Minha mãe tem 67 anos e fibrilação atrial e toma sotalol 160mg divido, metade pela manhã e metade a
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Minha mãe tem 67 anos e fibrilação atrial e toma sotalol 160mg divido, metade pela manhã e metade a noite.
e rivaroxabana 1 vez ao dia.
após o exame (mapa) e estar ficando com a pressão um pouco alta e os batimentos em certos momento, o cardiologista dela acrescentou outro medicamento Bisoprolol 5mg pela manhã que pelo que pesquisei também altera os batimentos, fiquei com vergonha de questionar, é uma relação segura esses medicamentos ?
e rivaroxabana 1 vez ao dia.
após o exame (mapa) e estar ficando com a pressão um pouco alta e os batimentos em certos momento, o cardiologista dela acrescentou outro medicamento Bisoprolol 5mg pela manhã que pelo que pesquisei também altera os batimentos, fiquei com vergonha de questionar, é uma relação segura esses medicamentos ?
Entendo sua preocupação. Tanto o sotalol quanto o bisoprolol realmente atuam reduzindo a frequência cardíaca, então é correto questionar isso. Porém, em alguns pacientes com fibrilação atrial, essa associação pode ser utilizada de forma segura e intencional pelo cardiologista, principalmente quando há episódios de coração acelerado, pressão alta ou necessidade de melhor controle dos sintomas.
O sotalol é um antiarrítmico que também tem efeito betabloqueador. Já o bisoprolol é um betabloqueador mais seletivo, frequentemente usado para ajudar no controle da pressão arterial e da frequência cardíaca. Em algumas situações, doses baixas associadas podem trazer benefício.
O principal ponto de atenção é que essa combinação pode diminuir demais os batimentos ou a pressão em algumas pessoas. Por isso, é importante observar sintomas como:
tontura;
fraqueza excessiva;
desmaios;
falta de ar;
cansaço importante;
batimentos muito baixos (geralmente abaixo de 50 bpm).
Se ela estiver sem sintomas e acompanhada com exames como MAPA, Holter, eletrocardiograma e controle da pressão, muitas vezes a associação é bem tolerada. Além disso, a rivaroxabana não costuma ter interação perigosa direta com esses dois medicamentos; ela é usada para prevenir AVC relacionado à fibrilação atrial.
Então, resumindo: não é uma combinação “proibida” ou necessariamente insegura, mas é uma associação que exige acompanhamento médico e monitorização dos batimentos e da pressão. Vocês fizeram certo em prestar atenção nisso. Na próxima consulta, vale perguntar ao cardiologista qual foi exatamente o objetivo do bisoprolol (controle da pressão, frequência ou ambos) e qual faixa de batimentos ele considera ideal para ela.
O sotalol é um antiarrítmico que também tem efeito betabloqueador. Já o bisoprolol é um betabloqueador mais seletivo, frequentemente usado para ajudar no controle da pressão arterial e da frequência cardíaca. Em algumas situações, doses baixas associadas podem trazer benefício.
O principal ponto de atenção é que essa combinação pode diminuir demais os batimentos ou a pressão em algumas pessoas. Por isso, é importante observar sintomas como:
tontura;
fraqueza excessiva;
desmaios;
falta de ar;
cansaço importante;
batimentos muito baixos (geralmente abaixo de 50 bpm).
Se ela estiver sem sintomas e acompanhada com exames como MAPA, Holter, eletrocardiograma e controle da pressão, muitas vezes a associação é bem tolerada. Além disso, a rivaroxabana não costuma ter interação perigosa direta com esses dois medicamentos; ela é usada para prevenir AVC relacionado à fibrilação atrial.
Então, resumindo: não é uma combinação “proibida” ou necessariamente insegura, mas é uma associação que exige acompanhamento médico e monitorização dos batimentos e da pressão. Vocês fizeram certo em prestar atenção nisso. Na próxima consulta, vale perguntar ao cardiologista qual foi exatamente o objetivo do bisoprolol (controle da pressão, frequência ou ambos) e qual faixa de batimentos ele considera ideal para ela.
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