Minha neta defeca nas roupas, ela tem 6 anos, qdo a mandamos ao banheiro ela diz que não quer ir, e
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Minha neta defeca nas roupas, ela tem 6 anos, qdo a mandamos ao banheiro ela diz que não quer ir, e logo após está com a toda suja de fezes, o que fazer?
Olá, como vai?
Essa situação nós chamamos de encoprese. Em muitos casos, há constipação e a criança acaba não tendo controle dos esfíncteres e defeca em lugares inapropriados, gerando desconforto e vergonha. Porém, no caso de sua neta, no qual ela recusa ir ao banheiro, é possível que haja alguma questão emocional também envolvida. Geralmente, nesses casos, está relacioado a forma em que o pai (figura paterna) dá ou recebe o afeto da criança. Sugiro que tanto criança quanto pais sejam submetidos a psicoterapiaterapia familiar. Os problemas emocionais das crianças e o sintoma que se forma a partir deles, geralmente tem origem nos pais.
Espero ter ajudado! Fico à disposição.
Essa situação nós chamamos de encoprese. Em muitos casos, há constipação e a criança acaba não tendo controle dos esfíncteres e defeca em lugares inapropriados, gerando desconforto e vergonha. Porém, no caso de sua neta, no qual ela recusa ir ao banheiro, é possível que haja alguma questão emocional também envolvida. Geralmente, nesses casos, está relacioado a forma em que o pai (figura paterna) dá ou recebe o afeto da criança. Sugiro que tanto criança quanto pais sejam submetidos a psicoterapiaterapia familiar. Os problemas emocionais das crianças e o sintoma que se forma a partir deles, geralmente tem origem nos pais.
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O comportamento da sua neta pode estar relacionado a diversos fatores, desde causas orgânicas até emocionais, por isso é essencial abordar a questão de forma cuidadosa, sem punições ou broncas, que podem aumentar ainda mais o desconforto da criança e agravar o problema.
O primeiro passo, caso ainda não tenha sido realizado, é garantir que ela passe por um check-up médico completo com o pediatra para excluir causas físicas. Se nenhuma causa médica for identificada, ou mesmo em paralelo à investigação clínica, é altamente recomendável o acompanhamento com um psicólogo infantil. Questões emocionais como ansiedade, dificuldades de adaptação, insegurança, medo, problemas de vínculo ou mesmo eventos estressantes recentes podem se manifestar por meio do corpo, especialmente na infância, fase em que os recursos verbais ainda estão em desenvolvimento.
O primeiro passo, caso ainda não tenha sido realizado, é garantir que ela passe por um check-up médico completo com o pediatra para excluir causas físicas. Se nenhuma causa médica for identificada, ou mesmo em paralelo à investigação clínica, é altamente recomendável o acompanhamento com um psicólogo infantil. Questões emocionais como ansiedade, dificuldades de adaptação, insegurança, medo, problemas de vínculo ou mesmo eventos estressantes recentes podem se manifestar por meio do corpo, especialmente na infância, fase em que os recursos verbais ainda estão em desenvolvimento.
Entendo como isso pode ser angustiante para a família. Quando uma criança de 6 anos faz cocô nas roupas e evita ir ao banheiro, é importante olhar para além do comportamento e tentar entender o que esse corpo está comunicando.
Esse tipo de situação pode ter diferentes causas: desde questões fisiológicas, até fatores emocionais, como ansiedade, insegurança, medos, conflitos familiares ou dificuldades escolares.
O ideal nesse momento é evitar punições, broncas ou envergonhar a criança, pois isso pode aumentar ainda mais a recusa e o sofrimento. O que ela mais precisa é de acolhimento, escuta e segurança emocional. É muito importante que ela seja avaliada por um pediatra, para excluir causas físicas, e também por um psicólogoinfantil, que poderá ajudar a entender o que está por trás desse comportamento e acompanhar com cuidado esse processo.
