. O cérebro da pessoa com fibromialgia "trabalha mais"?
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. O cérebro da pessoa com fibromialgia "trabalha mais"?
Do ponto de vista psicológico, podemos compreender que, na Fibromialgia, o cérebro tende a permanecer em um estado de hipervigilância como se estivesse constantemente em alerta.
Quando a dor é persistente, o sistema nervoso passa a monitorar o corpo de forma mais intensa. Esse estado contínuo de atenção à dor pode gerar sensação de esgotamento mental, dificuldade de concentração e a chamada “névoa mental”.
Além disso, viver com dor crônica exige um esforço emocional significativo. A pessoa frequentemente precisa administrar limitações físicas, frustrações, incompreensões sociais e preocupações com desempenho profissional e familiar. Esse conjunto também consome energia psíquica.
Portanto, não se trata apenas de o cérebro “trabalhar mais”, mas de estar muitas vezes trabalhando sob tensão constante.
Quando a dor é persistente, o sistema nervoso passa a monitorar o corpo de forma mais intensa. Esse estado contínuo de atenção à dor pode gerar sensação de esgotamento mental, dificuldade de concentração e a chamada “névoa mental”.
Além disso, viver com dor crônica exige um esforço emocional significativo. A pessoa frequentemente precisa administrar limitações físicas, frustrações, incompreensões sociais e preocupações com desempenho profissional e familiar. Esse conjunto também consome energia psíquica.
Portanto, não se trata apenas de o cérebro “trabalhar mais”, mas de estar muitas vezes trabalhando sob tensão constante.
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Essa é uma pergunta muito importante.
Não é que o cérebro da pessoa com fibromialgia “trabalhe mais” no sentido de ser mais produtivo ou mais ativo o tempo todo. O que acontece é que ele pode estar processando a dor de forma diferente.
Na fibromialgia, o sistema nervoso fica mais sensível aos estímulos como se o “volume” da dor estivesse aumentado. Sensações que para outras pessoas seriam leves ou até neutras podem ser interpretadas pelo cérebro como dolorosas. Esse fenômeno é chamado de sensibilização central.
Ou seja, o cérebro não está “inventando” a dor ele está realmente percebendo e processando os sinais de maneira ampliada.
Além disso, o cérebro pode ficar em estado constante de alerta, o que gera cansaço mental, dificuldade de concentração e sensação de esgotamento. É como se o sistema estivesse sempre “ligado”, monitorando ameaças.
Por isso, o tratamento costuma envolver não só medicação (quando indicada), mas também estratégias psicológicas, manejo do estresse, melhora do sono e atividade física gradual tudo isso ajuda a “regular” esse sistema de alerta.
Resumindo: não é que o cérebro trabalhe mais, mas ele pode estar hipersensível, interpretando os sinais do corpo de forma mais intensa.
Fico a disposição!
Atenciosamente Psicologa Raquel Saturnina
Não é que o cérebro da pessoa com fibromialgia “trabalhe mais” no sentido de ser mais produtivo ou mais ativo o tempo todo. O que acontece é que ele pode estar processando a dor de forma diferente.
Na fibromialgia, o sistema nervoso fica mais sensível aos estímulos como se o “volume” da dor estivesse aumentado. Sensações que para outras pessoas seriam leves ou até neutras podem ser interpretadas pelo cérebro como dolorosas. Esse fenômeno é chamado de sensibilização central.
Ou seja, o cérebro não está “inventando” a dor ele está realmente percebendo e processando os sinais de maneira ampliada.
Além disso, o cérebro pode ficar em estado constante de alerta, o que gera cansaço mental, dificuldade de concentração e sensação de esgotamento. É como se o sistema estivesse sempre “ligado”, monitorando ameaças.
Por isso, o tratamento costuma envolver não só medicação (quando indicada), mas também estratégias psicológicas, manejo do estresse, melhora do sono e atividade física gradual tudo isso ajuda a “regular” esse sistema de alerta.
Resumindo: não é que o cérebro trabalhe mais, mas ele pode estar hipersensível, interpretando os sinais do corpo de forma mais intensa.
Fico a disposição!
Atenciosamente Psicologa Raquel Saturnina
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