O que a pessoa pode fazer para ajudar no tratamento para o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

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O que a pessoa pode fazer para ajudar no tratamento para o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?
A melhor forma de colaborar com o tratamento é não tentar enfrentá-lo sozinho. O TOC costuma se fortalecer quando a pessoa entra em luta direta com o pensamento, tenta controlá-lo, negá-lo ou racionalizá-lo. O que ajuda é sustentar um espaço terapêutico em que ela possa observar como esse pensamento se organiza, qual é a função que ele cumpre na sua dinâmica psíquica e como ele se articula com a angústia. Também é importante manter continuidade do tratamento, seguir orientações clínicas, não abandonar a medicação sem supervisão e não transformar o sintoma em segredo, porque é justamente no silêncio que ele cresce.

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 Raquel Do Prado Xavier
Psicólogo, Psicanalista
Uberlândia
Ir ao psicólogo varias vezes por semana e muitas vezes ao psiquiatra, pois existem medicações. A pessoa precisa ser conduzida no tratamento e ter algúem que se reponsabilize por ela, pois sozinha neste estado, pode não conseguir pensar e se organizar. Mas não há regra geral e cada um lida com o problema de um jeito muito particular e cabe aos profissionais ajudar a pensar. Tudo depende da intensidade, frequencia e durabilidade dos sintomas. Abraços
O tratamento avança quando a pessoa consegue falar sobre o que a angustia de uma maneira geral, para além dos sintomas. As obsessões e compulsões não são apenas hábitos; são formas de tentar organizar algo interno que escapa ao controle. Por isso, ajudar no tratamento significa se permitir investigar o que há por trás dos sintomas , e não apenas tentar eliminá-los à qualquer custo.

É importante também não se culpar pelos pensamentos intrusivos. Eles dizem mais sobre conflitos internos do que sobre intenções reais. Dar lugar a essas experiências no espaço terapêutico — nomeá-las, compreender como surgem — é o que permite que novas saídas psíquicas possam aparecer.

A constância no processo e a disposição de olhar para o próprio sofrimento com curiosidade, e não com punição, já são movimentos profundos de cuidado.
Estou à disposição.

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