Esse tipo de situação pode ter diferentes causas: desde questões fisiológicas, até fatores emocionais, como ansiedade, insegurança, medos, conflitos familiares ou dificuldades escolares.
O ideal nesse momento é evitar punições, broncas ou envergonhar a criança, pois isso pode aumentar ainda mais a recusa e o sofrimento. O que ela mais precisa é de acolhimento, escuta e segurança emocional. É muito importante que ela seja avaliada por um pediatra, para excluir causas físicas, e também por um psicólogoinfantil, que poderá ajudar a entender o que está por trás desse comportamento e acompanhar com cuidado esse processo.
Ei...
- Já perguntaram se aconteceu algo de ruim em algum banheiro? Por que ela se recusa a entrar lá, se ela viu algo em algum momento, se é medo ou receio? É um comportamento atípico, mas certamente uma criança de seis anos consegue explicar. Tenham paciência e ouçam ela com cuidado. Pergunte a ela como ela se sentiria melhor para poder usar o banheiro, enquanto isso, proponham uma frauda.
- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.
Abraços
- Já perguntaram se aconteceu algo de ruim em algum banheiro? Por que ela se recusa a entrar lá, se ela viu algo em algum momento, se é medo ou receio? É um comportamento atípico, mas certamente uma criança de seis anos consegue explicar. Tenham paciência e ouçam ela com cuidado. Pergunte a ela como ela se sentiria melhor para poder usar o banheiro, enquanto isso, proponham uma frauda.
- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.
Abraços
Esse comportamento da sua neta é algo que merece atenção com carinho e cuidado, e pode estar relacionado a várias causas — emocionais, físicas ou comportamentais. Não é apenas uma “birra” ou “preguiça”, e sim um sinal de que algo está acontecendo com ela e precisa ser compreendido.
Vamos por partes para te dar um esclarecimento claro:
O que pode estar acontecendo?
1. Encoprese (eliminação fecal involuntária)
É o nome clínico quando uma criança com mais de 4 anos defeca nas roupas de forma repetida, mesmo já tendo idade para controlar os esfíncteres. Pode ter duas causas principais:
Encoprese retentiva (a mais comum):
A criança segura as fezes por muito tempo, por medo, dor ou vergonha.
Isso faz o intestino ficar “lotado”, e as fezes podem acabar saindo involuntariamente, sem que ela perceba.
Em geral, a criança não faz por querer. Às vezes ela nem sente que as fezes saíram.
Encoprese não retentiva (menos comum):
Acontece em casos onde não há constipação, mas pode estar ligada a problemas emocionais, traumas, rejeição, ou conflitos familiares.
Fatores emocionais importantes a observar:
Mudanças recentes na vida da criança (separação dos pais, nascimento de irmãos, mudanças de casa ou escola).
Estresse, ansiedade, insegurança, medo do banheiro ou de ficar sozinha.
Relação com os adultos: se ela se sente pressionada, envergonhada ou criticada, pode segurar as fezes como forma de defesa emocional inconsciente.
O que não fazer:
Não grite, não brigue, não envergonhe. Isso só aumenta o medo, a insegurança e o bloqueio emocional da criança.
Evite frases como "você já é grande pra isso", "que nojo", "faz isso de propósito" — porque quase nunca é proposital.
O que fazer para ajudar:
1. Leve-a ao pediatra
O primeiro passo é avaliar se há constipação intestinal ou outro problema físico.
O médico pode orientar o uso de laxantes leves, mudanças na alimentação ou encaminhamento para psicólogo, se necessário.
2. Estabeleça uma rotina tranquila de ida ao banheiro
Leve-a ao banheiro em horários fixos (ex: após o café da manhã e após o almoço), mesmo que ela diga que não quer.
Fique por perto com paciência, leia um livrinho com ela, sem pressão nem cobrança.
Diga frases positivas:
“Seu corpinho sabe fazer cocô no lugar certo, e eu estou aqui com você.”
3. Crie um ambiente seguro e sem julgamentos
Pode fazer um quadro de incentivo positivo, com adesivos, estrelinhas ou recompensas simbólicas (mas nunca punições).
