Olá, tenho 56 anos.Fiz um exame de ressonância magnética no crânio e diagnosticado com Demência por
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Olá, tenho 56 anos.Fiz um exame de ressonância magnética no crânio e diagnosticado com Demência por múltiplos infartos.
A três ano, Minha voz esta trêmula e embargada, tenho muita tonturas e dificuldades para engolir, não tenho rendimentos nas minhas atividades, fico nervoso sozinho a dois dias meu pulso esquerdo parece estar aberto, e hoje também acontece do lado direito, esqueci de falar uso bengala devido a tonturas e dor nos joelhos, uso joelheira em ambos joelhos, será que é da doença. Pergunto se tem mais exames que devo fazer para confirmar a doença e como saber o estagiário. O que devo pedir para o médico?
Att
A três ano, Minha voz esta trêmula e embargada, tenho muita tonturas e dificuldades para engolir, não tenho rendimentos nas minhas atividades, fico nervoso sozinho a dois dias meu pulso esquerdo parece estar aberto, e hoje também acontece do lado direito, esqueci de falar uso bengala devido a tonturas e dor nos joelhos, uso joelheira em ambos joelhos, será que é da doença. Pergunto se tem mais exames que devo fazer para confirmar a doença e como saber o estagiário. O que devo pedir para o médico?
Att
Olá! É super importante você falar sobre esses sintomas com seu médico, para que ele os avalie e, se necessário, trate-os adequadamente.
Além da ressonância, outra coisa a se fazer é uma avaliação neurospicológica, pois essa irá ajudar a ver se tem algum prejuízo cognitivo e qual função está mais, ou menos, prejudicada. Além disso, a avaliação também ajuda a pensar num tratamento não farmacológico e estimulação cognitiva adequados para você.
Espero ter ajudado! Fico a disposição!
Além da ressonância, outra coisa a se fazer é uma avaliação neurospicológica, pois essa irá ajudar a ver se tem algum prejuízo cognitivo e qual função está mais, ou menos, prejudicada. Além disso, a avaliação também ajuda a pensar num tratamento não farmacológico e estimulação cognitiva adequados para você.
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Bom dia! A demência é uma degeneração nas funções cognitivas e geralmente acometem o idoso a partir dos 65 anos de idade. Além das funções cognitivas pode apresentar também algumas alterações no comportamento. Há porém vários tipos de demência, e no seu caso a demência foi provocada por múltiplos infartos, e alguns tipos de demência podem até ser reversíveis. O senhor poderá encontrar mais informações sobre esse assunto falando com um especialista em doenças do idoso (Geriatra), ou buscando através de artigos e orientação de outros profissionais especialistas no assunto. Seguindo a sugestão da colega Ana Alvim não deixe de contar para seu médico tudo que está acontecendo com o senhor após o diagnóstico e o tratamento que foi lhe passado. Abçs!
Boa tarde! Seria extremamente importante que você realizasse o exame de Avaliação Neuropsicológica a fim de investigar esses sintomas e obter melhorias de reabilitação.Dessa forma, você teria um diagnóstico mais preciso sobre o que você pode estar tendo.
Boa sorte e Obrigada
Boa sorte e Obrigada
Equipe multidisciplinar:
Neurologista
Neuropsicóloga para investigar as funções cognitivas preservadas ou prejudicadas.
Fonoaudiologia
TO- Terapeuta Ocupacional
Psicologia
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Neuropsicóloga para investigar as funções cognitivas preservadas ou prejudicadas.
Fonoaudiologia
TO- Terapeuta Ocupacional
Psicologia
Seria muito importante uma avaliação neuropsicológica para que possa saber exatamente quais são os seus prejuizos cognitivos (memória, atenção, linguagem, etc), em que grau e onde estas impactam na sua vida diária. Daí pode-se pensar em um tratamento focado para suas necessidades.
Procure por um psicologo especialista em neuropsicologia. Esse profissional poderá ajudá-lo fazendo uma avaliação neuropsicológica e poderá também, tirar suas dúvidas em relação ao diagnóstico de demência, sugerindo após a avaliação, por exemplo, tratamentos e reabilitação cognitiva, visando melhoria da sua qualidade de vida.
