O que fazer quando diversos tratamentos para depressão falham repetidamente, mesmo os alternativos (
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O que fazer quando diversos tratamentos para depressão falham repetidamente, mesmo os alternativos (cetamina, por exemplo)?
Primeiramente, na minha experiência, a maioria das pessoas com este tipo de queixa fez muitos tratamentos, mas vários (ou todos) foram usados em doses insuficientes ou por tempo insuficiente. Também, sem saber os detalhes, não há como saber se os "diversos" cobriram todos os existentes, pois há muitos, hoje em dia - seja tipos de remédios, quanto combinações possíveis de medicações ou combinação de medicações com outros tratamentos, como eletroconvulsoterapia, estimulação magnética transcraniana, terapia cognitivo-comportamental (e outras terapias de linha comportamental) etc. É muito, muito raro ver casos de depressão realmente refratária a todos os tratamentos. Nestes raros casos, há opções heroicas, que passam, inclusive, por neurocirurgias e outros tratamentos mais invasivos. Mas, isto é muito raro. Ou seja, o importante é não desistir de se tratar e ter psiquiatras competentes e empáticos que ajudem você a persistir.
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Quando vários tratamentos falham, geralmente estamos diante de depressão resistente — o que exige reavaliação estratégica, não mais do mesmo.
Existem abordagens eficazes, mas precisam ser individualizadas e bem conduzidas.
Se você já tentou de tudo e não melhorou, talvez o que falte não seja outro tratamento —
mas uma avaliação mais precisa do seu caso.
Agende sua consulta!
Existem abordagens eficazes, mas precisam ser individualizadas e bem conduzidas.
Se você já tentou de tudo e não melhorou, talvez o que falte não seja outro tratamento —
mas uma avaliação mais precisa do seu caso.
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Quando vários tratamentos falham, estamos diante de um quadro chamado depressão resistente ao tratamento — e ainda existem caminhos.
Algumas estratégias que costumam ser consideradas:
• Revisar o diagnóstico (às vezes há bipolaridade, TDAH, traumas ou outras condições associadas)
• Reavaliar doses, tempo de uso e combinações de medicações
• Potencialização (associar outras medicações que aumentam o efeito do antidepressivo)
• Psicoterapia estruturada (como TCC, terapia focada em trauma)
• Outras abordagens biológicas, como ECT (eletroconvulsoterapia) ou EMT (estimulação magnética transcraniana)
Mesmo em casos mais difíceis, ainda há opções eficazes, mas o ponto central é uma avaliação mais aprofundada e individualizada, muitas vezes ajustando detalhes que fazem diferença.
Se quiser, posso te ajudar a organizar melhor seu caso e pensar em próximos passos mais direcionados.
Algumas estratégias que costumam ser consideradas:
• Revisar o diagnóstico (às vezes há bipolaridade, TDAH, traumas ou outras condições associadas)
• Reavaliar doses, tempo de uso e combinações de medicações
• Potencialização (associar outras medicações que aumentam o efeito do antidepressivo)
• Psicoterapia estruturada (como TCC, terapia focada em trauma)
• Outras abordagens biológicas, como ECT (eletroconvulsoterapia) ou EMT (estimulação magnética transcraniana)
Mesmo em casos mais difíceis, ainda há opções eficazes, mas o ponto central é uma avaliação mais aprofundada e individualizada, muitas vezes ajustando detalhes que fazem diferença.
Se quiser, posso te ajudar a organizar melhor seu caso e pensar em próximos passos mais direcionados.
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