Quando ela conseguir usar o banheiro, valorize com carinho e não com exagero.
4. Procure um psicólogo infantil
Se o comportamento persistir, um psicólogo pode ajudar a identificar causas emocionais profundas e trabalhar isso com a criança de forma leve e lúdica.
Sua neta está te mostrando, com o corpo, que algo está difícil para ela. E o melhor que vocês podem fazer agora é acolher, observar e ajudar com paciência. Não é um problema incomum — e tem solução com apoio certo.
Vamos por partes para te dar um esclarecimento claro:
O que pode estar acontecendo?
1. Encoprese (eliminação fecal involuntária)
É o nome clínico quando uma criança com mais de 4 anos defeca nas roupas de forma repetida, mesmo já tendo idade para controlar os esfíncteres. Pode ter duas causas principais:
Encoprese retentiva (a mais comum):
A criança segura as fezes por muito tempo, por medo, dor ou vergonha.
Isso faz o intestino ficar “lotado”, e as fezes podem acabar saindo involuntariamente, sem que ela perceba.
Em geral, a criança não faz por querer. Às vezes ela nem sente que as fezes saíram.
Encoprese não retentiva (menos comum):
Acontece em casos onde não há constipação, mas pode estar ligada a problemas emocionais, traumas, rejeição, ou conflitos familiares.
Fatores emocionais importantes a observar:
Mudanças recentes na vida da criança (separação dos pais, nascimento de irmãos, mudanças de casa ou escola).
Estresse, ansiedade, insegurança, medo do banheiro ou de ficar sozinha.
Relação com os adultos: se ela se sente pressionada, envergonhada ou criticada, pode segurar as fezes como forma de defesa emocional inconsciente.
O que não fazer:
Não grite, não brigue, não envergonhe. Isso só aumenta o medo, a insegurança e o bloqueio emocional da criança.
Evite frases como "você já é grande pra isso", "que nojo", "faz isso de propósito" — porque quase nunca é proposital.
O que fazer para ajudar:
1. Leve-a ao pediatra
O primeiro passo é avaliar se há constipação intestinal ou outro problema físico.
O médico pode orientar o uso de laxantes leves, mudanças na alimentação ou encaminhamento para psicólogo, se necessário.
2. Estabeleça uma rotina tranquila de ida ao banheiro
Leve-a ao banheiro em horários fixos (ex: após o café da manhã e após o almoço), mesmo que ela diga que não quer.
Fique por perto com paciência, leia um livrinho com ela, sem pressão nem cobrança.
Diga frases positivas:
“Seu corpinho sabe fazer cocô no lugar certo, e eu estou aqui com você.”
3. Crie um ambiente seguro e sem julgamentos
Pode fazer um quadro de incentivo positivo, com adesivos, estrelinhas ou recompensas simbólicas (mas nunca punições).
Quando ela conseguir usar o banheiro, valorize com carinho e não com exagero.
4. Procure um psicólogo infantil
Se o comportamento persistir, um psicólogo pode ajudar a identificar causas emocionais profundas e trabalhar isso com a criança de forma leve e lúdica.
Sua neta está te mostrando, com o corpo, que algo está difícil para ela. E o melhor que vocês podem fazer agora é acolher, observar e ajudar com paciência. Não é um problema incomum — e tem solução com apoio certo.
Olá!
Indico falar sobre isso à um psicanalista lacaniano, pois algo aponta nessa situação. Falar com um especialista, é uma via para você ajudar a sua neta.
Indico falar sobre isso à um psicanalista lacaniano, pois algo aponta nessa situação. Falar com um especialista, é uma via para você ajudar a sua neta.
A criança pode ter conflitos latentes , ou aparentes relacionados a algum desamparo vivenciado que não pôde ser nomeado, elaborado. É importante buscar um profissional para que tais conflitos possam ser trabalhados através de uma ludoterapia eficaz . A criança está sinalizando através desse sintoma que tem algo que precisa ser pensado.
