Minha filha usa revoc há dois meses, começou com 50mg depois foi pra 100mg, eu estava dando em dose

3 respostas
Minha filha usa revoc há dois meses, começou com 50mg depois foi pra 100mg, eu estava dando em dose dividida, 50mg pela manhã e 50mg a noite, há 13 dias ela voltou a tomar o 100mg a noite mas tenho leve impressão que ela está acordando mais irritada e ficando mais irritada ao longo do dia. Isso faz sentido?
O Revoc é feito para usar à noite. Ele costuma dar sonolência. Como o uso é pelo efeito contínuo e não pelo horário em que a pessoa toma, não deve ter correlação com o medicamento.

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Dra. Daniele De Faria Gaspar
Psiquiatra, Médico de família
Praia Grande
Olá. Sim, isso pode fazer sentido. A fluvoxamina pode interferir no sono e no nível de ativação dependendo do horário e da forma de uso. Quando a dose é concentrada à noite, em algumas pessoas pode ocorrer sono menos reparador, sonhos mais intensos ou maior agitação noturna, o que pode se refletir em irritabilidade ao acordar e ao longo do dia. Além disso, mesmo após dois meses, ajustes de dose ou de horário ainda podem gerar mudanças no humor. Vale conversar com a médica que acompanha sua filha para avaliar se é melhor retornar à dose dividida ou ajustar o esquema. Caso deseje, fico à disposição para avaliação
Dr. Danylo  Figueredo Cezana
Psiquiatra, Médico clínico geral
Itabela
Sim, faz sentido observar mudança de comportamento após alteração no horário da dose. Alguns antidepressivos (como a fluvoxamina/“Revoc®”) podem causar sonolência em algumas pessoas e ativação/irritabilidade em outras, dependendo da sensibilidade individual e do horário de administração. Ao concentrar 100 mg à noite, pode haver: Alteração da qualidade do sono (mesmo que ela durma); Sono mais fragmentado; Despertar com mais irritabilidade; Maior oscilação ao longo do dia; Também é importante considerar: Idade da paciente, motivo do uso (ansiedade, TOC, depressão etc.), mudanças recentes na rotina, fase de adaptação à dose (ajustes podem levar algumas semanas). Não é recomendado ajustar novamente por conta própria. Vale relatar ao psiquiatra que houve mudança de padrão após alterar o horário.
Às vezes, voltar à dose dividida ou ajustar o horário pode melhorar tolerabilidade — mas isso deve ser decidido pelo médico assistente.

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