Olá meu filho faz uso de risperidona,ele tem 9 anos .fez exame e deu 33 de prolactina.esta muito alt

3 respostas
Olá meu filho faz uso de risperidona,ele tem 9 anos .fez exame e deu 33 de prolactina.esta muito alto ?,estou preocupada
Dra. Luana de Barros Sales
Neurologista pediátrico
Rio de Janeiro
Olá, tudo bem?
Muitos pacientes que usam Risperidona apresentarão aumento dos níveis de prolactina sem repercussão clínica. O exame deve ser avaliado junto com a clínica da criança ( se há aumento de glândula mamária por exemplo) para avaliar a conduta. Caso precise de ajuda estou á disposição

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Dr. Lázaro Inácio Araújo Rodrigues
Pediatra, Neurologista pediátrico
Salvador
A risperidona pode elevar a prolactina, e valores como 33 exigem acompanhamento para avaliar sintomas e necessidade de ajuste. Agende consulta com neuropediatra em Salvador, nos bairros Pituba ou Ondina, pesquisando por Lázaro Inácio Araújo Rodrigues – Neuropediatra em Salvador.
Dr. Gustavo Holanda
Neurologista pediátrico
Recife
Entendo sua preocupação, principalmente quando se trata de um exame alterado em uma criança tão jovem. Isso naturalmente assusta, mas é importante colocar esse resultado em contexto.

A Risperidona é um medicamento amplamente utilizado na infância, especialmente em quadros comportamentais e neurológicos, e um dos seus efeitos conhecidos é justamente o aumento da prolactina. Isso acontece porque ela interfere em mecanismos cerebrais que regulam esse hormônio. Portanto, esse aumento que você observou no exame não é inesperado.

Um valor de prolactina em torno de 33 ng/mL está acima do considerado normal para a idade, mas não é, por si só, um número alarmante quando sabemos que a criança faz uso dessa medicação. Mais importante do que o número isolado é observar se existem sinais clínicos de Hiperprolactinemia, como aumento das mamas, saída de secreção pelos mamilos, dor local ou alterações no desenvolvimento puberal. Na ausência desses sinais, geralmente não há necessidade de intervenção.

Outro ponto fundamental é evitar a armadilha de repetir exames de forma frequente sem indicação clínica. A prolactina pode variar por diversos fatores, inclusive estresse e horário da coleta. Ficar monitorando números sem sintomas tende a gerar mais ansiedade do que benefício.

Na prática clínica, quando o aumento da prolactina está relacionado à risperidona e a criança está bem, evoluindo adequadamente e sem manifestações clínicas, não há indicação automática de suspender ou trocar a medicação. A decisão de ajustar o tratamento só deve ser considerada se surgirem sintomas relevantes ou efeitos colaterais que impactem a qualidade de vida.

O mais importante agora é manter o acompanhamento regular com o médico que prescreveu a medicação, observar a criança no dia a dia e valorizar sinais clínicos, não apenas o exame.

Em uma teleconsulta, é possível avaliar com mais detalhes o contexto do seu filho, revisar o histórico, entender a indicação da medicação e orientar de forma mais personalizada. Plataformas como a Doctoralia facilitam o acesso a profissionais bem avaliados, com experiência e alta satisfação dos pacientes.

Além disso, em um cenário com circulação de doenças como COVID-19, MPOX, parvovírus B19 e até cepas mais agressivas de gripe, o atendimento por telemedicina se tornou uma forma segura, prática e eficiente de cuidar da saúde. Você evita deslocamentos, reduz riscos desnecessários e ganha tempo para suas atividades.

A telemedicina hoje permite inclusive segundas opiniões médicas com rapidez, segurança e discrição. Se desejar, posso te orientar nesse processo, esclarecer outras dúvidas e ajudar a conduzir esse acompanhamento de forma tranquila e baseada em evidências. Mesmo que não precise agora, vale a pena conhecer o perfil e manter esse contato para quando precisar.

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