Olá. Eu moro na Itália fazem 8 anos, viajei para o Brasil algumas vezes e tenho a minha família lá.
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Olá. Eu moro na Itália fazem 8 anos, viajei para o Brasil algumas vezes e tenho a minha família lá. Meus pais decidiram vir para a Itália me visitar... Eu sou praticamente casada, não oficialmente, mas moramos juntos. O fato é: temos um apartamento de um quarto e já tinha sido decidido que esse período que meus pais estivessem aqui eles ocupariam o quarto, afinal seria somente um mês. Eu e meu namorado ficamos hospedados na casa da minha tia. Enfim, foi tudo maravilhoso, um momento único pra mim, sinceramente uma das melhores coisas que aconteceu desde que mudei de país, menos o fato que meu namorado foi extremamente inconveniente e arrogante durante toda a estadia dos meus pais. Me tratando mal e sendo desrespeitoso inclusive na frente deles, motivo: “fiquei estressado pelo fato de sair da rotina”. Eu expus tudo, como tinha me magoado, como eu queria que nesse momento tão importante para mim ele tivesse tido a empatia e paciência que eu tenho quando, por exemplo, os pais dele vem me visitar. O que recebi foi “você é exagerada”. Eu entendo o lado dele, mas não consigo passar por cima do fato que num momento tão importante para mim era melhor não ter ele por perto do que ter. Estou em um dilema entre perdoar ou ir adiante.
Olá! Situações como essa podem provocar um sofrimento intenso, especialmente quando envolvem família, vida no exterior e relações afetivas importantes. Nem sempre esse sofrimento se esclarece apenas pela recapitulação racional do que aconteceu ou pela tentativa de decidir rapidamente o que fazer, como "perdoar ou ir adiante". Talvez a sua pergunta possa ser uma entrada para o processo de Análise, em que há um espaço mais adequado, livre e sem censura para entrar em contato com a sua angústia.
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O dilema que você vive não é apenas entre perdoar ou seguir, mas entre minimizar a própria dor ou respeitá-la. O comportamento do seu namorado ocorreu em um momento altamente significativo para você e foi marcado por desrespeito e invalidação emocional. O fato de ele justificar como “estresse” e responder que você é exagerada dificulta a reparação. Perdoar só é possível quando há reconhecimento do impacto causado. Seguir adiante, por outro lado, não significa falta de amor, mas cuidado consigo. A pergunta central talvez seja: esse vínculo consegue oferecer empatia e segurança emocional em momentos importantes da sua vida?
Olá, boa tarde.
É uma situação complicada, pois parece que se magoou muito com as atitudes de seu namorado ao mesmo tempo que não parece haver muito o que se fazer nesse momento, já que vocês já conversaram e não se acertaram. Não há exatamente um botão do esquecimento em sua cabeça para simplesmente sua vida seguir em frente. O que mais recomendo é que conversem e tentem se ajustar diante disso. É importante a habilidade da negociação no relacionamento. Quando as duas partes não querem flexibilizar, fica difícil de simplesmente seguir adiante quando se tem um problema, pois as mágoas se acumulam das outras vezes em que não conseguiram flexibilizar.
Recomendo o diálogo. converse com ele, se planejem para se seu namorado não se sinta mal em ceder a casa ao mesmo tempo que precisará buscar uma forma para seus pais terem uma estadia.
É uma situação complicada, pois parece que se magoou muito com as atitudes de seu namorado ao mesmo tempo que não parece haver muito o que se fazer nesse momento, já que vocês já conversaram e não se acertaram. Não há exatamente um botão do esquecimento em sua cabeça para simplesmente sua vida seguir em frente. O que mais recomendo é que conversem e tentem se ajustar diante disso. É importante a habilidade da negociação no relacionamento. Quando as duas partes não querem flexibilizar, fica difícil de simplesmente seguir adiante quando se tem um problema, pois as mágoas se acumulam das outras vezes em que não conseguiram flexibilizar.
