Minha filha recebeu o laudo do seu psiquiatra. Ele a diagnosticou como CID F60.3...tem relação com o
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respostas
Minha filha recebeu o laudo do seu psiquiatra. Ele a diagnosticou como CID F60.3...tem relação com o Transtorno Borderline? Ela é muito impulsiva e nas horas críticas, é agressiva e tbm auto destrutiva (se fere).
Boa tarde. Sim, este CID corresponde ao transtorno de personalidade borderline.
OS remédios ajudam muito na impulsividade, pensamentos de morte, autolesões, mas não se esqueça de que a psicoterapia é imprescindível para a boa resposta ao longo do tempo.
Abraços!
OS remédios ajudam muito na impulsividade, pensamentos de morte, autolesões, mas não se esqueça de que a psicoterapia é imprescindível para a boa resposta ao longo do tempo.
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SIM, PODE SER. BEM QUE O DIAGNÓSTICO DE TRANSTORNO DE PERSONALIDADE SÓ É DADO APÓS OS 18 ANOS ... DE TODAS AS FORMAS, FICO À DISPOSIÇÃO ... ATT DR BARBANTI
Olá!
Sim, tem total relação. Na verdade, o CID F60.3 é exatamente o código médico para o Transtorno de Personalidade Instável (ou Limítrofe), que é o nome técnico e oficial para o que conhecemos popularmente como Transtorno de Personalidade Borderline.
O diagnóstico se divide em dois tipos principais dentro desse código:
Tipo Impulsivo (F60.30): Onde predomina a falta de controle dos impulsos e a instabilidade emocional.
Tipo Borderline (F60.31): Onde, além da impulsividade, aparecem a autoimagem perturbada, sentimentos de vazio e os comportamentos autodestrutivos.
O tratamento baseia-se em mudança de hábito, terapia e acompanhamento psiquiátrico.
Sim, tem total relação. Na verdade, o CID F60.3 é exatamente o código médico para o Transtorno de Personalidade Instável (ou Limítrofe), que é o nome técnico e oficial para o que conhecemos popularmente como Transtorno de Personalidade Borderline.
O diagnóstico se divide em dois tipos principais dentro desse código:
Tipo Impulsivo (F60.30): Onde predomina a falta de controle dos impulsos e a instabilidade emocional.
Tipo Borderline (F60.31): Onde, além da impulsividade, aparecem a autoimagem perturbada, sentimentos de vazio e os comportamentos autodestrutivos.
O tratamento baseia-se em mudança de hábito, terapia e acompanhamento psiquiátrico.
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