Olá meu filho faz uso de risperidona,ele tem 9 anos .fez exame e deu 33 de prolactina.esta muito alt
3
respostas
Olá meu filho faz uso de risperidona,ele tem 9 anos .fez exame e deu 33 de prolactina.esta muito alto ?,estou preocupada
Olá, tudo bem?
Muitos pacientes que usam Risperidona apresentarão aumento dos níveis de prolactina sem repercussão clínica. O exame deve ser avaliado junto com a clínica da criança ( se há aumento de glândula mamária por exemplo) para avaliar a conduta. Caso precise de ajuda estou á disposição
Muitos pacientes que usam Risperidona apresentarão aumento dos níveis de prolactina sem repercussão clínica. O exame deve ser avaliado junto com a clínica da criança ( se há aumento de glândula mamária por exemplo) para avaliar a conduta. Caso precise de ajuda estou á disposição
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
A risperidona pode elevar a prolactina, e valores como 33 exigem acompanhamento para avaliar sintomas e necessidade de ajuste. Agende consulta com neuropediatra em Salvador, nos bairros Pituba ou Ondina, pesquisando por Lázaro Inácio Araújo Rodrigues – Neuropediatra em Salvador.
Entendo sua preocupação, principalmente quando se trata de um exame alterado em uma criança tão jovem. Isso naturalmente assusta, mas é importante colocar esse resultado em contexto.
A Risperidona é um medicamento amplamente utilizado na infância, especialmente em quadros comportamentais e neurológicos, e um dos seus efeitos conhecidos é justamente o aumento da prolactina. Isso acontece porque ela interfere em mecanismos cerebrais que regulam esse hormônio. Portanto, esse aumento que você observou no exame não é inesperado.
Um valor de prolactina em torno de 33 ng/mL está acima do considerado normal para a idade, mas não é, por si só, um número alarmante quando sabemos que a criança faz uso dessa medicação. Mais importante do que o número isolado é observar se existem sinais clínicos de Hiperprolactinemia, como aumento das mamas, saída de secreção pelos mamilos, dor local ou alterações no desenvolvimento puberal. Na ausência desses sinais, geralmente não há necessidade de intervenção.
Outro ponto fundamental é evitar a armadilha de repetir exames de forma frequente sem indicação clínica. A prolactina pode variar por diversos fatores, inclusive estresse e horário da coleta. Ficar monitorando números sem sintomas tende a gerar mais ansiedade do que benefício.
Na prática clínica, quando o aumento da prolactina está relacionado à risperidona e a criança está bem, evoluindo adequadamente e sem manifestações clínicas, não há indicação automática de suspender ou trocar a medicação. A decisão de ajustar o tratamento só deve ser considerada se surgirem sintomas relevantes ou efeitos colaterais que impactem a qualidade de vida.
O mais importante agora é manter o acompanhamento regular com o médico que prescreveu a medicação, observar a criança no dia a dia e valorizar sinais clínicos, não apenas o exame.
Em uma teleconsulta, é possível avaliar com mais detalhes o contexto do seu filho, revisar o histórico, entender a indicação da medicação e orientar de forma mais personalizada. Plataformas como a Doctoralia facilitam o acesso a profissionais bem avaliados, com experiência e alta satisfação dos pacientes.
Além disso, em um cenário com circulação de doenças como COVID-19, MPOX, parvovírus B19 e até cepas mais agressivas de gripe, o atendimento por telemedicina se tornou uma forma segura, prática e eficiente de cuidar da saúde. Você evita deslocamentos, reduz riscos desnecessários e ganha tempo para suas atividades.
A telemedicina hoje permite inclusive segundas opiniões médicas com rapidez, segurança e discrição. Se desejar, posso te orientar nesse processo, esclarecer outras dúvidas e ajudar a conduzir esse acompanhamento de forma tranquila e baseada em evidências. Mesmo que não precise agora, vale a pena conhecer o perfil e manter esse contato para quando precisar.
