Olá! Poderiam me tirar uma dúvida em relação à consulta com psiquiatra e à receita de medicações:
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Olá!
Poderiam me tirar uma dúvida em relação à consulta com psiquiatra e à receita de medicações: a indicação de medicação já é feita logo na primeira consulta?
*Tive recentemente uma consulta online com um psiquiatra e ele me receitou Oxalato de Escitalopram 10mg. Minha principal queixa, que me levou a consultá-lo, foi achar que a terapia não está funcionando em alguns quesitos, como: ansiedade, dificuldade em lidar com certos sentimentos (ou não suportá-los), e evitar sair de casa ou ir a lugares. Atualmente tenho 21 anos e completarei 3 anos de terapia este ano. A psiquiatra me recomendou aumentar as sessões.*
Gostaria de algumas opiniões.
Poderiam me tirar uma dúvida em relação à consulta com psiquiatra e à receita de medicações: a indicação de medicação já é feita logo na primeira consulta?
*Tive recentemente uma consulta online com um psiquiatra e ele me receitou Oxalato de Escitalopram 10mg. Minha principal queixa, que me levou a consultá-lo, foi achar que a terapia não está funcionando em alguns quesitos, como: ansiedade, dificuldade em lidar com certos sentimentos (ou não suportá-los), e evitar sair de casa ou ir a lugares. Atualmente tenho 21 anos e completarei 3 anos de terapia este ano. A psiquiatra me recomendou aumentar as sessões.*
Gostaria de algumas opiniões.
Olá.
A indicação de medicação pode, sim, ser feita já na primeira consulta psiquiátrica, desde que haja avaliação clínica suficiente para isso. Em muitos casos, especialmente quando há sintomas de ansiedade, evitação e prejuízo funcional, o uso de medicação pode ser considerado como parte do tratamento.
O escitalopram é um antidepressivo amplamente utilizado para ansiedade e pode ajudar na regulação emocional e redução da evitação.
No entanto, a resposta ao tratamento varia entre pessoas, e a medicação não substitui a psicoterapia — muitas vezes, a combinação de ambos traz melhores resultados. O ajuste da frequência das sessões também pode ser uma estratégia válida, dependendo do momento clínico.
A condução ideal depende sempre de avaliação individualizada, sendo importante manter acompanhamento médico para monitorar resposta, efeitos e necessidade de ajustes.
A indicação de medicação pode, sim, ser feita já na primeira consulta psiquiátrica, desde que haja avaliação clínica suficiente para isso. Em muitos casos, especialmente quando há sintomas de ansiedade, evitação e prejuízo funcional, o uso de medicação pode ser considerado como parte do tratamento.
O escitalopram é um antidepressivo amplamente utilizado para ansiedade e pode ajudar na regulação emocional e redução da evitação.
No entanto, a resposta ao tratamento varia entre pessoas, e a medicação não substitui a psicoterapia — muitas vezes, a combinação de ambos traz melhores resultados. O ajuste da frequência das sessões também pode ser uma estratégia válida, dependendo do momento clínico.
A condução ideal depende sempre de avaliação individualizada, sendo importante manter acompanhamento médico para monitorar resposta, efeitos e necessidade de ajustes.
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Olá! Sua dúvida é muito comum, e faz sentido questionar isso.
Sim, a prescrição de medicação pode acontecer já na primeira consulta psiquiátrica, principalmente quando o profissional identifica sintomas que estão gerando sofrimento significativo ou prejuízo no funcionamento, como ansiedade intensa, evitação de situações ou dificuldade de regulação emocional. Isso não é, por si só, inadequado.
No seu caso, pelo que você descreve (ansiedade, dificuldade em lidar com sentimentos e tendência a evitar sair de casa )existe indicação possível para uso de um antidepressivo que também atua nesses sintomas.
Ao mesmo tempo, o fato de você já estar em terapia há alguns anos e ainda sentir pontos que não avançam também é algo importante. Às vezes, isso pode indicar necessidade de ajuste no processo terapêutico (como frequência, abordagem ou foco), como sua psicóloga sugeriu, e não necessariamente substituição por medicação ou pode ser que as duas coisas combinadas tragam um resultado melhor.
Ou seja, não é uma escolha “ou terapia ou remédio”. Muitas vezes, o melhor resultado vem da associação dos dois, especialmente quando os sintomas começam a limitar mais a vida.
Se você ficou insegura com a rapidez da prescrição, vale considerar alguns pontos: se o médico explicou o motivo da indicação, se te orientou sobre efeitos esperados, tempo de ação e possíveis efeitos colaterais, e se deixou espaço para você participar da decisão. Isso faz bastante diferença.
Se ainda houver dúvida, é totalmente válido buscar uma segunda opinião antes de iniciar a medicação, principalmente se você se sente insegura. Mas, pelo seu relato, a conduta de prescrever já na primeira consulta está dentro do que é esperado na prática psiquiátrica.
O mais importante é você se sentir segura e compreendendo o plano de tratamento.
Sim, a prescrição de medicação pode acontecer já na primeira consulta psiquiátrica, principalmente quando o profissional identifica sintomas que estão gerando sofrimento significativo ou prejuízo no funcionamento, como ansiedade intensa, evitação de situações ou dificuldade de regulação emocional. Isso não é, por si só, inadequado.
No seu caso, pelo que você descreve (ansiedade, dificuldade em lidar com sentimentos e tendência a evitar sair de casa )existe indicação possível para uso de um antidepressivo que também atua nesses sintomas.
Ao mesmo tempo, o fato de você já estar em terapia há alguns anos e ainda sentir pontos que não avançam também é algo importante. Às vezes, isso pode indicar necessidade de ajuste no processo terapêutico (como frequência, abordagem ou foco), como sua psicóloga sugeriu, e não necessariamente substituição por medicação ou pode ser que as duas coisas combinadas tragam um resultado melhor.
Ou seja, não é uma escolha “ou terapia ou remédio”. Muitas vezes, o melhor resultado vem da associação dos dois, especialmente quando os sintomas começam a limitar mais a vida.
Se você ficou insegura com a rapidez da prescrição, vale considerar alguns pontos: se o médico explicou o motivo da indicação, se te orientou sobre efeitos esperados, tempo de ação e possíveis efeitos colaterais, e se deixou espaço para você participar da decisão. Isso faz bastante diferença.
Se ainda houver dúvida, é totalmente válido buscar uma segunda opinião antes de iniciar a medicação, principalmente se você se sente insegura. Mas, pelo seu relato, a conduta de prescrever já na primeira consulta está dentro do que é esperado na prática psiquiátrica.
O mais importante é você se sentir segura e compreendendo o plano de tratamento.
Se na primeira consulta foi diagnosticado algum transtorno de humor e o médico avaliar que precisa de medicação, pode sim ser feita logo na primeira consulta. Quanto mais rápido se inicia o tratamento melhor o prognóstico. No seu caso, ele iniciou a medicação associada à terapia para atingir a estabilidade mais rápido, pois só com a terapia não houve o efeito
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