O que a logoterapia diz sobre a liberdade de escolha em uma situação de bullying?

O que a logoterapia diz sobre a liberdade de escolha em uma situação de bullying?

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A Logoterapia ajuda vítimas de bullying ao trabalhar o sentido do sofrimento e a liberdade de escolha. Mesmo não podendo evitar a agressão, a pessoa pode escolher como reagir, fortalecer sua autoestima e transformar a dor em crescimento. Atendimentos online e presenciais

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No bullying, o estímulo (agressão, humilhação, ataque verbal) não depende da vítima. Mas existe um espaço interno, onde a pessoa ainda pode escolher: como responder, o que aquilo significa para ela, que postura vai adotar, quem ela quer ser diante daquela dor. Essa é a liberdade última — que ninguém pode tirar.Frankl nunca disse que a pessoa deve “aceitar” abusos. Ele ensina que a vítima tem liberdade para buscar sentido e ação, não para aguentar calada. Em bullying, isso significa: escolher se proteger, escolher denunciar, escolher se afastar, escolher não internalizar as agressões, escolher quem ela quer se tornar após isso. Ou seja: a liberdade é ativa, não passiva. 3. O bullying tenta “roubar” o valor da pessoa — mas a Logoterapia devolve O agressor tenta reduzir a vítima a: um rótulo, uma fraqueza, um defeito, um apelido, uma humilhação. Frankl afirma que o ser humano é sempre maior que seu sofrimento: “O ser humano é aquele que sempre decide quem ele é.” Mesmo ferida, a pessoa mantém: sua dignidade, sua consciência, sua identidade, seu valor, sua capacidade de escolha. A Logoterapia reforça o autodistanciamento: — não sou o que fizeram comigo; sou quem escolho ser diante disso.


A logoterapia diz que, mesmo no bullying, a pessoa não controla o que acontece, mas controla sua atitude diante disso. Ela enfatiza a liberdade interna de escolher como responder ao sofrimento. E ajuda a encontrar sentido, sem se definir pelo papel de vítima.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.