Olá bom dia,estou a um tempo convivendo com isso,mais c intencificou muito nos últimos meses,eu não
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Olá bom dia,estou a um tempo convivendo com isso,mais c intencificou muito nos últimos meses,eu não suporto ser tocada em serras áreas do meu corpo,de forma a dar repúdio instantâneo,nada abusivo,e até mesmo gestos sem sentindo quando feitos em mim me dão agonia,isso acontece principalmente com meu filho ele tem apenas 5 anos e quando me toca eu me descontrolo,grito empurro etc, gostaria de uma ajuda por favor,pq eu sou uma boa mãe e isso está abalando meu filho e quero saber como posso me ajudar pra não acontecer mais isso.
Olá!
Precisamos entender o que desencadeou esse comportamento, quando e pq se intensificou.
Te convido a agendar uma consulta com um especialista, pois o comportamento disfuncional foi gerado por algum evento não processado adequadamente pelo seu cérebro.
Precisamos entender o que desencadeou esse comportamento, quando e pq se intensificou.
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Olá, boa noite! Espero que já tenha encontrado um suporte para lidar com a situação. Concordo com as colegas acima em suas considerações e entendo que a maternidade é um acontecimento único em nossas vidas e nos" vira do avesso", quem sabe começar a olhar pra todas essas mudanças que ela trouxe pra sua vida?!
Olá Bom dia
Ideal é compreender o motivo pelo qual você sente tanto repúdio de ser tocada, a situação deve estar bem desconfortável e agonizante. Seria muito viável procurar uma psicoterapia onde o profissional vai te ajudar a compreender essa questão. Ótimo dia boa recuperação!
Ideal é compreender o motivo pelo qual você sente tanto repúdio de ser tocada, a situação deve estar bem desconfortável e agonizante. Seria muito viável procurar uma psicoterapia onde o profissional vai te ajudar a compreender essa questão. Ótimo dia boa recuperação!
Olá, imagino que essa sensação deve estar trazendo muito sofrimento. Essa situação não te faz uma mãe ruim, você merece acolhimento e cuidado psicológico para lidar com esses sentimentos. Sugiro que você procure um profissional para te acompanhar nesse processo.
Tudo que está acontecendo com você esconde sentidos, significados. Quaisquer explicações, no entanto, não lhe darão, trarão esta experiência de sentido que você deseja. É preciso mais.
Quando você abre seu coração à procura de respostas já é um passo importante.
Nossas experiências, sejam elas positivas ou negativas necessitam de mediação para que façam sentido.
A psicoterapia é um caminho oportuno.
Quando você abre seu coração à procura de respostas já é um passo importante.
Nossas experiências, sejam elas positivas ou negativas necessitam de mediação para que façam sentido.
A psicoterapia é um caminho oportuno.
Olá,sugiro que você procure ajuda psicológica para investigar esse desconforto, e você conseguir conviver bem com seu filho.
Olá... Maternidade é difícil sim. O stress do dia a dia pode gerar comportamentos de defesa por alguma questão q foi impactante e não lhe foi possível perceber. Caso encontre um acupunturista, poderia lhe ajudar nesse momento de crise. Mas só isso não resolveria, pois o motivo inconsciente prevalecerá. E as crises podem voltar. Então um trabalho integrado com psicoterapia seria o ideal. Nada mais libertador do q descobrir o q nos causa sofrimento e ressignificar a raiz profunda dos problemas. Abraço. **Coloco-me à disposição para a psicoterapia.
Olá! Imagino como deve estar sendo difícil para você lidar com essa aversão ao toque em certas partes do corpo, especialmente quando se trata de interações com seu filho.
É importante buscar ajuda para superar isso.
Vale a pena você buscar um profissional da área da saúde psicológica para entender as razões por trás dessa aversão e encontrar soluções. Também é importante que você explique para o seu filho, de forma amorosa, sobre a situação para evitar que ele se sinta rejeitado, para que ele entenda que essa aversão está em você e que ele não tem nada a ver com isso, que não é algo pessoal com ele.
Buscar ajuda profissional vai ser muito benéfico para lidar com essa questão.
É importante buscar ajuda para superar isso.
Vale a pena você buscar um profissional da área da saúde psicológica para entender as razões por trás dessa aversão e encontrar soluções. Também é importante que você explique para o seu filho, de forma amorosa, sobre a situação para evitar que ele se sinta rejeitado, para que ele entenda que essa aversão está em você e que ele não tem nada a ver com isso, que não é algo pessoal com ele.
