Oi! É normal a prática de morder a si mesma em busca de controle emocional? Tenho esse hábito há a
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Oi! É normal a prática de morder a si mesma em busca de controle emocional?
Tenho esse hábito há anos, desde o início da adolescência, e nunca achei errado... Ao meu ver, quando sinto uma emoção tão forte que não consigo lidar, apelo para as mordidas que normalmente são numa parte superior do braço onde fica "escondido" e isso me faz "voltar". Dói muito e os hematomas ficam por semanas, ou até algumas pequenas cicatrizes. Acham que é normal?
Tenho esse hábito há anos, desde o início da adolescência, e nunca achei errado... Ao meu ver, quando sinto uma emoção tão forte que não consigo lidar, apelo para as mordidas que normalmente são numa parte superior do braço onde fica "escondido" e isso me faz "voltar". Dói muito e os hematomas ficam por semanas, ou até algumas pequenas cicatrizes. Acham que é normal?
Olá, bom dia!
Muitos comportamentos disfuncionais, muitas vezes, são identificados como normais por acompanharem a pessoa por longos períodos da vida.
Isso que estás descrevendo pode ser interpretado como episódios de automutilação. Possivelmente, deve está causando prejuízo funcional, além do sofrimento psíquico associado. Se há dano e prejuízo, não é normal.
Muitos comportamentos disfuncionais, muitas vezes, são identificados como normais por acompanharem a pessoa por longos períodos da vida.
Isso que estás descrevendo pode ser interpretado como episódios de automutilação. Possivelmente, deve está causando prejuízo funcional, além do sofrimento psíquico associado. Se há dano e prejuízo, não é normal.
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Olá! Tudo bem?
Esses sintomas podem ser comuns em determinados contextos, como durante episódios de nervosismo, ansiedade ou estresse emocional. Exemplos disso incluem o skin picking (comportamento compulsivo de manipular ou ferir a pele, também conhecido como dermatilomania) e a automutilação (como se cortar ou se machucar de forma intencional).
É importante lembrar que esses comportamentos não são “frescura”, mas sim sinais de que a pessoa pode estar enfrentando um sofrimento emocional significativo. Buscar apoio psicológico ou psiquiátrico pode fazer uma grande diferença na qualidade de vida e no bem-estar emocional.
Esses sintomas podem ser comuns em determinados contextos, como durante episódios de nervosismo, ansiedade ou estresse emocional. Exemplos disso incluem o skin picking (comportamento compulsivo de manipular ou ferir a pele, também conhecido como dermatilomania) e a automutilação (como se cortar ou se machucar de forma intencional).
É importante lembrar que esses comportamentos não são “frescura”, mas sim sinais de que a pessoa pode estar enfrentando um sofrimento emocional significativo. Buscar apoio psicológico ou psiquiátrico pode fazer uma grande diferença na qualidade de vida e no bem-estar emocional.
Prezado(a),
A prática de morder a si mesmo em busca de controle emocional não é considerada normal do ponto de vista médico e psicológico. Esse tipo de comportamento enquadra-se no que chamamos de comportamento autolesivo não suicida (ou autolesão não suicida), frequentemente utilizado como estratégia para lidar com emoções intensas, angústia ou sentimentos de descontrole emocional.
Embora possa aliviar momentaneamente a tensão emocional, a autolesão pode trazer prejuízos físicos (hematomas, cicatrizes, infecções) e emocionais (culpa, vergonha, perpetuação do sofrimento).
Trata-se de um sinal de sofrimento psíquico que merece atenção clínica especializada. Não é um “hábito inofensivo” e pode estar associado a quadros como transtornos de ansiedade, depressão, transtorno de personalidade borderline, entre outros.
A prática de esconder as lesões geralmente reflete vergonha ou medo de julgamento, o que pode dificultar a busca por ajuda.
Não é raro que pessoas com esse comportamento sintam que “voltaram ao controle” ou têm um alívio momentâneo após a autolesão. No entanto, esse alívio é passageiro e não resolve as causas subjacentes do sofrimento emocional.
Sugiro que busque avaliação com um profissional de saúde mental (psicólogo ou psiquiatra) para compreender melhor as causas desse comportamento e receber orientações seguras. Há intervenções terapêuticas eficazes para manejo de emoções intensas, como a Terapia Dialética-Comportamental (DBT) e outras abordagens psicoterapêuticas.
Cuidar da saúde mental é fundamental. Procurar ajuda é um sinal de força e responsabilidade consigo mesmo(a).
A prática de morder a si mesmo em busca de controle emocional não é considerada normal do ponto de vista médico e psicológico. Esse tipo de comportamento enquadra-se no que chamamos de comportamento autolesivo não suicida (ou autolesão não suicida), frequentemente utilizado como estratégia para lidar com emoções intensas, angústia ou sentimentos de descontrole emocional.
Embora possa aliviar momentaneamente a tensão emocional, a autolesão pode trazer prejuízos físicos (hematomas, cicatrizes, infecções) e emocionais (culpa, vergonha, perpetuação do sofrimento).
Trata-se de um sinal de sofrimento psíquico que merece atenção clínica especializada. Não é um “hábito inofensivo” e pode estar associado a quadros como transtornos de ansiedade, depressão, transtorno de personalidade borderline, entre outros.
A prática de esconder as lesões geralmente reflete vergonha ou medo de julgamento, o que pode dificultar a busca por ajuda.
Não é raro que pessoas com esse comportamento sintam que “voltaram ao controle” ou têm um alívio momentâneo após a autolesão. No entanto, esse alívio é passageiro e não resolve as causas subjacentes do sofrimento emocional.
Sugiro que busque avaliação com um profissional de saúde mental (psicólogo ou psiquiatra) para compreender melhor as causas desse comportamento e receber orientações seguras. Há intervenções terapêuticas eficazes para manejo de emoções intensas, como a Terapia Dialética-Comportamental (DBT) e outras abordagens psicoterapêuticas.
Cuidar da saúde mental é fundamental. Procurar ajuda é um sinal de força e responsabilidade consigo mesmo(a).
Oi! O que você descreveu, morder a si mesma para lidar com emoções fortes é um tipo de comportamento chamado autoagressão ou autolesão, que algumas pessoas usam como forma de tentar controlar ou aliviar a angústia emocional intensa. Embora seja compreensível que isso pareça ajudar no momento, não é um hábito considerado “normal” do ponto de vista clínico, porque pode causar danos físicos e indicar que a pessoa está passando por um sofrimento emocional que precisa ser cuidado de forma mais segura e saudável.
Se esse comportamento já dura anos e deixa marcas, pode ser importante buscar apoio profissional, como um psicólogo ou psiquiatra, que pode ajudar a entender o que está por trás desse impulso e trabalhar formas alternativas para lidar com essas emoções difíceis, promovendo mais bem-estar sem ferir você mesma.
Se esse comportamento já dura anos e deixa marcas, pode ser importante buscar apoio profissional, como um psicólogo ou psiquiatra, que pode ajudar a entender o que está por trás desse impulso e trabalhar formas alternativas para lidar com essas emoções difíceis, promovendo mais bem-estar sem ferir você mesma.
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