Recomendo o diálogo. converse com ele, se planejem para se seu namorado não se sinta mal em ceder a casa ao mesmo tempo que precisará buscar uma forma para seus pais terem uma estadia.
Talvez o ponto agora seja menos decidir rapidamente entre perdoar ou ir adiante e mais se permitir avaliar com calma o que cada uma dessas escolhas implica para você. Olhar para as duas possibilidades, perdoar e seguir com a relação ou encerrar esse vínculo, tentando perceber quais seriam os bônus e os ônus de cada caminho, e qual deles está mais alinhado com o que você espera de uma parceria. Não se trata apenas do episódio em si, mas do que ele revela sobre como vocês lidam com frustrações, empatia, respeito e validação dos sentimentos. Pensar no que você está disposta a lidar, no que é negociável e no que não é, pode ajudar com qual decisão faz mais sentido para você agora, sem desconsiderar o que você sentiu e sem se anular para manter a relação.
No meu entender o ponto central e que precisaria ser revisto é o "como foi decidido": quem de fato decidiu, como foi a conversa, houve pressão, se o "plano" poderia ser revisto caso o andamento não fosse o esperado (isso por conta do período de 30 dias), de modo geral qual a qualidade do diálogo do casal, se foi um episódio isolado ou é algo recorrente, e assim por diante. Agora que já passou o período, o que está acontecendo, como cada um se sente, se conseguem ou não conversar sobre isso, melhorar a maneira de combinar e planear, etc. De um modo geral, o tema me parece comunicação e "contratos" (mas não num sentido burocrático e sim de acordos, algo que una e tranquilize em vez de afastar e magoar). Acredito que não é possível avançar em questões importantes como essa num campo relativamente pequeno de perguntas e respostas. Espero que o que estou escrevendo possa ajudá-los de alguma maneira. Considerar auxílio profissional também me parece algo a ser ponderado, pois da maneira como termina o que você escreveu, parece que em algum momento você cogita ou cogitou o término, casou eu tenha entendido errado a expressão "ir adiante", me perdoe, mas tive a impressão de que ela indica a possibilidade de término, neste caso, entendo que seria bom o auxílio de algum profissional da psicologia e dos relacionamentos, ou mesmo alguma pessoa mais experiente e madura com quem possa conversar.
O que você descreve envolve um conflito muito delicado entre vínculo, empatia e respeito, e é compreensível que isso tenha te deixado tão abalada. A visita dos seus pais teve um valor emocional enorme para você, e quando, em um momento assim, a pessoa ao seu lado reage com irritação, desrespeito e invalidação do seu sentimento, a dor costuma ser profunda.
O ponto central não parece ser apenas o estresse dele por sair da rotina, mas a forma como isso foi manejado e, principalmente, o fato de você ter expressado claramente o quanto se sentiu magoada e ter recebido como resposta que estaria exagerando. Quando sentimentos importantes são desqualificados, surge um dilema interno entre tentar compreender o outro e não trair aquilo que se sente.
Na Terapia do Esquema, olhamos para situações como essa observando os pensamentos que se formam, as emoções envolvidas e os limites que estão sendo respeitados ou ultrapassados. Perguntas como “o que esse comportamento diz sobre o tipo de parceria que eu desejo?” e “isso foi um episódio pontual ou um padrão?” ajudam a diferenciar um erro circunstancial de algo estrutural na relação. Perdoar não significa minimizar o ocorrido, assim como seguir em frente não precisa ser uma decisão impulsiva.
Esse dilema entre permanecer ou ir adiante costuma se tornar mais claro quando há espaço para refletir com calma, sem culpa, sobre suas necessidades emocionais e sobre o que você espera de um relacionamento. Um acompanhamento psicológico pode ajudar muito nesse processo, para que sua decisão seja baseada em clareza e respeito por si mesma, e não apenas na tentativa de manter a relação a qualquer custo.