“Entendo sua preocupação. Aos 6 anos, a criança geralmente já tem controle das eliminações, então episódios frequentes de evacuar nas roupas podem indicar questões emocionais ou até físicas. O ideal é evitar broncas ou punições, pois isso pode piorar a situação.
Recomendo uma avaliação médica para descartar causas físicas, como constipação ou encoprese, e também iniciar um acompanhamento psicológico. Assim poderemos entender o que essa criança está expressando por meio do comportamento, acolher suas emoções e orientar a família com estratégias respeitosas e eficazes.”
Recomendo uma avaliação médica para descartar causas físicas, como constipação ou encoprese, e também iniciar um acompanhamento psicológico. Assim poderemos entender o que essa criança está expressando por meio do comportamento, acolher suas emoções e orientar a família com estratégias respeitosas e eficazes.”
Boa tarde!
Quando sua neta fala que não quer ir ao banheiro, de fato ela não quer ir, é importante buscar as razões, as vezes a criança quer brincar ou fazer qualquer outra coisa do que ir defecar, pode ser incômodo, ou ter outra situação que pode até gerar bloqueios. Busque ajuda profissional de um médico e até Psicólogo para investigar e auxiliar, o quanto antes resolver melhor, não é bom prolongar essa dificuldade.
Quando sua neta fala que não quer ir ao banheiro, de fato ela não quer ir, é importante buscar as razões, as vezes a criança quer brincar ou fazer qualquer outra coisa do que ir defecar, pode ser incômodo, ou ter outra situação que pode até gerar bloqueios. Busque ajuda profissional de um médico e até Psicólogo para investigar e auxiliar, o quanto antes resolver melhor, não é bom prolongar essa dificuldade.
Olá. Primeiramente é muito importante procurar um médico para avaliar se são causas físico-orgânicas, para a incontinência fecal, em crianças. Pode ser: uma causa físico-orgânica - uma anomalia anal - uma doença como a Hirschsprung - ou uma doença celíaca, entre outras possíveis causas. Em um destes casos, necessário se faz procurar um médico especialista. Há causas ou problemas emocionais e/ou psicológicos, em que as crianças são emocionalmente dependentes e inseguras, e a incontinência fecal ou encoprese, torna-se uma forma de expressar sentimentos de oposição - de frustração - ansiedade - diante de situações da dinâmica discursiva e comportamental da configuração familiar, em que a criança sente-se ameaçada - desvalorizada - desprotegida - tensa emocionalmente - com carência de acolhimento e afeto, instituindo-se, assim, o conflito do poder (autoridade parental) e do controle emocional da criança, no meio ambiente em que vive. Portanto, deve procurar um médico especialista e um psicólogo (a), para desvendar as causas reais desta dificuldade da criança, e, iniciar logo o tratamento.
Eu penso que seria interessante uma abordagem menos direta, trazer o conforto de estar com as roupas limpas e cheirosas, de nao estar com o corpo sujo, e poder fazer o que as crianças nessa idade gostam, como brincar o quanto antes resolver essa situação são do interesse dela própria.
Seria importante realizar uma consulta com um psicoterapeuta para compreender o que está acontecendo com ela. Nesses casos é importante casos o psicólogo também deve atender os cuidadores dessa criança.
Olá, como tem passado?
Esse comportamento, de uma perspectiva psicanalítica, não é simplesmente uma “birra” ou “desobediência”, mas um sinal importante de que algo está em jogo no nível psíquico, algo que precisa ser escutado com muito cuidado. Quando um comportamento como esse persiste aos 6 anos, ele pode ser entendido como um sintoma que expressa conflitos inconscientes relacionados ao controle, à autonomia, ao prazer e à relações com figuras externas.
A recusa em ir ao banheiro e a escolha de fazer nas roupas podem ser uma forma de dizer algo pelo corpo que não está sendo dito pelas palavras. O que será que essa recusa quer comunicar? Que mensagem está sendo deixada na forma de fezes, que não pôde ser dita em palavras?
