O que é “instabilidade de objeto interno” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
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O que é “instabilidade de objeto interno” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
A instabilidade de objeto interno no Transtorno de Personalidade Borderline refere-se à dificuldade de manter uma imagem estável e integrada de si e do outro ao longo do tempo. A pessoa pode oscilar entre perceber alguém como totalmente bom ou totalmente ruim, dependendo do momento emocional, o que impacta diretamente os vínculos e a forma como se sente nas relações, gerando insegurança, medo de abandono e mudanças bruscas na forma de se relacionar.
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Que pergunta interessante, obrigado por trazê-la. A instabilidade de objeto interno no TPB se refere à dificuldade de manter uma imagem estável e integrada de si mesmo e das pessoas importantes, então o outro pode passar rapidamente de idealizado a devalorizado, ou o paciente pode se sentir ora grandioso, ora vazio e ruim, sem um senso contínuo de quem é. Isso gera sofrimento intenso nos relacionamentos e na autoestima. Se você está estudando isso ou vivenciando algo nesse sentido, seria um prazer conversarmos com mais calma sobre o tema e suas implicações, podemos marcar uma sessão para aprofundarmos juntos.
Vinícius.
Vinícius.
No Transtorno de Personalidade Borderline, “instabilidade de objeto interno” refere-se à dificuldade de manter representações internas estáveis, contínuas e integradas das pessoas significativas (os “objetos internos”) quando elas não estão presentes ou mesmo quando há variações na interação. Em condições mais integradas, é possível sustentar uma imagem do outro que inclui aspectos positivos e negativos ao mesmo tempo, preservando a continuidade do vínculo apesar de conflitos. Quando essa integração é instável, especialmente sob alta ativação emocional, a representação interna do outro pode mudar abruptamente, como se fosse substituída por outra, levando a oscilações entre idealização e desvalorização. Isso afeta diretamente a experiência de abandono, já que a ausência ou frustração pode ser vivida como perda total do objeto interno, contribuindo para intensas reações afetivas e relacionais.
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