O ponto central não parece ser apenas o estresse dele por sair da rotina, mas a forma como isso foi manejado e, principalmente, o fato de você ter expressado claramente o quanto se sentiu magoada e ter recebido como resposta que estaria exagerando. Quando sentimentos importantes são desqualificados, surge um dilema interno entre tentar compreender o outro e não trair aquilo que se sente.
Na Terapia do Esquema, olhamos para situações como essa observando os pensamentos que se formam, as emoções envolvidas e os limites que estão sendo respeitados ou ultrapassados. Perguntas como “o que esse comportamento diz sobre o tipo de parceria que eu desejo?” e “isso foi um episódio pontual ou um padrão?” ajudam a diferenciar um erro circunstancial de algo estrutural na relação. Perdoar não significa minimizar o ocorrido, assim como seguir em frente não precisa ser uma decisão impulsiva.
Esse dilema entre permanecer ou ir adiante costuma se tornar mais claro quando há espaço para refletir com calma, sem culpa, sobre suas necessidades emocionais e sobre o que você espera de um relacionamento. Um acompanhamento psicológico pode ajudar muito nesse processo, para que sua decisão seja baseada em clareza e respeito por si mesma, e não apenas na tentativa de manter a relação a qualquer custo.
Olá! Esse momento com seus pais tinha um valor emocional enorme para você, ainda mais vivendo fora do seu país. É totalmente compreensível ter se magoado ao perceber que justamente nessa fase você não se sentiu apoiada, respeitada ou acolhida por quem está ao seu lado. Isso não é exagero — é sobre necessidade de consideração e parceria. O mais delicado não é só o estresse dele, mas a forma como ele lidou: te tratar mal, ser desrespeitoso na frente dos seus pais e depois minimizar o que você sentiu. Em relações saudáveis, a pessoa pode até errar, mas consegue reconhecer, se responsabilizar e validar o sentimento do outro.
Talvez a questão não seja apenas perdoar, mas refletir se esse é um comportamento que você consegue aceitar a longo prazo e se você se sente respeitada nessa relação. Um psicólogo pode te ajudar a organizar esses sentimentos e decidir com mais clareza, pensando no que é saudável para você.
Talvez a questão não seja apenas perdoar, mas refletir se esse é um comportamento que você consegue aceitar a longo prazo e se você se sente respeitada nessa relação. Um psicólogo pode te ajudar a organizar esses sentimentos e decidir com mais clareza, pensando no que é saudável para você.
Olá, tudo bem?
Entendo que isso tenha lhe deixado chateada; é natural se sentir assim. Todas as pessoas passam por essa emoção em algum momento. Uma maneira de avaliar se deve seguir na relação ou não é fazer uma lista de prós e contras, considerando aspectos que são relevantes para você. É natural que amigos, ao tentar ajudar, acabem emitindo julgamentos. Então, recomendo que, caso não esteja conseguindo avaliar sozinha, busque um profissional capacitado para lhe auxiliar.
Entendo que isso tenha lhe deixado chateada; é natural se sentir assim. Todas as pessoas passam por essa emoção em algum momento. Uma maneira de avaliar se deve seguir na relação ou não é fazer uma lista de prós e contras, considerando aspectos que são relevantes para você. É natural que amigos, ao tentar ajudar, acabem emitindo julgamentos. Então, recomendo que, caso não esteja conseguindo avaliar sozinha, busque um profissional capacitado para lhe auxiliar.
Olá, tudo bem?
Entendo que essa situação tenha lhe deixado chateada e é natural se sentir assim. Todas as pessoas vivenciam essa emoção em algum momento. Uma forma de refletir sobre a continuidade da relação é fazer uma avaliação de prós e contras, considerando aquilo que é realmente relevante para você. É comum que amigos, ao tentar ajudar, acabem emitindo julgamentos. Por isso, caso sinta dificuldade em avaliar essa situação sozinha, pode ser importante buscar o apoio de um profissional capacitado.