A Risperidona é um medicamento amplamente utilizado na infância, especialmente em quadros comportamentais e neurológicos, e um dos seus efeitos conhecidos é justamente o aumento da prolactina. Isso acontece porque ela interfere em mecanismos cerebrais que regulam esse hormônio. Portanto, esse aumento que você observou no exame não é inesperado.
Um valor de prolactina em torno de 33 ng/mL está acima do considerado normal para a idade, mas não é, por si só, um número alarmante quando sabemos que a criança faz uso dessa medicação. Mais importante do que o número isolado é observar se existem sinais clínicos de Hiperprolactinemia, como aumento das mamas, saída de secreção pelos mamilos, dor local ou alterações no desenvolvimento puberal. Na ausência desses sinais, geralmente não há necessidade de intervenção.
Outro ponto fundamental é evitar a armadilha de repetir exames de forma frequente sem indicação clínica. A prolactina pode variar por diversos fatores, inclusive estresse e horário da coleta. Ficar monitorando números sem sintomas tende a gerar mais ansiedade do que benefício.
Na prática clínica, quando o aumento da prolactina está relacionado à risperidona e a criança está bem, evoluindo adequadamente e sem manifestações clínicas, não há indicação automática de suspender ou trocar a medicação. A decisão de ajustar o tratamento só deve ser considerada se surgirem sintomas relevantes ou efeitos colaterais que impactem a qualidade de vida.
O mais importante agora é manter o acompanhamento regular com o médico que prescreveu a medicação, observar a criança no dia a dia e valorizar sinais clínicos, não apenas o exame.
Em uma teleconsulta, é possível avaliar com mais detalhes o contexto do seu filho, revisar o histórico, entender a indicação da medicação e orientar de forma mais personalizada. Plataformas como a Doctoralia facilitam o acesso a profissionais bem avaliados, com experiência e alta satisfação dos pacientes.
Além disso, em um cenário com circulação de doenças como COVID-19, MPOX, parvovírus B19 e até cepas mais agressivas de gripe, o atendimento por telemedicina se tornou uma forma segura, prática e eficiente de cuidar da saúde. Você evita deslocamentos, reduz riscos desnecessários e ganha tempo para suas atividades.
A telemedicina hoje permite inclusive segundas opiniões médicas com rapidez, segurança e discrição. Se desejar, posso te orientar nesse processo, esclarecer outras dúvidas e ajudar a conduzir esse acompanhamento de forma tranquila e baseada em evidências. Mesmo que não precise agora, vale a pena conhecer o perfil e manter esse contato para quando precisar.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Ola fui diagnosticada com microadenoma. Fiz exame em 2020 e 2022. Parece que ainda esta no tamanho de 1mm mas pode ser perigoso? Esse Ano farei novo examen.
- A cabergolina tem algum efeito sobre os adenomas não funcionantes?
- Quais os riscos em engravidar com macroadenoma hipofisario?
- Olá, gostaria de saber se quem faz uso do remédio cabergolina e que vai fazer uma ressonância pode tomar contraste ou não. Desde já agradeço.
- Minha filha tem microadenoma hipófise gostaria de saber se a informação de infertilidade num determinado momento da vida dela pode ser ultimato para não poder gerar seu filho e se podendo este bebê viria com algum problema em decorrência deste fator por ser algo ainda não conhecido através do DNA.
- Tenho a prolactina alta 130. Desde de 36anos nunca passaram remédio agora estou com 62anos, uma dra passou Dostinex tenho medo do efeito colateral (ja fiz tumografia a uns 5anos atras nao deu nada não são leite do meu peito não tenho dor de cabeca) devo tomar esse medicamento?
- Quero engravidar mas tenho um micro adenoma hipófisario, eu consigo? Posso fazer tratamento com a cabergolina para conseguir engravidar?
- Tenho um Diminuto nódulo na adeno-hipofise, sugestivo de microadenoma hipofisário . E estou gestante corro algum risco para me e bebê?
- Meu exame de prolactina deu 10,22 ng/ml tenho 29 anos não tô grávida é normal
- Meu esposo faz uso de cabergolina ,estamos planejando um bebê. Existe algum risco para o bebe?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 47 perguntas sobre Hiperprolactinemia
Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.