Buscar ajuda profissional vai ser muito benéfico para lidar com essa questão.
Olá, seria interessante entender que esses “toques” sem conteúdos negativos, te evocam algum tipo de lembrança ou memória ruim….
Olá, é importante entrar em contato com um profissional que possa auxiliar a entender a origem desses fatos, para poder ajudar nessas situações, principalmente com relação ao seu filho, parece que isso é o que lhe causa mais angústia. Um tratamento psicológico pode ser muito importante nesse momento. Irá olhar as singularidades da situação, relacionando a sua história de vida. Esses comportamentos são muito sigilares e precisam ser tratados caso a caso.
ola,
As vezes comparamos uma situação que você ja viveu, em situações semelhantes ,e reage como foi anteriormente, repetindo a situação. Como resolver este paradigma da repetição, é oque precisamos resolver pessoamente. Marca uma hora comigo e te ajudo.
As vezes comparamos uma situação que você ja viveu, em situações semelhantes ,e reage como foi anteriormente, repetindo a situação. Como resolver este paradigma da repetição, é oque precisamos resolver pessoamente. Marca uma hora comigo e te ajudo.
Olá!
Imagino o quanto essa situação está sendo difícil pra você. Percebo que você deseja expressar da melhor maneira o amor que vc tem pelo seu filho. Considero importante, investigar as situações de abuso e violência na sua vida, como se sentia quando tocada na infância, se vc era tocada pelos seus cuidadores. Esse processo envolve investigação e ressignificação das memórias dolorosa que surgir. Os ciclos de negligência, abandono e abusos podem cessar em você. Seu filho pode ter a possibilidade de uma vida emocional melhor e mais saudável. Abraços.
Imagino o quanto essa situação está sendo difícil pra você. Percebo que você deseja expressar da melhor maneira o amor que vc tem pelo seu filho. Considero importante, investigar as situações de abuso e violência na sua vida, como se sentia quando tocada na infância, se vc era tocada pelos seus cuidadores. Esse processo envolve investigação e ressignificação das memórias dolorosa que surgir. Os ciclos de negligência, abandono e abusos podem cessar em você. Seu filho pode ter a possibilidade de uma vida emocional melhor e mais saudável. Abraços.
Acredite que é possivel sim encontrar possiveis razões para você estar sentindo-se assim. Mas com certeza precisará de ajuda profissional. Podem ser sinais de sensibilidade sensorial ou mesmo registro de memorias afetivas armazenados em decorrência de fatos traumáticos para você.
Oi, tudo bem?
Imagino o quando deve estar sendo difícil para você. A psicoterapia vai te proporcionar um ambiente seguro, para que assim possamos entender os gatilhos e o que sustenta esses desconforto e reações em você. Respeitando seus limites, iremos trabalhar, para que entenda e não se sinta mais desconfortável dessa maneira. Espero ter te ajudado de alguma maneira, me coloco a sua disposição!
Imagino o quando deve estar sendo difícil para você. A psicoterapia vai te proporcionar um ambiente seguro, para que assim possamos entender os gatilhos e o que sustenta esses desconforto e reações em você. Respeitando seus limites, iremos trabalhar, para que entenda e não se sinta mais desconfortável dessa maneira. Espero ter te ajudado de alguma maneira, me coloco a sua disposição!
Olá! Imagino o quanto está sendo angustiante passar por isso, tanto para você quanto para seu filho. Pelo seu relato, isso não acontece somente em relação ao seu filho, mas mas com outras pessoas te tocando também Sugiro que você procure ajuda profissional para entender o que está acontecendo. Pode ter a ver com questões da infância que precisam ser melhor investigadas. A maternidade proporciona o contato conteúdos que algumas vezes podem estar escondidos por terrem sido traumáticos. Procure um psicólogo. Fique bem!
Olá! Imagino o quanto está sendo angustiante para você, mas é muito importante que você procure um profissional para que juntos seja possível entender de onde surgiu esse sentimento e o porquê dele ter se intensificado. Estou a disposição.
A situação que você está enfrentando, em que se sente desconfortável com toques, especialmente por parte do seu filho, é compreensível e pode ser desafiadora. Aqui estão algumas orientações sobre como lidar com isso e melhorar a dinâmica entre vocês:
1. Entendimento da Sensibilidade ao Toque
Reações ao Toque: Muitas pessoas têm diferentes níveis de sensibilidade ao toque, e isso pode ser exacerbado por estresse, ansiedade ou experiências passadas. É importante reconhecer que sua reação não significa que você não ama seu filho, mas sim que está lidando com suas próprias dificuldades emocionais.