Agradeço por compartilhar sua resposta. Imagino o quanto deve ter sido difícil lidar com esse momento. Ao analisar seu relato, percebo que você conseguiu ser assertiva e expressar como se sentiu diante do ocorrido. As pessoas funcionam de maneiras diferentes e, muitas vezes, não compreendemos as atitudes do outro. Em diversos atendimentos, observo que algumas pessoas apresentam dificuldade em mudar a rotina por diferentes motivos. Nesse sentido, pode ser interessante conversar e buscar compreender melhor o funcionamento do seu companheiro nesse contexto. Também vale refletir sobre os aspectos positivos que essa relação lhe oferece e sobre o peso que esse episódio tem para você. Reconheço que são muitos pontos a serem considerados e, justamente por isso, o acompanhamento profissional pode ser bastante útil. A terapia de casal pode ser uma possibilidade, assim como um atendimento individual para seu parceiro.
Entendo que essa situação tenha lhe deixado chateada e é natural se sentir assim. Todas as pessoas vivenciam essa emoção em algum momento. Uma forma de refletir sobre a continuidade da relação é fazer uma avaliação de prós e contras, considerando aquilo que é realmente relevante para você. É comum que amigos, ao tentar ajudar, acabem emitindo julgamentos. Por isso, caso sinta dificuldade em avaliar essa situação sozinha, pode ser importante buscar o apoio de um profissional capacitado.
Agradeço por compartilhar sua resposta. Imagino o quanto deve ter sido difícil lidar com esse momento. Ao analisar seu relato, percebo que você conseguiu ser assertiva e expressar como se sentiu diante do ocorrido. As pessoas funcionam de maneiras diferentes e, muitas vezes, não compreendemos as atitudes do outro. Em diversos atendimentos, observo que algumas pessoas apresentam dificuldade em mudar a rotina por diferentes motivos. Nesse sentido, pode ser interessante conversar e buscar compreender melhor o funcionamento do seu companheiro nesse contexto. Também vale refletir sobre os aspectos positivos que essa relação lhe oferece e sobre o peso que esse episódio tem para você. Reconheço que são muitos pontos a serem considerados e, justamente por isso, o acompanhamento profissional pode ser bastante útil. A terapia de casal pode ser uma possibilidade, assim como um atendimento individual para seu parceiro.
Olá, tudo bem? Puxa, sinto muito por tudo isso, deve ter sido bem desconfortável. Veja só, a duvida de perdoar ou ir adiante é difícil de responder por ela ser muito mais profunda que isso. É um momento de questionamento sobre o que desejamos para nosso futuro, e o que podemos esperar ou não das pessoas. Uma dúvida sobre que atributos deve ter aquela pessoa com quem desejamos compartilhar nossas vidas. Imagino que tudo isso deve ter passado na sua cabeça esses dias. Acredito que é importante que você procure espaços em que você pode falar sobre esses sentimentos e questionamentos. Como com amigos e familiares. Caso você sinta que isso não é suficiente, é sempre possível buscar terapia. A terapia é um espaço que pode te ajudar a se conhecer e a construir confiança de que você pode alcançar aquilo que você deseja. É um lugar onde se pode pensar o que se pode ser consertado, e o que precisa ser reconstruindo. Caso opte por esse processo, estou disponível para te acompanhar.
O que você relata aponta para desrespeito emocional, falta de empatia e invalidação dos sentimentos em um momento de grande importância afetiva. Quando a dor é chamada de “exagero”, o vínculo se fragiliza, porque não há acolhimento do impacto causado. Estresse ou sair da rotina podem explicar irritação, mas não justificam atitudes desrespeitosas, especialmente diante da família.
O dilema entre perdoar ou seguir adiante costuma surgir quando há quebra de cuidado. Mais do que decidir imediatamente, é essencial observar: existe reconhecimento do erro, responsabilização e mudança concreta? Ou o padrão se repete com defesa e desqualificação do que você sente? Relações saudáveis conseguem lidar com diferenças sem humilhação. E quando há erro, existe o reparo.
