Minha filha tem autismo como tomar aristab a uma semana,porém não quer comer nada ,apenas está toman
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Minha filha tem autismo como tomar aristab a uma semana,porém não quer comer nada ,apenas está tomando mamadeira,ela tem 3 anos.
Com o risperidona foi a mesma coisa ,perdeu completamente o apetite por isso doutora mudou para esse,porem segue a mesma coisa
Seria normal isso?
Com o risperidona foi a mesma coisa ,perdeu completamente o apetite por isso doutora mudou para esse,porem segue a mesma coisa
Seria normal isso?
Entendo profundamente sua preocupação, e saiba que você não está sozinha nesse caminho. Cuidar de uma criança com autismo traz desafios, mas também momentos de aprendizado e muita resiliência.
O autismo é um transtorno do desenvolvimento neurológico que afeta a comunicação e o comportamento. Muitas crianças com autismo têm peculiaridades quando se trata de alimentação. Alguns podem ser extremamente seletivos, enquanto outros podem ter aversões sensoriais a certos alimentos ou texturas. Dessa forma, é possível que a resistência da sua filha à alimentação esteja mais relacionada ao autismo do que à medicação em si.
No entanto, é válido considerar os efeitos colaterais das medicações. O risperidona e o aripiprazol são antipsicóticos que, em alguns casos, podem causar alterações no apetite. Mas não podemos esquecer que cada organismo reage de uma maneira, e o que acontece com uma criança pode não acontecer com outra.
Aqui é onde entra a importância da intervenção comportamental, especialmente em crianças mais jovens, como sua filha. Uma terapia alimentar, por exemplo, pode ser extremamente benéfica para ajudar a introduzir novos alimentos e criar uma rotina alimentar saudável. Além disso, um ambiente como uma cozinha terapêutica pode ajudar sua filha a se familiarizar com diferentes alimentos, a experimentar novas texturas e sabores de forma lúdica e educativa.
A combinação de medicação e terapia muitas vezes produz os melhores resultados. Por isso, seria interessante conversar com o neuropediatra sobre uma abordagem mais ampla, integrando outras formas de terapia ao tratamento medicamentoso.
Por último, lembro que, embora seja fundamental buscar informação e entender os possíveis efeitos colaterais da medicação, é igualmente crucial manter uma comunicação aberta com o médico que está acompanhando sua filha. E caso sinta a necessidade de uma segunda opinião ou queira esclarecer mais dúvidas, uma teleconsulta com um neuropediatra bem avaliado nesta plataforma pode ser uma excelente opção. Juntos, vocês encontrarão o melhor caminho para sua filha.
O autismo é um transtorno do desenvolvimento neurológico que afeta a comunicação e o comportamento. Muitas crianças com autismo têm peculiaridades quando se trata de alimentação. Alguns podem ser extremamente seletivos, enquanto outros podem ter aversões sensoriais a certos alimentos ou texturas. Dessa forma, é possível que a resistência da sua filha à alimentação esteja mais relacionada ao autismo do que à medicação em si.
No entanto, é válido considerar os efeitos colaterais das medicações. O risperidona e o aripiprazol são antipsicóticos que, em alguns casos, podem causar alterações no apetite. Mas não podemos esquecer que cada organismo reage de uma maneira, e o que acontece com uma criança pode não acontecer com outra.
Aqui é onde entra a importância da intervenção comportamental, especialmente em crianças mais jovens, como sua filha. Uma terapia alimentar, por exemplo, pode ser extremamente benéfica para ajudar a introduzir novos alimentos e criar uma rotina alimentar saudável. Além disso, um ambiente como uma cozinha terapêutica pode ajudar sua filha a se familiarizar com diferentes alimentos, a experimentar novas texturas e sabores de forma lúdica e educativa.
A combinação de medicação e terapia muitas vezes produz os melhores resultados. Por isso, seria interessante conversar com o neuropediatra sobre uma abordagem mais ampla, integrando outras formas de terapia ao tratamento medicamentoso.
Por último, lembro que, embora seja fundamental buscar informação e entender os possíveis efeitos colaterais da medicação, é igualmente crucial manter uma comunicação aberta com o médico que está acompanhando sua filha. E caso sinta a necessidade de uma segunda opinião ou queira esclarecer mais dúvidas, uma teleconsulta com um neuropediatra bem avaliado nesta plataforma pode ser uma excelente opção. Juntos, vocês encontrarão o melhor caminho para sua filha.
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Entendo sua preocupação, Ariana. Tanto o Aristab (aripiprazol) quanto a risperidona são antipsicóticos atípicos que podem causar perda de apetite como efeito colateral. É importante monitorar a alimentação e o peso da sua filha, especialmente porque ela está em uma fase crucial de crescimento e desenvolvimento.
Aqui estão algumas sugestões para lidar com essa situação:
1. **Comunique-se com o médico**: Informe a médica sobre a perda de apetite persistente. Ela pode ajustar a dosagem ou considerar outras opções de tratamento.
2. **Ofereça alimentos nutritivos**: Tente oferecer alimentos que sejam ricos em nutrientes e calorias, mesmo que em pequenas quantidades. Smoothies, iogurtes e papinhas podem ser boas opções.
3. **Mantenha um diário alimentar**: Anote o que e quanto sua filha está comendo e bebendo. Isso pode ajudar a médica a entender melhor a situação e fazer ajustes necessários.
4. **Apoio emocional**: Ofereça apoio e encorajamento à sua filha durante as refeições. Crie um ambiente tranquilo e sem pressões para comer.
Se a perda de apetite continuar ou se você notar outros sintomas preocupantes, não hesite em procurar atendimento médico. A saúde e o bem-estar da sua filha são prioridades, e é importante garantir que ela receba a nutrição adequada.
Espero que isso ajude. Se precisar de mais informações ou apoio, estou aqui para ajudar!
Aqui estão algumas sugestões para lidar com essa situação:
1. **Comunique-se com o médico**: Informe a médica sobre a perda de apetite persistente. Ela pode ajustar a dosagem ou considerar outras opções de tratamento.
2. **Ofereça alimentos nutritivos**: Tente oferecer alimentos que sejam ricos em nutrientes e calorias, mesmo que em pequenas quantidades. Smoothies, iogurtes e papinhas podem ser boas opções.
3. **Mantenha um diário alimentar**: Anote o que e quanto sua filha está comendo e bebendo. Isso pode ajudar a médica a entender melhor a situação e fazer ajustes necessários.
4. **Apoio emocional**: Ofereça apoio e encorajamento à sua filha durante as refeições. Crie um ambiente tranquilo e sem pressões para comer.
Se a perda de apetite continuar ou se você notar outros sintomas preocupantes, não hesite em procurar atendimento médico. A saúde e o bem-estar da sua filha são prioridades, e é importante garantir que ela receba a nutrição adequada.
Espero que isso ajude. Se precisar de mais informações ou apoio, estou aqui para ajudar!
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