Olá pessoal, tudo bem? Gostaria de uma ajuda. Tenho TEA (Transtorno do Espectro Autista) nível 1 e f
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Olá pessoal, tudo bem? Gostaria de uma ajuda. Tenho TEA (Transtorno do Espectro Autista) nível 1 e faço uso de medicação (ESC 10mg). Comecei a trabalhar recentemente (a exatos 2 meses) em uma nova empresa e notei que nos dias que preciso ir presencial (3x por semana) logo que almoço, por volta de 15 a 20 minutos depois que como tenho uma dor de barriga que causa uma diarreia bem chata. Nos dias que estou em casa geralmente isso não acontece. Já falei com minha psicologa e psiquiatra e elas não desenvolvem esse assunto ou me ajudam em algo... Passei com o Gastro e ele me pediu uma Colonoscopia, mas estou com receio de faze-la, pois não tenho certeza se de fato isso que estou passando é uma doença intestinal ou puramente uma ansiedade derivada de crises sensoriais que tenho no caminho para a empresa (1h15 de transporte público para ir e depositar mais 1h15 para voltar). Como posso contornar essa situação ou lidar com ela? Não vou mentir que isso esta me causando uma tristeza bem grande, pois sinto que isso está se tornando algo que está começando a "paralisar" minha vida. Muito obrigado amigos profissionais!
Já descartou a hipótese de que seja a alimentação da empresa?
Lactose ou cafeína de um café após o almoço?
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Pelo seu relato, é possível que os episódios de dor abdominal e diarreia após o almoço estejam relacionados a uma resposta fisiológica de ansiedade, especialmente considerando o TEA nível 1, o percurso longo até o trabalho e o fato de ocorrerem principalmente nos dias presenciais. Pessoas com sensibilidade sensorial aumentada podem apresentar manifestações gastrointestinais desencadeadas por estresse, rotina exigente ou antecipação de desconforto. Apesar disso, é correto manter a avaliação com o gastroenterologista, pois precisamos descartar causas orgânicas, e a colonoscopia pode ser útil nesse processo. Mesmo que o componente emocional seja forte, investigar é prudente.
Enquanto isso, algumas medidas podem ajudar: ajustar o tipo de alimentação antes de sair para o trabalho, reduzir itens que aceleram o trânsito intestinal, organizar o horário das refeições, trabalhar técnicas de respiração para diminuir a ativação autonômica após o almoço e, se necessário, utilizar medicações temporárias que regulam a motilidade intestinal. Também é importante revisar o manejo da ansiedade e das demandas sensoriais, o que pode ser discutido tanto na psiquiatria quanto na psicoterapia.
Se houver piora, impacto funcional importante ou persistência dos sintomas, recomendo retornar para reavaliação.
Enquanto isso, algumas medidas podem ajudar: ajustar o tipo de alimentação antes de sair para o trabalho, reduzir itens que aceleram o trânsito intestinal, organizar o horário das refeições, trabalhar técnicas de respiração para diminuir a ativação autonômica após o almoço e, se necessário, utilizar medicações temporárias que regulam a motilidade intestinal. Também é importante revisar o manejo da ansiedade e das demandas sensoriais, o que pode ser discutido tanto na psiquiatria quanto na psicoterapia.
Se houver piora, impacto funcional importante ou persistência dos sintomas, recomendo retornar para reavaliação.
Olá! Pelo padrão que você descreve — diarreia só nos dias presenciais e após o almoço — isso parece muito mais ansiedade e sobrecarga sensorial do que doença intestinal.
O trajeto longo e o estresse podem desencadear essa resposta no intestino.
A colonoscopia serve apenas para descartar outras causas, mas o quadro é típico de intestino sensível ao estresse.
Algumas estratégias ajudam: ajustar o almoço, técnicas de regulação sensorial no trajeto e manejo da ansiedade antecipatória.
Com acompanhamento adequado, isso costuma melhorar bastante.
O trajeto longo e o estresse podem desencadear essa resposta no intestino.
A colonoscopia serve apenas para descartar outras causas, mas o quadro é típico de intestino sensível ao estresse.
Algumas estratégias ajudam: ajustar o almoço, técnicas de regulação sensorial no trajeto e manejo da ansiedade antecipatória.
Com acompanhamento adequado, isso costuma melhorar bastante.
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