A psicoterapia ajuda a organizar esse conflito, diferenciar tolerância de autoabandono, fortalecer limites emocionais e clarear o que você precisa para se sentir segura e respeitada -ainda mais vivendo fora do país, onde o suporte emocional faz diferença.
Se você está confusa e magoada, posso te acompanhar em psicoterapia com acolhimento e profundidade para se escutar melhor, avaliar esse vínculo com clareza e escolher o caminho que preserve sua dignidade emocional. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
O dilema entre perdoar ou seguir adiante costuma surgir quando há quebra de cuidado. Mais do que decidir imediatamente, é essencial observar: existe reconhecimento do erro, responsabilização e mudança concreta? Ou o padrão se repete com defesa e desqualificação do que você sente? Relações saudáveis conseguem lidar com diferenças sem humilhação. E quando há erro, existe o reparo.
A psicoterapia ajuda a organizar esse conflito, diferenciar tolerância de autoabandono, fortalecer limites emocionais e clarear o que você precisa para se sentir segura e respeitada -ainda mais vivendo fora do país, onde o suporte emocional faz diferença.
Se você está confusa e magoada, posso te acompanhar em psicoterapia com acolhimento e profundidade para se escutar melhor, avaliar esse vínculo com clareza e escolher o caminho que preserve sua dignidade emocional. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
Olá, como vai?
É um dilema muito importante, provavelmente impactando em muitos aspectos de sua vida e rotina, por isso é necessário muita prudência na sua escolha. Sugiro você conversar com pessoas próximas a você, como família e amigos; sugiro você iniciar psicoterapia, para poder se ouvir e elaborar de forma mais palatável a sua decisão; sugiro você conversar com ele novamente e contar sobre o dilema, para ele saber da consequência do ato dele. Você pode fazer uma viagem para pensar a respeito entre outras ações que você julgue que te ajudam a lidar com momentos difíceis como esse. Mas evite passar muito tempo sozinha, lidar com essas situações é mais fácil quando se tem apoio ao seu lado :)
Espero ter ajudado, fico à disposição.
É um dilema muito importante, provavelmente impactando em muitos aspectos de sua vida e rotina, por isso é necessário muita prudência na sua escolha. Sugiro você conversar com pessoas próximas a você, como família e amigos; sugiro você iniciar psicoterapia, para poder se ouvir e elaborar de forma mais palatável a sua decisão; sugiro você conversar com ele novamente e contar sobre o dilema, para ele saber da consequência do ato dele. Você pode fazer uma viagem para pensar a respeito entre outras ações que você julgue que te ajudam a lidar com momentos difíceis como esse. Mas evite passar muito tempo sozinha, lidar com essas situações é mais fácil quando se tem apoio ao seu lado :)
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Olá! O que você descreve não é pequeno, nem exagero. Situações simbólicas — como a visita dos pais depois de tantos anos fora — costumam tocar pontos muito profundos de pertencimento, cuidado e reconhecimento. Quando, nesse momento, a pessoa ao nosso lado reage com hostilidade ou desqualifica a nossa dor, a ferida não é só pelo episódio, mas pelo lugar que ocupamos na relação. Entender o estresse dele não obriga você a silenciar o impacto que isso teve em você. O dilema entre perdoar ou seguir adiante, muitas vezes, passa menos por “errar ou acertar” e mais por perguntar: há espaço real para empatia, responsabilização e mudança? Ou você está sendo convidada a se adaptar sozinha?
Recomendo muito que busca o auxilio de um psicólogo. Para compreender tudo que ocorreu neste mês é preciso explorar como essa relação foi constituída e os papéis que você assume nela. Quanto maior o conhecimento de si mesma, mais ferramentas você terá para lidar com os momentos mais exigentes
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