O que é síndrome de borderline e como agir em uma crise?
2
respostas
O que é síndrome de borderline e como agir em uma crise?
O Transtorno de Personalidade Borderline é caracterizado por intensa instabilidade emocional, dificuldade nos relacionamentos, impulsividade e medo de abandono. Durante uma crise, a pessoa pode sentir emoções muito intensas, como raiva, tristeza profunda ou desespero.
O ideal nesses momentos é oferecer acolhimento, escuta sem julgamentos e, se possível, incentivar o uso de estratégias de regulação emocional previamente trabalhadas em terapia (como técnicas de respiração, grounding ou distrações saudáveis). Em situações de risco, é importante buscar ajuda profissional imediata.
O ideal nesses momentos é oferecer acolhimento, escuta sem julgamentos e, se possível, incentivar o uso de estratégias de regulação emocional previamente trabalhadas em terapia (como técnicas de respiração, grounding ou distrações saudáveis). Em situações de risco, é importante buscar ajuda profissional imediata.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Olá, tudo bem? A sua pergunta é muito importante, porque o termo “síndrome de borderline” ainda é usado por muitas pessoas, mas o nome correto é Transtorno de Personalidade Borderline ou TPB. Não é uma “síndrome” no sentido clássico da palavra, e sim um padrão emocional muito intenso que envolve uma sensibilidade profunda, medo de abandono, impulsividade e uma dificuldade grande de regular sentimentos que chegam com muita força. Corrigir isso não é só precisão técnica, é também uma forma de reduzir estigmas, já que o TPB não define quem a pessoa é, apenas descreve como ela sente e reage diante do mundo.
Quando pensamos em crise, estamos falando de momentos em que a emoção sobe tão rápido que parece impossível organizar pensamentos. A pessoa pode sentir desespero, raiva, medo de perder alguém ou um vazio que dói por dentro. Agir nesses momentos exige mais presença do que soluções. A crise não melhora com bronca ou racionalização, porque o sistema emocional está no modo máximo. É como se, por alguns instantes, o corpo estivesse dizendo “não estou seguro”. Vale observar como você se sente nesses momentos também. O que te assusta? O que te impede de se aproximar? O que você percebe que a pessoa realmente tenta comunicar quando está assim? E desde quando isso acontece?
O que ajuda é transmitir estabilidade emocional, falar de forma calma e firme, sem confrontar a dor da pessoa. Limites podem existir, mas precisam ser comunicados com gentileza, senão o sistema emocional interpreta como abandono. Em situações mais graves, especialmente quando há risco para a própria vida ou impulsividade extrema, o apoio psiquiátrico se torna necessário junto ao acompanhamento psicológico.
Se você está convivendo com alguém que passa por isso, ou se essa pergunta tem relação com o que você vive, entender esses mecanismos já muda muito a forma de lidar. Crises não significam falta de caráter, significam sofrimento intenso. Caso precise, estou à disposição.
Quando pensamos em crise, estamos falando de momentos em que a emoção sobe tão rápido que parece impossível organizar pensamentos. A pessoa pode sentir desespero, raiva, medo de perder alguém ou um vazio que dói por dentro. Agir nesses momentos exige mais presença do que soluções. A crise não melhora com bronca ou racionalização, porque o sistema emocional está no modo máximo. É como se, por alguns instantes, o corpo estivesse dizendo “não estou seguro”. Vale observar como você se sente nesses momentos também. O que te assusta? O que te impede de se aproximar? O que você percebe que a pessoa realmente tenta comunicar quando está assim? E desde quando isso acontece?
O que ajuda é transmitir estabilidade emocional, falar de forma calma e firme, sem confrontar a dor da pessoa. Limites podem existir, mas precisam ser comunicados com gentileza, senão o sistema emocional interpreta como abandono. Em situações mais graves, especialmente quando há risco para a própria vida ou impulsividade extrema, o apoio psiquiátrico se torna necessário junto ao acompanhamento psicológico.
Se você está convivendo com alguém que passa por isso, ou se essa pergunta tem relação com o que você vive, entender esses mecanismos já muda muito a forma de lidar. Crises não significam falta de caráter, significam sofrimento intenso. Caso precise, estou à disposição.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Como o Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister ajuda na avaliação neuropsicológica do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- Qual a diferença entre um Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) do tipo Explosivo e um Implosivo?
- . O Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister pode dar um diagnóstico definitivo do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- Quais indicadores do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ser observados no Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister ?
- Quais as consequências do ambiente invalidante para a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- Quais são os indicadores do "Transtorno Misto Ansioso e Depressivo" no Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister ?
- Quais cores são mais frequentes no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) no Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister ?
- Qual o objetivo da avaliação neuropsicológica no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- O que o Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister avalia em alguém com suspeita do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- Quais são os indicadores do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) no Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister ?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 2549 perguntas sobre Transtorno da personalidade borderline
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.