Por isso, mais do que insistir em punições, broncas ou pressões, é fundamental oferecer um espaço de escuta acolhedora. Além disso, pode ser muito valioso buscar uma avaliação com um psicólogo infantil, de preferência com formação psicanalítica, para ajudar a compreender o sentido profundo desse sintoma. O objetivo não é “corrigir” o comportamento, mas escutar o que ele quer dizer.
Espero ter ajudado, sigo à disposição para conversar mais sobre essas questões.
Esse comportamento, de uma perspectiva psicanalítica, não é simplesmente uma “birra” ou “desobediência”, mas um sinal importante de que algo está em jogo no nível psíquico, algo que precisa ser escutado com muito cuidado. Quando um comportamento como esse persiste aos 6 anos, ele pode ser entendido como um sintoma que expressa conflitos inconscientes relacionados ao controle, à autonomia, ao prazer e à relações com figuras externas.
A recusa em ir ao banheiro e a escolha de fazer nas roupas podem ser uma forma de dizer algo pelo corpo que não está sendo dito pelas palavras. O que será que essa recusa quer comunicar? Que mensagem está sendo deixada na forma de fezes, que não pôde ser dita em palavras?
Por isso, mais do que insistir em punições, broncas ou pressões, é fundamental oferecer um espaço de escuta acolhedora. Além disso, pode ser muito valioso buscar uma avaliação com um psicólogo infantil, de preferência com formação psicanalítica, para ajudar a compreender o sentido profundo desse sintoma. O objetivo não é “corrigir” o comportamento, mas escutar o que ele quer dizer.
Espero ter ajudado, sigo à disposição para conversar mais sobre essas questões.
É importante entender que essa recusa em ir ao banheiro e as defecações nas roupas podem estar relacionadas a fatores emocionais, de desenvolvimento ou comportamentais. O ideal é observar se há algum medo, ansiedade ou dificuldade de controle dos esfíncteres. Procurar um psicólogo infantil ou um pediatra pode ajudar a identificar a causa e orientar estratégias adequadas para apoiar a criança
Psicoterapia. Se já foi descartado todos os problemas fisiológicos, fez exames intestinais e não indicaram nenhuma alteração, a causa pode ser emocional.
Entendo sua preocupação, e é importante saber que o comportamento da sua neta pode ter várias causas, desde questões físicas até emocionais ou comportamentais. Com 6 anos, muitas crianças já têm controle do esfíncter, mas dificuldades podem ocorrer por diferentes motivos.
O primeiro passo é levar sua neta a um pediatra para descartar causas físicas, como constipação, infecções ou outros problemas que possam dificultar o controle intestinal.
Se estiver tudo bem fisicamente, pode ser que ela esteja passando por algum tipo de resistência, medo ou dificuldade emocional que a faça evitar ir ao banheiro. Nessas situações, é importante ter paciência, conversar com carinho, sem pressionar ou punir, para entender o que ela sente e ajudá-la a superar essa fase.
Um acompanhamento com um psicólogo infantil pode ser muito útil para identificar o que está acontecendo e trabalhar estratégias para apoiar sua neta nesse processo, ajudando-a a desenvolver a autonomia e o controle necessário.
Se desejar, posso ajudar a acompanhar sua neta e oferecer um suporte acolhedor para ela e para a família nesse momento.
Estou à disposição para conversar quando quiser.
O primeiro passo é levar sua neta a um pediatra para descartar causas físicas, como constipação, infecções ou outros problemas que possam dificultar o controle intestinal.
Se estiver tudo bem fisicamente, pode ser que ela esteja passando por algum tipo de resistência, medo ou dificuldade emocional que a faça evitar ir ao banheiro. Nessas situações, é importante ter paciência, conversar com carinho, sem pressionar ou punir, para entender o que ela sente e ajudá-la a superar essa fase.
Um acompanhamento com um psicólogo infantil pode ser muito útil para identificar o que está acontecendo e trabalhar estratégias para apoiar sua neta nesse processo, ajudando-a a desenvolver a autonomia e o controle necessário.
