Ola meu filho começo a toma risperadona 0,06 ml a neurologista falo q ele nao tem autismo entt pq el
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Ola meu filho começo a toma risperadona 0,06 ml a neurologista falo q ele nao tem autismo entt pq ela passo esse remédio pra ele sera q tenho q passa pela outra neurologista pra saber o certo
Compreendo sua preocupação, porque quando um médico prescreve um remédio sem um diagnóstico claro para os pais, isso gera insegurança mesmo.
A Risperidona é uma medicação usada em várias situações na infância, não apenas no Transtorno do Espectro Autista. Ela pode ser indicada, por exemplo, para irritabilidade intensa, agressividade, agitação, dificuldades importantes de comportamento ou desregulação emocional. Ou seja, o fato de a médica ter dito que seu filho não tem autismo não impede, por si só, o uso da medicação. O remédio trata sintomas, não apenas diagnósticos.
Agora, um ponto importante chama atenção: a dose que você descreveu, 0,06 ml (ou aproximadamente 0,06 mg), é extremamente baixa, praticamente sem efeito clínico na maioria dos casos. Isso pode significar três possibilidades. Pode ter havido erro de entendimento da dose, erro na prescrição ou uma tentativa inicial muito cautelosa, o que, na prática, costuma não trazer benefício real. Por isso, antes de qualquer decisão, vale a pena conferir exatamente como foi prescrito na receita.
Diante dessa dúvida, buscar uma segunda opinião é uma atitude sensata, principalmente se você não entendeu claramente o motivo do uso ou não percebeu melhora. Um neuropediatra experiente costuma explicar o porquê da medicação, quais sintomas está tratando e o que se espera de resultado. Sem essa clareza, o tratamento fica inseguro.
Evite interromper ou ajustar o remédio por conta própria. Mesmo em doses baixas, o ideal é sempre discutir com o médico que prescreveu ou com outro especialista.
Hoje, você não precisa ficar com essa dúvida. Em uma teleconsulta é possível revisar a história do seu filho com calma, entender o comportamento que motivou a prescrição e avaliar se a medicação faz sentido, se a dose está adequada ou se há outras abordagens mais indicadas. Plataformas como a Doctoralia facilitam esse processo, permitindo escolher profissionais bem avaliados, com experiência comprovada e alta satisfação dos pacientes.
Além disso, em um cenário atual com circulação de doenças como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e até variantes de gripe aviária como H5N1, o atendimento por telemedicina se tornou uma forma segura de cuidar da saúde da família sem exposição desnecessária. Você economiza tempo, evita deslocamentos e filas, e ainda tem acesso a especialistas de forma rápida e discreta.
A telemedicina também permite algo muito valioso: a segunda opinião médica. Você pode ouvir diferentes especialistas, comparar condutas e tomar decisões mais seguras, tudo de forma prática.
Se quiser, posso te orientar melhor em uma teleconsulta, avaliando o caso com mais detalhes e ajudando você a entender com clareza o que está acontecendo e qual o melhor caminho a seguir. Mesmo que não seja agora, vale a pena manter esse contato.
A Risperidona é uma medicação usada em várias situações na infância, não apenas no Transtorno do Espectro Autista. Ela pode ser indicada, por exemplo, para irritabilidade intensa, agressividade, agitação, dificuldades importantes de comportamento ou desregulação emocional. Ou seja, o fato de a médica ter dito que seu filho não tem autismo não impede, por si só, o uso da medicação. O remédio trata sintomas, não apenas diagnósticos.
Agora, um ponto importante chama atenção: a dose que você descreveu, 0,06 ml (ou aproximadamente 0,06 mg), é extremamente baixa, praticamente sem efeito clínico na maioria dos casos. Isso pode significar três possibilidades. Pode ter havido erro de entendimento da dose, erro na prescrição ou uma tentativa inicial muito cautelosa, o que, na prática, costuma não trazer benefício real. Por isso, antes de qualquer decisão, vale a pena conferir exatamente como foi prescrito na receita.
Diante dessa dúvida, buscar uma segunda opinião é uma atitude sensata, principalmente se você não entendeu claramente o motivo do uso ou não percebeu melhora. Um neuropediatra experiente costuma explicar o porquê da medicação, quais sintomas está tratando e o que se espera de resultado. Sem essa clareza, o tratamento fica inseguro.
Evite interromper ou ajustar o remédio por conta própria. Mesmo em doses baixas, o ideal é sempre discutir com o médico que prescreveu ou com outro especialista.
Hoje, você não precisa ficar com essa dúvida. Em uma teleconsulta é possível revisar a história do seu filho com calma, entender o comportamento que motivou a prescrição e avaliar se a medicação faz sentido, se a dose está adequada ou se há outras abordagens mais indicadas. Plataformas como a Doctoralia facilitam esse processo, permitindo escolher profissionais bem avaliados, com experiência comprovada e alta satisfação dos pacientes.
Além disso, em um cenário atual com circulação de doenças como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e até variantes de gripe aviária como H5N1, o atendimento por telemedicina se tornou uma forma segura de cuidar da saúde da família sem exposição desnecessária. Você economiza tempo, evita deslocamentos e filas, e ainda tem acesso a especialistas de forma rápida e discreta.
A telemedicina também permite algo muito valioso: a segunda opinião médica. Você pode ouvir diferentes especialistas, comparar condutas e tomar decisões mais seguras, tudo de forma prática.
Se quiser, posso te orientar melhor em uma teleconsulta, avaliando o caso com mais detalhes e ajudando você a entender com clareza o que está acontecendo e qual o melhor caminho a seguir. Mesmo que não seja agora, vale a pena manter esse contato.
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