Impacto no Relacionamento: Sua reação intensa ao toque pode criar um ciclo de estresse tanto para você quanto para seu filho, especialmente se ele sentir que suas tentativas de carinho são rejeitadas.
2. Estratégias para Lidar com a Situação
Identificação de Gatilhos: Tente identificar situações específicas que desencadeiam sua aversão ao toque. Isso pode ajudar a antecipar reações e encontrar maneiras de gerenciar suas emoções antes que a situação se intensifique.
Técnicas de Relaxamento: Pratique técnicas de relaxamento, como respiração profunda ou mindfulness, antes de interagir com seu filho. Isso pode ajudar a acalmar sua mente e corpo, tornando mais fácil lidar com toques inesperados.
Estabelecimento de Limites: Comunique-se com seu filho sobre seus limites de forma adequada à idade dele. Explique que você ama ele, mas que às vezes precisa de espaço. Isso pode ajudá-lo a entender melhor suas reações.
3. Comunicação Aberta
Diálogo Sincero: Tente ter uma conversa aberta com seu filho sobre como você se sente em relação ao toque. Use uma linguagem simples e acessível para que ele possa entender. Isso pode ajudar a criar empatia e compreensão entre vocês.
Modelagem de Comportamento: Demonstre maneiras alternativas de expressar carinho que sejam confortáveis para você, como abraços leves ou toques em áreas menos sensíveis.
4. Buscar Ajuda Profissional
Terapia Individual: Considerar consultar um psicólogo pode ser muito útil para explorar as razões subjacentes à sua aversão ao toque e desenvolver estratégias de enfrentamento.
Terapia Familiar: Participar de sessões de terapia familiar pode ajudar a melhorar a comunicação e fortalecer o vínculo entre você e seu filho.
5. Educação Emocional
Ensinar Emoções: Ensine seu filho a expressar suas emoções verbalmente. Isso pode ajudá-lo a entender quando você não está confortável e a encontrar outras maneiras de se conectar.
Conclusão
Lidar com a aversão ao toque é um desafio, mas com paciência e estratégias adequadas, é possível melhorar sua relação com seu filho e criar um ambiente mais acolhedor. Se precisar de mais informações ou ajuda na busca por um profissional qualificado, estou à disposição para ajudar no processo de agendamento. Não hesite em buscar o apoio necessário!
1. Entendimento da Sensibilidade ao Toque
Reações ao Toque: Muitas pessoas têm diferentes níveis de sensibilidade ao toque, e isso pode ser exacerbado por estresse, ansiedade ou experiências passadas. É importante reconhecer que sua reação não significa que você não ama seu filho, mas sim que está lidando com suas próprias dificuldades emocionais.
Impacto no Relacionamento: Sua reação intensa ao toque pode criar um ciclo de estresse tanto para você quanto para seu filho, especialmente se ele sentir que suas tentativas de carinho são rejeitadas.
2. Estratégias para Lidar com a Situação
Identificação de Gatilhos: Tente identificar situações específicas que desencadeiam sua aversão ao toque. Isso pode ajudar a antecipar reações e encontrar maneiras de gerenciar suas emoções antes que a situação se intensifique.
Técnicas de Relaxamento: Pratique técnicas de relaxamento, como respiração profunda ou mindfulness, antes de interagir com seu filho. Isso pode ajudar a acalmar sua mente e corpo, tornando mais fácil lidar com toques inesperados.
Estabelecimento de Limites: Comunique-se com seu filho sobre seus limites de forma adequada à idade dele. Explique que você ama ele, mas que às vezes precisa de espaço. Isso pode ajudá-lo a entender melhor suas reações.
3. Comunicação Aberta
Diálogo Sincero: Tente ter uma conversa aberta com seu filho sobre como você se sente em relação ao toque. Use uma linguagem simples e acessível para que ele possa entender. Isso pode ajudar a criar empatia e compreensão entre vocês.
Modelagem de Comportamento: Demonstre maneiras alternativas de expressar carinho que sejam confortáveis para você, como abraços leves ou toques em áreas menos sensíveis.
4. Buscar Ajuda Profissional
Terapia Individual: Considerar consultar um psicólogo pode ser muito útil para explorar as razões subjacentes à sua aversão ao toque e desenvolver estratégias de enfrentamento.