Se desejar, posso ajudar a acompanhar sua neta e oferecer um suporte acolhedor para ela e para a família nesse momento.
Estou à disposição para conversar quando quiser.
Tem sintomas de problemas emocionais, com relação a abandono e repressão, mas é raso sem conhecer a criança e seu entorno, o ideal é procurar uma psicóloga (o) infantil
Olá. Essa situação que você está vivendo com sua neta é delicada e, ao mesmo tempo, muito importante de ser olhada com sensibilidade e atenção. A evacuação nas roupas aos 6 anos não é algo esperado para a idade, e pode estar relacionada a vários fatores; físicos, emocionais ou comportamentais. Fatores fisiológicos como prisão de ventre crônica, retenção voluntária de fezes ou escape fecal (encoprese funcional) podem causar esse tipo de acidente. Às vezes a criança evita ir ao banheiro por dor, medo ou desconforto ao evacuar. Fatores emocionais: Mudanças na rotina (escola, nascimento de irmão, separação dos pais, conflitos familiares) podem se manifestar pelo corpo. A recusa em ir ao banheiro pode ser uma forma de expressar resistência, ansiedade ou tentativa de controle num momento em que ela se sente insegura. Dificuldades no desenvolvimento emocional ou comportamental: Em alguns casos, pode haver dificuldades de autorregulação, atraso no controle esfincteriano ou até sinais iniciais de algum transtorno do neurodesenvolvimento. Isso não significa um diagnóstico definitivo, mas reforça a importância de avaliação. É importante que vocês evitem broncas ou punições. A criança pode já estar com vergonha ou sem entender por que isso acontece. Repreensões podem piorar a situação. Conversem com calma, sem pressão; perguntem com afeto: “O que você sente quando precisa ir ao banheiro?”, “Tem alguma coisa que te incomoda quando vai lá?” Marquem uma consulta médica: O primeiro passo é procurar um(a) pediatra ou gastroenterologista infantil para excluir causas orgânicas ou funcionais. Procurem um(a) psicólogo(a) infantil: A psicoterapia vai ajudar a entender o que pode estar por trás desse comportamento: medos, inseguranças, conflitos, dificuldades emocionais ou atraso no desenvolvimento de habilidades. Esse tipo de comportamento não é “birra” nem “preguiça”, e sim um sinal de que algo não está bem; eja no corpo, nas emoções ou na dinâmica ao redor da criança. E o melhor caminho é acolher, investigar com profissionais adequados e oferecer apoio com paciência.
É importante investigar as possíveis causas do problema de forma cuidadosa. O ideal é começar com uma consulta ao pediatra ou a um gastroenterologista infantil, para descartar causas físicas, como distúrbios gastrointestinais ou outras condições clínicas. Também é recomendável buscar o apoio de um psicólogo infantil, que poderá avaliar se há fatores emocionais ou comportamentais contribuindo para a situação.
Olá
Caso tenha o diagnóstico de encoprese, suporte psicológico e psiquiátrico são importantes pelo aspectos emocionais envolvidos. Mas, caso ainda não tenha sido diagnosticada por algum médico, é interessante suporte de algum profissional gastroenterologista pediátrico ou um coloproctologista. A partir da avalição desses profissionais, possa ser pensado a necessidade de acompanhamento psicológico ou psiquiátrico também. Espero ter ajudado.
Caso tenha o diagnóstico de encoprese, suporte psicológico e psiquiátrico são importantes pelo aspectos emocionais envolvidos. Mas, caso ainda não tenha sido diagnosticada por algum médico, é interessante suporte de algum profissional gastroenterologista pediátrico ou um coloproctologista. A partir da avalição desses profissionais, possa ser pensado a necessidade de acompanhamento psicológico ou psiquiátrico também. Espero ter ajudado.
Procure ajuda profissional a fim de que o mesmo compreenda a rotina da criança e possa auxiliá-la a lidar com essa questão.
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