Olá. Tenho Graves pós iodoterapia . Tomo 125mcg levotiroxina há mais de 2 anos e meus exames seguem

2 respostas
Olá. Tenho Graves pós iodoterapia . Tomo 125mcg levotiroxina há mais de 2 anos e meus exames seguem alterados.

TSH 53,25iUL/ml, trab 3,33IU/L, T3L 2,2 pg/ml, T4L 1,18 ng/dL. Além de outros parametros alterados (Hem Glicada 5,4%, amilase 81u/L, lipase 55u/l, ferro 56 ug/dL e ferritina 4,2ng/mL)

a clinica que solicitou os exames só disse que eu estava com uma leve anemia e receitou 1c 40g de sulfato ferroso. Me encaminhou para o endocrinologista mas no SUS ainda nao apareceu vaga e estou sem condições de fazer particular esse mês. Alguem poderia ajudar/comentar?

Obrigada!
Dra. Raissa Mota
Endocrinologista
Brasília
Olá! Após a iodoterapia é muito comum desenvolver a deficiência do hormônio da tireoide e precisar repor o hormônio da tireoide, a levotiroxina. Procure um médico de sua confiança para orientar quanto o ajuste que deve ser feito na medicação, não seu automedique.
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Dra. Caroline Cunha de Oliveira
Endocrinologista, Nutrólogo, Médico clínico geral
São Paulo
Olá! Sua pergunta é muito pertinente e reflete uma situação que muitos pacientes enfrentam ao lidar com condições crônicas e a busca por um equilíbrio através do tratamento. A doença de Graves, especialmente após a iodoterapia, pode resultar em uma série de ajustes necessários na medicação para encontrar a dosagem correta de levotiroxina, que é essencial para manter os níveis hormonais equilibrados. Seus exames indicam que, apesar do tratamento, seu TSH está significativamente elevado, sugerindo que sua dose atual de levotiroxina pode não ser suficiente para suas necessidades atuais. Isso é algo que um endocrinologista precisaria avaliar cuidadosamente, ajustando a dose conforme necessário para trazer seus níveis hormonais para uma faixa mais normal.

A presença de anemia, indicada pelos seus níveis de ferro e ferritina, também é uma condição que merece atenção. A suplementação de ferro é um passo importante, mas é crucial entender a causa subjacente da anemia para tratar eficazmente. A anemia pode afetar sua energia, disposição e a maneira como seu corpo responde ao tratamento da tireoide.

A medicina integrativa pode oferecer uma abordagem holística para sua condição, considerando não apenas os aspectos físicos, mas também fatores emocionais, dietéticos e de estilo de vida que podem influenciar sua saúde. Por exemplo, ajustes na dieta e suplementação podem ser recomendados não apenas para abordar a anemia, mas também para apoiar a função tireoidiana e geral do organismo. Além disso, técnicas de redução de estresse e suporte emocional podem ser benéficas, pois o estresse pode afetar negativamente a função tireoidiana e a absorção de nutrientes.

É importante que você continue buscando acompanhamento médico especializado, mesmo diante das dificuldades de acesso. Enquanto aguarda a consulta com o endocrinologista, pode ser útil manter um diário de sintomas, alimentação e qualquer mudança no seu bem-estar, para discutir com o médico quando tiver a oportunidade. Isso pode ajudar a identificar padrões ou gatilhos que podem estar influenciando sua condição.

Lembre-se, cada pessoa é única, e a abordagem de tratamento deve ser personalizada para atender às suas necessidades específicas. A medicina integrativa busca essa personalização, considerando o paciente como um todo, o que pode ser especialmente útil em casos complexos como o seu.

Espero que você consiga o acompanhamento necessário em breve e que encontre um caminho para uma melhor saúde e bem-estar. A importância de um plano de cuidados realizado por um profissional com prática integrativa não pode ser subestimada, pois pode oferecer uma visão mais completa e um tratamento mais eficaz para suas condições.

Dra. Caroline Oliveira - CRM/SP 189586, Medicina Integrativa, com foco em Endocrinologia e Nutrologia.

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