Terapia Familiar: Participar de sessões de terapia familiar pode ajudar a melhorar a comunicação e fortalecer o vínculo entre você e seu filho.
5. Educação Emocional
Ensinar Emoções: Ensine seu filho a expressar suas emoções verbalmente. Isso pode ajudá-lo a entender quando você não está confortável e a encontrar outras maneiras de se conectar.
Conclusão
Lidar com a aversão ao toque é um desafio, mas com paciência e estratégias adequadas, é possível melhorar sua relação com seu filho e criar um ambiente mais acolhedor. Se precisar de mais informações ou ajuda na busca por um profissional qualificado, estou à disposição para ajudar no processo de agendamento. Não hesite em buscar o apoio necessário!
O que você está vivenciando é desafiador e pode gerar muita culpa e frustração, mas é importante saber que isso tem solução. Essa reação de repúdio ao toque pode estar ligada a várias causas, sejam físicas, psicológicas ou sensoriais, e entender a origem é essencial para lidar com o problema de forma eficaz. É possível trabalhar isso para proteger sua relação com seu filho e melhorar sua qualidade de vida. Várias são as causas que podem estar ocasionando essa reação:
1. Hipersensibilidade Tátil: Pode ser uma característica sensorial onde certos estímulos físicos causam desconforto ou aversão intensa.
2. Experiências Traumáticas Passadas: Mesmo que inconscientes ou distantes, eventos de toque não desejado podem criar reações automáticas de rejeição.
3. Fatores Emocionais: Estresse, cansaço ou sobrecarga emocional podem intensificar a irritabilidade e a sensibilidade.
4. Questões Neurológicas ou Psiquiátricas: Transtorno de Processamento Sensorial; Transtorno de Ansiedade; Depressão ou outros transtornos relacionados à regulação emocional. Observe as situações que causam essa aversão ao toque: quais partes do corpo são mais sensíveis? Existe algo específico que aumenta a sua irritação (ex.: estar cansada, estressada)? Anote os episódios em um diário, isso ajudará a identificar padrões e comunicar melhor suas dificuldades ao procurar ajuda profissional. Quando sentir o desconforto começando, pratique uma respiração lenta e profunda (inspire por 4 segundos, segure por 4 segundos, expire por 6 segundos). Se possível, afaste-se por um momento para recuperar o controle antes de reagir.
Embora ele tenha apenas 5 anos, você pode começar a ensinar sobre limites corporais de maneira simples e amorosa. Algo como:“Mamãe ama você, mas tem partes do meu corpo que são mais sensíveis, então prefiro que você me toque em outras áreas.” Busque Ajuda Profissional: Terapia Individual: Um psicólogo pode ajudar a explorar possíveis causas emocionais ou sensoriais para essa aversão ao toque, além de desenvolver estratégias para lidar com ela. Avaliação de Processamento Sensorial: Um terapeuta ocupacional pode ajudar a identificar e tratar hipersensibilidade tátil, se for o caso. Crie Novas Formas de Conexão: Substitua o toque físico por outras formas de carinho e conexão, como: Brincar juntos; Ler histórias; Fazer atividades criativas lado a lado. Evite culpar-se em excesso: O importante é que você está buscando melhorar. Esse reconhecimento já mostra que você é uma boa mãe. Evite ignorar o problema: Quanto antes buscar ajuda, mais fácil será encontrar estratégias eficazes para lidar com isso. Evite reprimir o desconforto: Isso pode intensificar suas reações. É melhor reconhecer e trabalhar os gatilhos de forma consciente. Marque uma consulta com um psicólogo ou terapeuta ocupacional para avaliar melhor sua sensibilidade ao toque e planejar estratégias personalizadas. Converse com pessoas próximas (se sentir confortável) para que elas possam oferecer apoio emocional durante esse processo. Valorize suas vitórias: Cada pequeno progresso será importante para você e para o bem-estar do seu filho. Com o suporte certo e paciência, é possível superar essa dificuldade e fortalecer sua relação com seu filho.
1. Hipersensibilidade Tátil: Pode ser uma característica sensorial onde certos estímulos físicos causam desconforto ou aversão intensa.
2. Experiências Traumáticas Passadas: Mesmo que inconscientes ou distantes, eventos de toque não desejado podem criar reações automáticas de rejeição.