Abraços
Abraços
Olá, obrigado por compartilhar seu relato com tanta clareza. Com certeza você merece uma avaliação cuidadosa, e sim — os sintomas que você descreveu podem estar relacionados à demência vascular por múltiplos infartos, mas também indicam que é fundamental aprofundar a investigação.
A demência vascular acontece quando há acúmulo de pequenos acidentes vasculares (AVCs) ao longo do tempo, afetando várias áreas do cérebro, especialmente aquelas que controlam memória, atenção, marcha, fala, deglutição e equilíbrio. A voz trêmula e embargada, as dificuldades para engolir, as tonturas e a perda de rendimento podem sim estar ligadas a essa condição, mas também podem apontar para outras doenças neurológicas associadas, como parkinsonismo vascular ou doenças degenerativas com componente motor. A queixa sobre o pulso (sensação de estar “aberto”) também pode indicar problemas sensoriais ou circulatórios, que merecem avaliação específica.
O que pedir ao seu médico ou neurologista:
– Uma avaliação clínica neurológica completa, com exame físico detalhado;
– Reavaliação da ressonância magnética do crânio com foco nos achados vasculares (número e localização dos infartos, presença de microangiopatia, atrofia, lesões nos núcleos da base);
– Exames de sangue para investigar fatores de risco vascular: colesterol, glicemia, função tireoidiana, vitaminas (como B12 e folato), função hepática e renal;
– Avaliação da deglutição, com fonoaudiólogo ou um exame chamado videofluoroscopia ou nasoendoscopia da deglutição, caso necessário;
– Se houver dúvidas sobre parkinsonismo, pode ser útil realizar exame de imagem funcional, como SPECT ou PET específicos (caso disponíveis);
– Avaliação neuropsicológica, que ajuda a medir o estágio da demência, o perfil cognitivo e funcional;
– Avaliação com fisioterapeuta e terapeuta ocupacional para adaptar as atividades do dia a dia e melhorar sua segurança e qualidade de vida.
É importante também conversar com o médico sobre sintomas emocionais, como ansiedade, nervosismo e desânimo, porque esses quadros são frequentes e tratáveis, mesmo quando coexistem com demência.
Por fim, leve todas as informações para o neurologista, inclusive esse histórico que você compartilhou — pode até imprimir ou anotar para não esquecer. Você não está sozinho, e há formas de cuidar melhor, aliviar sintomas e manter autonomia e dignidade no dia a dia. O passo que você deu, de buscar entender e pedir ajuda, já é muito importante.
A demência vascular acontece quando há acúmulo de pequenos acidentes vasculares (AVCs) ao longo do tempo, afetando várias áreas do cérebro, especialmente aquelas que controlam memória, atenção, marcha, fala, deglutição e equilíbrio. A voz trêmula e embargada, as dificuldades para engolir, as tonturas e a perda de rendimento podem sim estar ligadas a essa condição, mas também podem apontar para outras doenças neurológicas associadas, como parkinsonismo vascular ou doenças degenerativas com componente motor. A queixa sobre o pulso (sensação de estar “aberto”) também pode indicar problemas sensoriais ou circulatórios, que merecem avaliação específica.
O que pedir ao seu médico ou neurologista:
– Uma avaliação clínica neurológica completa, com exame físico detalhado;
– Reavaliação da ressonância magnética do crânio com foco nos achados vasculares (número e localização dos infartos, presença de microangiopatia, atrofia, lesões nos núcleos da base);
– Exames de sangue para investigar fatores de risco vascular: colesterol, glicemia, função tireoidiana, vitaminas (como B12 e folato), função hepática e renal;
– Avaliação da deglutição, com fonoaudiólogo ou um exame chamado videofluoroscopia ou nasoendoscopia da deglutição, caso necessário;
– Se houver dúvidas sobre parkinsonismo, pode ser útil realizar exame de imagem funcional, como SPECT ou PET específicos (caso disponíveis);
– Avaliação neuropsicológica, que ajuda a medir o estágio da demência, o perfil cognitivo e funcional;
– Avaliação com fisioterapeuta e terapeuta ocupacional para adaptar as atividades do dia a dia e melhorar sua segurança e qualidade de vida.
