O que é dissociação no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
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O que é dissociação no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
Olá, tudo bem? No Transtorno de Personalidade Borderline, a dissociação pode ser entendida como uma alteração temporária na forma como a pessoa percebe a si mesma, o corpo, as emoções ou o ambiente ao redor, geralmente em momentos de estresse intenso. É como se a mente tentasse criar uma distância da dor emocional quando aquilo parece grande demais para ser processado naquele momento.
A pessoa pode relatar sensação de estar “desligada”, de agir no automático, de se sentir estranha em relação ao próprio corpo, de perceber o mundo como distante ou irreal, ou de ter dificuldade para lembrar com clareza de alguns momentos emocionalmente marcantes. Isso não significa necessariamente perda de contato permanente com a realidade, nem deve ser confundido automaticamente com psicose. Em muitos casos, a dissociação aparece como uma resposta de proteção diante de medo, vergonha, conflito, rejeição percebida ou lembranças emocionais muito ativadas.
Algumas perguntas ajudam a compreender melhor esse fenômeno: em quais situações essa sensação de desligamento costuma aparecer? Ela surge depois de discussões, medo de abandono, críticas ou momentos de grande ansiedade? A pessoa percebe sinais no corpo antes de se desconectar, como tensão, dormência emocional ou sensação de confusão? Essas pistas ajudam a identificar gatilhos e a construir formas mais seguras de retomar presença.
Na psicoterapia, a dissociação pode ser trabalhada com cuidado, ajudando a pessoa a reconhecer os sinais iniciais, nomear emoções, fortalecer a percepção corporal e desenvolver recursos de regulação antes que a desconexão fique muito intensa. Quando os episódios são frequentes, causam prejuízo importante ou vêm acompanhados de muita confusão, também pode ser indicado avaliar o acompanhamento psiquiátrico ou neuropsicológico, conforme o caso.
Caso precise, estou à disposição.
A pessoa pode relatar sensação de estar “desligada”, de agir no automático, de se sentir estranha em relação ao próprio corpo, de perceber o mundo como distante ou irreal, ou de ter dificuldade para lembrar com clareza de alguns momentos emocionalmente marcantes. Isso não significa necessariamente perda de contato permanente com a realidade, nem deve ser confundido automaticamente com psicose. Em muitos casos, a dissociação aparece como uma resposta de proteção diante de medo, vergonha, conflito, rejeição percebida ou lembranças emocionais muito ativadas.
Algumas perguntas ajudam a compreender melhor esse fenômeno: em quais situações essa sensação de desligamento costuma aparecer? Ela surge depois de discussões, medo de abandono, críticas ou momentos de grande ansiedade? A pessoa percebe sinais no corpo antes de se desconectar, como tensão, dormência emocional ou sensação de confusão? Essas pistas ajudam a identificar gatilhos e a construir formas mais seguras de retomar presença.
Na psicoterapia, a dissociação pode ser trabalhada com cuidado, ajudando a pessoa a reconhecer os sinais iniciais, nomear emoções, fortalecer a percepção corporal e desenvolver recursos de regulação antes que a desconexão fique muito intensa. Quando os episódios são frequentes, causam prejuízo importante ou vêm acompanhados de muita confusão, também pode ser indicado avaliar o acompanhamento psiquiátrico ou neuropsicológico, conforme o caso.
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A dissociação é um estado de desconexão parcial da consciência, memória, identidade ou percepção. No TPB, ela surge em momentos de estresse intenso, funcionando como mecanismo de proteção contra emoções avassaladoras. O paciente pode sentir-se “desligado”, “irreal”, com memória fragmentada ou sensação de estar observando a si mesmo de fora.
A dissociação reduz sofrimento imediato, mas prejudica memória, atenção e continuidade da experiência emocional. Ela também contribui para comportamentos impulsivos, pois reduz a capacidade de avaliar riscos e consequências. A terapia busca reduzir a frequência desses episódios e fortalecer a capacidade de permanecer presente durante emoções intensas.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Atendimento on-line em todo o Brasil e presencialmente em Vitória-ES
Abraços
A dissociação é um estado de desconexão parcial da consciência, memória, identidade ou percepção. No TPB, ela surge em momentos de estresse intenso, funcionando como mecanismo de proteção contra emoções avassaladoras. O paciente pode sentir-se “desligado”, “irreal”, com memória fragmentada ou sensação de estar observando a si mesmo de fora.
A dissociação reduz sofrimento imediato, mas prejudica memória, atenção e continuidade da experiência emocional. Ela também contribui para comportamentos impulsivos, pois reduz a capacidade de avaliar riscos e consequências. A terapia busca reduzir a frequência desses episódios e fortalecer a capacidade de permanecer presente durante emoções intensas.
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Psicólogo Fernando Segundo
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Abraços
A dissociação no Transtorno de Personalidade Borderline refere-se a uma ruptura temporária na integração da consciência, memória, identidade ou percepção, geralmente desencadeada por estresse intenso, em que o sujeito pode sentir-se desconectado de si mesmo ou da realidade, como se estivesse “anestesiado” ou observando tudo de fora, e do ponto de vista neuropsicológico isso aparece como uma forma de proteção diante de sobrecarga emocional, enquanto na leitura psicanalítica pode ser compreendido como um fracasso momentâneo da simbolização, onde o psiquismo recua para evitar um afeto insuportável, de modo que trabalhar essas experiências em análise permite gradualmente reintegrar o que foi cindido e construir maior continuidade do eu, então se algo disso faz sentido na sua vivência, podemos pensar isso juntos em um processo terapêutico.
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