Neuleptil 4% causa algum tipo de alucinações? Meu filho começou a tomar e percebi que ele mudou o
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Neuleptil 4% causa algum tipo de alucinações?
Meu filho começou a tomar e percebi que ele mudou o comportamento vive c medo de tudo e fica falando que está vendo um monstro
Meu filho começou a tomar e percebi que ele mudou o comportamento vive c medo de tudo e fica falando que está vendo um monstro
Entendo a sua preocupação ao ver mudanças no comportamento do seu filho após o início do Neuleptil (periciazina). Esse medicamento, usado principalmente para tratar agitação e outros sintomas comportamentais, pode, em alguns casos, ter efeitos colaterais, incluindo alterações de humor e até aumento de medos ou sensação de inquietação. No entanto, alucinações visuais, como ver "monstros" ou figuras estranhas, são incomuns com o Neuleptil. Ainda assim, crianças no espectro autista podem experimentar essas percepções sensoriais alteradas, que se assemelham a alucinações, mas não são propriamente isso.
Vou compartilhar um caso semelhante. Tive um paciente autista que relatava a presença de um "menino" que via em casa. Essa "visão" era constante e aumentava sua ansiedade. Esse fenômeno é descrito em algumas crianças como uma forma de percepção sensorial atípica, conhecida como “metamorfose perceptiva” (ou perception metamorphosis phenomenon, PMP). Nessas situações, elas podem ver ou sentir o ambiente de maneira única e intensa, como se captassem detalhes invisíveis para nós. São percepções reais para elas, mesmo que para outros não existam. Em crianças com TEA, essas percepções podem ser uma maneira peculiar de traduzir medos, angústias ou simplesmente de processar o mundo ao redor, que às vezes é complexo e confuso.
Para o caso do seu filho, essas mudanças comportamentais podem ser uma combinação dos efeitos da medicação com o modo particular como ele vivencia o ambiente. É importante comunicar essas mudanças ao neuropediatra ou psiquiatra infantil que acompanha o tratamento dele. Eles poderão avaliar se é o caso de ajustar a dose, considerar outra medicação ou adotar estratégias de apoio psicológico para lidar com essas percepções.
Uma teleconsulta pode ser muito útil e conveniente para discutir esses sintomas sem necessidade de deslocamento. Em plataformas como a Doctoralia, é possível encontrar especialistas altamente recomendados, prontos para oferecer uma segunda opinião ou orientações práticas para casos como esse.
Vou compartilhar um caso semelhante. Tive um paciente autista que relatava a presença de um "menino" que via em casa. Essa "visão" era constante e aumentava sua ansiedade. Esse fenômeno é descrito em algumas crianças como uma forma de percepção sensorial atípica, conhecida como “metamorfose perceptiva” (ou perception metamorphosis phenomenon, PMP). Nessas situações, elas podem ver ou sentir o ambiente de maneira única e intensa, como se captassem detalhes invisíveis para nós. São percepções reais para elas, mesmo que para outros não existam. Em crianças com TEA, essas percepções podem ser uma maneira peculiar de traduzir medos, angústias ou simplesmente de processar o mundo ao redor, que às vezes é complexo e confuso.
Para o caso do seu filho, essas mudanças comportamentais podem ser uma combinação dos efeitos da medicação com o modo particular como ele vivencia o ambiente. É importante comunicar essas mudanças ao neuropediatra ou psiquiatra infantil que acompanha o tratamento dele. Eles poderão avaliar se é o caso de ajustar a dose, considerar outra medicação ou adotar estratégias de apoio psicológico para lidar com essas percepções.
Uma teleconsulta pode ser muito útil e conveniente para discutir esses sintomas sem necessidade de deslocamento. Em plataformas como a Doctoralia, é possível encontrar especialistas altamente recomendados, prontos para oferecer uma segunda opinião ou orientações práticas para casos como esse.
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