É importante também conversar com o médico sobre sintomas emocionais, como ansiedade, nervosismo e desânimo, porque esses quadros são frequentes e tratáveis, mesmo quando coexistem com demência.
Por fim, leve todas as informações para o neurologista, inclusive esse histórico que você compartilhou — pode até imprimir ou anotar para não esquecer. Você não está sozinho, e há formas de cuidar melhor, aliviar sintomas e manter autonomia e dignidade no dia a dia. O passo que você deu, de buscar entender e pedir ajuda, já é muito importante.
Olá! Agradeço por compartilhar seu relato com tantos detalhes — ele é muito importante para compreender melhor a evolução do seu quadro e direcionar os próximos passos com segurança.
A demência por múltiplos infartos, também chamada de demência vascular, ocorre quando pequenos vasos sanguíneos cerebrais sofrem obstruções repetidas, causando múltiplos microinfartos. Com o tempo, esses episódios afetam as áreas do cérebro responsáveis pela memória, coordenação motora, equilíbrio, fala e deglutição — sintomas bastante semelhantes aos que você descreve.
Os sinais que você menciona — voz trêmula e embargada, tontura, dificuldade para engolir, lentidão e desequilíbrio — são compatíveis com comprometimento neurológico progressivo, e merecem uma avaliação detalhada para confirmar o diagnóstico e definir o estágio atual.
Os principais exames e avaliações que recomendo discutir com seu médico são:
1⃣ Ressonância magnética de crânio com cortes finos e estudo de difusão (DWI) — para identificar novos ou antigos infartos cerebrais e avaliar a extensão das lesões.
2⃣ Doppler das artérias carótidas e vertebrais — avalia se há obstruções ou estreitamentos que possam estar comprometendo a circulação cerebral.
3⃣ Ecodopplercardiograma e Holter cardíaco de 24h — verificam se há origem cardíaca dos microinfartos, como arritmias ou coágulos.
4⃣ Avaliação laboratorial completa, incluindo colesterol, triglicerídeos, glicemia, hemoglobina glicada, função renal, TSH e vitamina B12 — alterações nesses parâmetros aumentam o risco vascular e podem agravar os sintomas cognitivos.
5⃣ Avaliação neuropsicológica — teste detalhado que mede memória, atenção, linguagem e raciocínio, ajudando a definir o estágio da doença e o impacto funcional.
6⃣ Fonoaudiologia e fisioterapia neurológica, especialmente por conta da dificuldade de engolir e da instabilidade da marcha, que aumentam o risco de engasgos e quedas.
O tratamento da demência vascular tem como objetivos prevenir novos infartos cerebrais, controlar fatores de risco (pressão, diabetes, colesterol) e estimular a função cognitiva. Além dos medicamentos vasculares, pode ser necessário associar terapia para sintomas de humor, tontura e fadiga neuromotora.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica presencial, mas traz uma boa base para você discutir com o neurologista que o acompanha.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais em Cuiabá e São Paulo ou atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, demências e reabilitação cognitiva, sempre com abordagem técnica e humanizada.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
A demência por múltiplos infartos, também chamada de demência vascular, ocorre quando pequenos vasos sanguíneos cerebrais sofrem obstruções repetidas, causando múltiplos microinfartos. Com o tempo, esses episódios afetam as áreas do cérebro responsáveis pela memória, coordenação motora, equilíbrio, fala e deglutição — sintomas bastante semelhantes aos que você descreve.
Os sinais que você menciona — voz trêmula e embargada, tontura, dificuldade para engolir, lentidão e desequilíbrio — são compatíveis com comprometimento neurológico progressivo, e merecem uma avaliação detalhada para confirmar o diagnóstico e definir o estágio atual.
Os principais exames e avaliações que recomendo discutir com seu médico são:
1⃣ Ressonância magnética de crânio com cortes finos e estudo de difusão (DWI) — para identificar novos ou antigos infartos cerebrais e avaliar a extensão das lesões.
