Minha filha tem 22 anos, toma Pondera de 25mg para toc, o diagnostico mais claro apos uma depressao

5 respostas
Minha filha tem 22 anos, toma Pondera de 25mg para toc, o diagnostico mais claro apos uma depressao forte, só que nao para de dormir e nao come mais. fala que nao sente fome. o que fazer? se ela para de tomar entra em quadro depressivo?
Bom dia! Tudo bem? A interrupção abrupta e sem acompanhamento de um antidepressivo pode sim gerar piora de sintomas ansiosos e depressivos que podem ocorrer subtamente ou tardiamente, porém se ela está tendo esses sintomas pode ser que ainda esteja deprimida, pois em alguns quadros depressivos há excesso de sono e falta de apetite, ou pode ser efeito colateral da medicação por alguma maior sensibilidade dela, o recomendado é ela passar por uma reavaliação por seu psiquiatra assistente para ser avaliado qual das situações que está ocorrendo para ele observar se o ideal é aumentar medicação ou substituí-la. Caso não consiga acesso ao especialista já em acompanhamento e nem marcação de consulta, sugiro que marque com outro especialista da escolha sua e/ou de sua filha.

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
Meu entendimento é o mesmo da colega acima. Sempre a consulta com o colega que está acompanhando o caso é o mais acertado para fazer as condutas
Bom dia! Sua filha está apresentando comorbidade de TOC, e como falou a colega, é possível que ela tenha sensibilidade a paroxítona pq em princípio essa medicação ganha peso, como efeito colateral da substância paroxetina. O mais aconselhável e fazer uma reavaliação com o médico assistente pelo o agravamento dos sintomas depressivos! Obrigado
Dr. Valter Abelardino
Psiquiatra, Especialista em medicina preventiva
Curitiba
Concordo com os comentários dos colegas acima.
É importante tentar sempre o retorno ou contato com o médico prescritor para esclarecimentos.
Pelo descrito, ela também apresenta problemas depressivos que devem ser reavaliados .
É mais comum a paroxetina aumentar o apetite e fazer ganho de peso depois de um período de uso, por isso é importante a insistência no seguimento do caso, lembrando que esses transtornos muitas vezes demoram para apresentar melhora satisfatória.
Dr. Rubens Mario Mazzini Rodrigues
Psiquiatra
Santo Antônio Da Patrulha
Conforme já foi dito pelos demais colegas, embora o mais comum seja a Paroxetina cause aumento de apetite e de peso, em alguns casos pode causar diminuição e até perda total do apetite (inapetência). A sonolência excessiva também pode ocorrer em pessoas mais sensíveis. Nesse caso o medicamento deve ser suspenso e substituído por outro. A suspensão não deve ser abrupta (pois podem haver sintomas de retirada que podem ser intensos) e deve ser feita sob orientação do médico assistente.

Perguntas relacionadas

Você quer enviar sua pergunta?

Nossos especialistas responderam a 1424 perguntas sobre Pondera
  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.

Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.