3. Fatores Emocionais: Estresse, cansaço ou sobrecarga emocional podem intensificar a irritabilidade e a sensibilidade.
4. Questões Neurológicas ou Psiquiátricas: Transtorno de Processamento Sensorial; Transtorno de Ansiedade; Depressão ou outros transtornos relacionados à regulação emocional. Observe as situações que causam essa aversão ao toque: quais partes do corpo são mais sensíveis? Existe algo específico que aumenta a sua irritação (ex.: estar cansada, estressada)? Anote os episódios em um diário, isso ajudará a identificar padrões e comunicar melhor suas dificuldades ao procurar ajuda profissional. Quando sentir o desconforto começando, pratique uma respiração lenta e profunda (inspire por 4 segundos, segure por 4 segundos, expire por 6 segundos). Se possível, afaste-se por um momento para recuperar o controle antes de reagir.
Embora ele tenha apenas 5 anos, você pode começar a ensinar sobre limites corporais de maneira simples e amorosa. Algo como:“Mamãe ama você, mas tem partes do meu corpo que são mais sensíveis, então prefiro que você me toque em outras áreas.” Busque Ajuda Profissional: Terapia Individual: Um psicólogo pode ajudar a explorar possíveis causas emocionais ou sensoriais para essa aversão ao toque, além de desenvolver estratégias para lidar com ela. Avaliação de Processamento Sensorial: Um terapeuta ocupacional pode ajudar a identificar e tratar hipersensibilidade tátil, se for o caso. Crie Novas Formas de Conexão: Substitua o toque físico por outras formas de carinho e conexão, como: Brincar juntos; Ler histórias; Fazer atividades criativas lado a lado. Evite culpar-se em excesso: O importante é que você está buscando melhorar. Esse reconhecimento já mostra que você é uma boa mãe. Evite ignorar o problema: Quanto antes buscar ajuda, mais fácil será encontrar estratégias eficazes para lidar com isso. Evite reprimir o desconforto: Isso pode intensificar suas reações. É melhor reconhecer e trabalhar os gatilhos de forma consciente. Marque uma consulta com um psicólogo ou terapeuta ocupacional para avaliar melhor sua sensibilidade ao toque e planejar estratégias personalizadas. Converse com pessoas próximas (se sentir confortável) para que elas possam oferecer apoio emocional durante esse processo. Valorize suas vitórias: Cada pequeno progresso será importante para você e para o bem-estar do seu filho. Com o suporte certo e paciência, é possível superar essa dificuldade e fortalecer sua relação com seu filho.
Olá! Primeiramente, quero parabenizar você por reconhecer a dificuldade e buscar uma forma de lidar com isso. O que você está vivenciando pode estar relacionado a uma sensação de aversão ao toque, que pode ser uma resposta emocional profunda. Esse tipo de reação pode estar ligado a traumas passados, estresse acumulado ou até questões de limites pessoais que ainda estão em processo de compreensão.
É importante entender que o toque de uma criança, especialmente um filho tão pequeno, deve ser uma forma de carinho e vínculo, e a sua reação de repúdio pode ser uma forma de sinalizar que há algo em você que precisa de atenção. A psicanálise pode ajudar a explorar os sentimentos subjacentes a essa reação e trabalhar com isso de forma gradual e acolhedora. Eu recomendo fortemente que você procure um terapeuta para conversar sobre essas questões em mais profundidade e, assim, ajudar a entender e controlar essas reações para o bem do seu filho e de sua própria saúde emocional.
Estou à disposição para falarmos mais sobre isso, caso queira seguir esse caminho.
Um abraço, Vinícius.
É importante entender que o toque de uma criança, especialmente um filho tão pequeno, deve ser uma forma de carinho e vínculo, e a sua reação de repúdio pode ser uma forma de sinalizar que há algo em você que precisa de atenção. A psicanálise pode ajudar a explorar os sentimentos subjacentes a essa reação e trabalhar com isso de forma gradual e acolhedora. Eu recomendo fortemente que você procure um terapeuta para conversar sobre essas questões em mais profundidade e, assim, ajudar a entender e controlar essas reações para o bem do seu filho e de sua própria saúde emocional.
Estou à disposição para falarmos mais sobre isso, caso queira seguir esse caminho.
Um abraço, Vinícius.
Olá, tudo bem?
O que você está sentindo parece muito intenso e, acima de tudo, angustiante, porque envolve o seu filho, alguém que você ama e deseja proteger. É admirável que você esteja buscando ajuda para entender essa reação, pois isso mostra o quanto você se preocupa com ele e com a sua relação.
