim, alongamentos, bobath ( técnica neurofuncional para recuperação motora), palmilha vai depender! Precisa fazer avaliação da pisada dela, como está o quadril e joelho!
Att

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Dra. Clara Helen Oliveira Bezerra
Fisioterapeuta
São Paulo
A fisioterapia é essencial para o desenvolvimento motor adequado. Como ela ainda não adquiriu a fase do andar, é necessária avaliação após o início da carga (ficar em pé) nos membros inferiores. Devem ser realizados exames complementares para avaliar a diferença entre os membros e se isso poderá impactar na aquisição da marcha.
Dra. Hellen Caroline Almeida Andrade
Fisioterapeuta
São Paulo
A Fisioterapia vai ajudar muito, fazendo uma análise bem criteriosa de todo o desenvolvimento.
Falando da palmilha Ortopédica e postural, ela irá ser um bom aliado no tratamento, para que isso aconteça, é necessário fazer uma boa avaliação, primeiro do pé, analisando a pisada e após isso a avaliação do corpo inteiro, para ver as simetrias e a parte muscular.
Mas o mais importante de tudo, é que como ele esta em fase de crescimento, a avaliação tem que ser constante, não é só colocar a palmilha no pé e seguir, tem que acompanhar o processo e ver a evolução, e fazer troca de peças quando necessário, porque se não, pode prejudicar e muito.
Dra. Fabiana Campodonico Carreira
Fisioterapeuta
Vitória
Se foi feito uma escanometria e foi constatado diminuição óssea, possivelmente irá usar palmilha. Se não, teria que ser avaliado pelo Osteopata se há algo em quadril que possa ser ajustado com as sessões.
Olá! Se não houver nenhum comprometimento neural ou de desenvolvimento, não há a necessidade de palmilhas nesta idade. As crianças desenvolvem seu crescimento muitas vezes de forma assimétrica, ou seja, numa fase uma perna cresce um pouquinho mais que a outra, depois no próximo estirão elas se igualam... até finalizar o crescimento. Mas é importante ficar atento, após o 3 anos de idade, se há compensações que uma perna curta pode estar causando, como andar na ponta do pé com um pé e o outro não; os joelhos ficarem diferentes um do outro, ou o quadril ficar desalinhado. Geralmente vemos dificuldades de equilíbrio quando há uma diferença importante que deve ser compensada com palmilha para a criança na primeira infância. Se este for o caso, procure um especialista em marcha, e palmilhas.
 Cristiane Nascimento da Cunha
Fisioterapeuta, Osteopata
Rio de Janeiro
Ela ainda esta em formação, não dá pra afirmar que tem mesmo diferença de tamanho da perna. Sim siga acompanhando com fisio, mas sem cobrar muito da sua bebe ainda. Espero poder ter ajudado.
Dra. Maria Bernadete dos Santos
Fisioterapeuta
São Paulo
Boa noite. Pelo seu relato, imagino que sua filha foi encaminhada à fisioterapia por um medico que a avaliou e descartou a possibilidade de mal formação no quadril, certo? O nome dessa mal formação é displasia do desenvolvimento do quadril (DDQ). Se não passou, vale a pena consultar um especialista em quadril infantil. Esses casos são difíceis de diagnosticar mas quando são diagnosticados na infância, fazem toda a diferença no tratamento. Busque um ortopedista com experiência nesta patologia. ;)
Dr. Robson Sitta
Fisioterapeuta
São Paulo
Olá, seja bem vindo. Seria necessário investigar e avaliar o quadro da sua bebê. Justamente por existirem inúmeras disfunções ortopédicas em recém nascidos/Período da infância. As palmilhas dificilmente tratam essas disfunções, mas ressalto novamente, é necessário avaliar o caso para entender o porquê deste encurtamento e se seria necessário ou não uma intervenção fisioterapêutica.
Na maioria dos casos não se indica palmilha ortopédica nessa fase, pois com 9 meses o corpo ainda está em desenvolvimento e a diferença que parece existir entre as perninhas nem sempre significa que uma seja realmente mais curta. Muitas vezes isso está relacionado à postura, à posição do quadril, à musculatura ou à forma como o bebê se movimenta.
O mais importante é realizar uma boa avaliação para saber se essa diferença é real ou apenas funcional. A partir disso, é possível definir a melhor conduta.

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Julia Maria D Andrea Greve

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