2⃣ Doppler das artérias carótidas e vertebrais — avalia se há obstruções ou estreitamentos que possam estar comprometendo a circulação cerebral.
3⃣ Ecodopplercardiograma e Holter cardíaco de 24h — verificam se há origem cardíaca dos microinfartos, como arritmias ou coágulos.
4⃣ Avaliação laboratorial completa, incluindo colesterol, triglicerídeos, glicemia, hemoglobina glicada, função renal, TSH e vitamina B12 — alterações nesses parâmetros aumentam o risco vascular e podem agravar os sintomas cognitivos.
5⃣ Avaliação neuropsicológica — teste detalhado que mede memória, atenção, linguagem e raciocínio, ajudando a definir o estágio da doença e o impacto funcional.
6⃣ Fonoaudiologia e fisioterapia neurológica, especialmente por conta da dificuldade de engolir e da instabilidade da marcha, que aumentam o risco de engasgos e quedas.
O tratamento da demência vascular tem como objetivos prevenir novos infartos cerebrais, controlar fatores de risco (pressão, diabetes, colesterol) e estimular a função cognitiva. Além dos medicamentos vasculares, pode ser necessário associar terapia para sintomas de humor, tontura e fadiga neuromotora.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica presencial, mas traz uma boa base para você discutir com o neurologista que o acompanha.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais em Cuiabá e São Paulo ou atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, demências e reabilitação cognitiva, sempre com abordagem técnica e humanizada.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
A demência por múltiplos infartos, também chamada de demência vascular, é causada por pequenas obstruções ou isquemias repetidas nos vasos cerebrais, que ao longo do tempo comprometem regiões responsáveis pela memória, linguagem, equilíbrio, emoção e controle motor. Os sintomas que você relata — voz trêmula e embargada, tonturas, dificuldade para engolir, lentidão nas atividades, instabilidade motora e alteração emocional — podem estar relacionados à progressão desse quadro, pois o cérebro vai sofrendo pequenas lesões cumulativas, especialmente em áreas que controlam a coordenação motora, fala e deglutição. O diagnóstico inicial por ressonância magnética é bastante confiável, mas é importante complementar a investigação com exames que ajudem a definir a extensão das lesões, as causas vasculares e o estágio funcional atual. Os exames mais indicados são: 1. Ressonância magnética cerebral com contraste e estudo volumétrico, para avaliar a quantidade e localização das áreas afetadas, a presença de microinfartos e atrofia cortical. 2. Doppler de carótidas e vertebrais, que verifica o fluxo sanguíneo nos principais vasos que irrigam o cérebro. 3. Exames cardiológicos, como ecocardiograma e Holter 24h, para investigar arritmias, fibrilação atrial ou origem cardíaca de êmbolos. 4. Avaliação neuropsicológica, que identifica o grau de comprometimento cognitivo, memória e funções executivas, ajudando a determinar o estágio da demência (leve, moderado ou grave). 5. Avaliação fonoaudiológica, importante para medir a gravidade da disfagia (dificuldade de engolir) e prevenir engasgos e pneumonias aspirativas. Além disso, exames laboratoriais (colesterol, glicemia, homocisteína, função tireoidiana e vitamina B12) ajudam a descartar fatores agravantes. O tratamento da demência vascular visa prevenir novos infartos cerebrais e preservar a função cognitiva, controlando rigorosamente pressão arterial, colesterol, diabetes e hábitos de vida. O médico pode associar medicamentos como antiagregantes plaquetários (ex.: AAS, clopidogrel), estatinas e, em alguns casos, estabilizadores cognitivos. O acompanhamento com neurologista vascular, cardiologista, fisioterapeuta e fonoaudiólogo é essencial. Com relação à voz trêmula e à fraqueza dos músculos, esses sintomas indicam possível comprometimento de núcleos motores do tronco encefálico ou do cerebelo, regiões muito afetadas em doenças vasculares crônicas — portanto, devem ser avaliados detalhadamente pelo neurologista. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, distúrbios cognitivos, demência vascular e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira - Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728
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