A hipersensibilidade ao toque pode ter diversas origens, desde experiências passadas, questões sensoriais, sobrecarga emocional, até respostas do sistema nervoso ligadas ao estresse ou traumas. Quando o cérebro percebe algo como ameaçador – mesmo que racionalmente você saiba que não há risco – ele pode ativar uma reação automática, levando ao impulso de afastar o estímulo rapidamente. Isso acontece porque o sistema límbico, responsável pelas respostas emocionais e de defesa, pode estar reagindo de forma exagerada a algo que, em outro contexto, não deveria gerar esse nível de incômodo.
Você já percebeu se essa sensação surge apenas com o toque do seu filho ou se ocorre também em outras situações? Há algum padrão no tipo de toque que gera essa reação? O que você sente logo antes de se descontrolar? Explorar essas questões pode ajudar a entender a raiz do problema. E mais importante: você não é uma mãe ruim por sentir isso. Seu incômodo não define seu amor pelo seu filho, mas sim a maneira como você lida com ele – e buscar ajuda já é um grande passo.
O primeiro passo para mudar essa resposta automática é compreendê-la. A terapia pode te ajudar a trabalhar essa reação, identificando suas causas e criando estratégias para que o toque do seu filho não dispare esse reflexo de defesa. O seu desejo de cuidar dessa relação já mostra o quanto você quer fazer diferente. Se puder, busque esse apoio. Caso precise, estou à disposição.
O que você está sentindo parece muito intenso e, acima de tudo, angustiante, porque envolve o seu filho, alguém que você ama e deseja proteger. É admirável que você esteja buscando ajuda para entender essa reação, pois isso mostra o quanto você se preocupa com ele e com a sua relação.
A hipersensibilidade ao toque pode ter diversas origens, desde experiências passadas, questões sensoriais, sobrecarga emocional, até respostas do sistema nervoso ligadas ao estresse ou traumas. Quando o cérebro percebe algo como ameaçador – mesmo que racionalmente você saiba que não há risco – ele pode ativar uma reação automática, levando ao impulso de afastar o estímulo rapidamente. Isso acontece porque o sistema límbico, responsável pelas respostas emocionais e de defesa, pode estar reagindo de forma exagerada a algo que, em outro contexto, não deveria gerar esse nível de incômodo.
Você já percebeu se essa sensação surge apenas com o toque do seu filho ou se ocorre também em outras situações? Há algum padrão no tipo de toque que gera essa reação? O que você sente logo antes de se descontrolar? Explorar essas questões pode ajudar a entender a raiz do problema. E mais importante: você não é uma mãe ruim por sentir isso. Seu incômodo não define seu amor pelo seu filho, mas sim a maneira como você lida com ele – e buscar ajuda já é um grande passo.
O primeiro passo para mudar essa resposta automática é compreendê-la. A terapia pode te ajudar a trabalhar essa reação, identificando suas causas e criando estratégias para que o toque do seu filho não dispare esse reflexo de defesa. O seu desejo de cuidar dessa relação já mostra o quanto você quer fazer diferente. Se puder, busque esse apoio. Caso precise, estou à disposição.
O que você está sentindo é real e muito mais comum do que parece. Essa reação de desconforto extremo ao toque, mesmo vindo de quem você ama, não te faz uma má mãe,te mostra que existe uma dor emocional, sensorial ou até traumas não elaborados, que estão pedindo cuidado.
Isso pode estar relacionado a sobrecarga emocional, questões sensoriais, traumas do passado ou até ansiedade. O fato de você estar consciente e querendo ajuda já mostra que você se importa e quer fazer diferente.
O caminho é, sim, buscar apoio psicológico. Na terapia, você vai entender de onde isso vem, como se autorregular e como proteger seu vínculo com seu filho, sem carregar culpa.
Você é uma boa mãe. E cuidar de você é também cuidar dele. E eu posso te ajudar nesse processo.
Isso pode estar relacionado a sobrecarga emocional, questões sensoriais, traumas do passado ou até ansiedade. O fato de você estar consciente e querendo ajuda já mostra que você se importa e quer fazer diferente.
O caminho é, sim, buscar apoio psicológico. Na terapia, você vai entender de onde isso vem, como se autorregular e como proteger seu vínculo com seu filho, sem carregar culpa.
Você é uma boa mãe. E cuidar de você é também cuidar dele. E eu posso te ajudar nesse processo.
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