Ola tenho uma melhor amiga q éramos muito proximas mas eu guardava muitas coisas q eu pensava sobre

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Ola tenho uma melhor amiga q éramos muito proximas mas eu guardava muitas coisas q eu pensava sobre ela certo dia eu fui na casa dos meus amigos (nós "somos" um quarteto eu ela e mais dois amigos) e eu comecei a desabafar falar tudo aquilo q eu guardava pra mim e descobri q eles pensavam a mesma coisa falei muito mal dela e dai como eu e eles ainda estudamos nós fomoks pra escola e com os dias ele percebeu q a gente (principalmente eu) estavamos diferentes com ela e ela pergunto e eu falei q nao q a gente nao estava diferente com ela dai HOJE tinha festa junina na escola e ra tbm o último dia de aula (férias de julho) e dai como ela é do grêmio estudantil (pra quem nao sabe oq é os alunos ajudam a escola) ela estava guardando umas caixas e eu e a minha outra amiga ( do quarteto ) estávamos indo pra casa pq a gente não era do grêmio e dai ela falou pra gente esperar ela dai contra vontade a gente esperou uns dez minutos e ela nao veio dai a minha amiga disse vamos ire eu falei sim estou me sentindo falsa por tudo isso me ajudem
 Paola Brezolin
Psicólogo
Caxias Do Sul
por que você não tenta conversar com essa amiga, expor para ela suas opiniões e tentar alinhar essas questões, acredito que indiferente do resultado dessa conversa vocês sairão mais leves, é normal que vamos naturalmente nos distanciando de pessoas queridas, mas pior do que essa distancia pode ser a dor de uma briga ou um desentendimento mais sério.

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Oi! Dá pra sentir o quanto essa situação tá te deixando confusa e até um pouco culpada. Às vezes a gente guarda sentimentos, irritações e pequenas mágoas por muito tempo, e quando sai, sai tudo de uma vez. Isso é humano. Mas quando isso acontece sem a pessoa envolvida saber, fica um mal-estar, tanto dentro da gente quanto na relação.

A psicanálise ajuda justamente a entender por que a gente guarda tanto, por que sente culpa depois, e como lidar com esses conflitos internos. Não é sobre certo ou errado, mas sobre se conhecer e entender por que certas situações nos afetam tanto.

Se você sentir que isso está pesando demais, conversar com um profissional pode ser um passo importante. Você não precisa carregar isso sozinha.
Olha, às vezes, especialmente quando se é jovem, é muito difícil entender a diferença entra "falar mal" e "desabafar". Você pode ser amiga de uma pessoa, adorá-la, mas ter aspectos desta pessoa de que não gosta e precisar desabafar sobre eles com outras pessoas próximas. Não é a mesma coisa que falar mal, você não está saindo por aí difamando, falando mal de sua amiga para um monte de pessoas que não são próximas (assim espero! aí não seria legal). Pelo que eu entendi do seu relato, você não quer necessariamente deixar de ser amiga desta pessoa sobre quem desabafou com outros amigos, certo? Outra coisa importante é conseguir entender que as pessoas não são perfeitas, nem nós. Pessoas próximas e queridas serão "irritantes" às vezes, assim, nós para elas. Se queremos que os outros sejam tolerantes conosco, faz bem que exercitemos nossa tolerância também. É importante pensar, "ok, o que é um defeito ok, que tolero, e o que é insuportável para mim?". Este tipo de reflexão será muito importante para todos os tipos de relacionamentos que você tem e virá a ter. Finalmente, não guarde as coisas como guardou. Tente conversar antes sobre o que está incomodando diretamente com a pessoa; vai ver, ela nem sabe que você está tão chateada assim. Tente usar um palavreado que foque em você, "isso aconteceu, você sentiu tal coisa, precisaria que fosse assim ou assado". Isso se chama comunicação não violenta e provavelmente há muitos textos e vídeos sobre isso na internet. Agora, para ir mais a fundo, num momento que fizer sentido, seria legal você se aprofundar no porquê não fala o que te incomoda, será que você gosta de agradar, mas sofre calada? Espero ter ajudado. Boa sorte!
 Maisa Guimarães Andrade
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá, querida… que importante você trazer esse relato com tanta sinceridade. Já começo te dizendo que o que você sente — esse desconforto, essa culpa, essa dúvida sobre suas atitudes — não é sinal de fraqueza, mas sim de sensibilidade e consciência. Algo em você percebe que existe uma dor aí, um incômodo interno, e isso já é um convite ao cuidado consigo mesma e com os vínculos que constrói.

As amizades na adolescência (e em qualquer fase da vida, na verdade) são espaços muito profundos de afeto, mas também de conflito. A gente se aproxima, se identifica, se conecta, mas também se decepciona, se irrita, guarda sentimentos que não sabe como dizer, teme magoar ou ser rejeitado. E quando esses sentimentos se acumulam sem espaço para serem pensados ou conversados com maturidade, eles podem transbordar de formas que machucam — você e o outro.

Desabafar é humano. Mas, quando esse desabafo se torna algo que fere, que exclui, ou que gera mentiras (como negar que estava diferente, por medo ou culpa), é sinal de que há algo mais profundo pedindo atenção. Não é sobre ser uma “pessoa falsa”, como você disse com dor, mas sobre estar diante de um conflito que talvez você não soube como lidar melhor naquele momento. E tudo bem. Errar, se arrepender, se sentir dividida entre o alívio de ter falado e a culpa por ter ferido… isso faz parte do amadurecimento emocional.

Na psicanálise, a gente não julga, não diz o que está certo ou errado de forma moral. O que fazemos é escutar: por que esse mal-estar surgiu? Por que ficou tão difícil dizer certas coisas diretamente para sua amiga? O que essa amizade representava (ou ainda representa) para você? Existe espaço para reconstrução aí? Ou para aceitar que alguns laços mudam — e que isso também dói?

Você pode se surpreender ao descobrir, num processo terapêutico, que muito do que sentimos em relação aos outros tem raízes em histórias mais antigas, em nossas vivências afetivas mais profundas — como fomos escutados quando éramos crianças, como aprendemos a lidar com a raiva, com a frustração, com a culpa, com o medo de ser rejeitado. E a psicanálise pode justamente te ajudar a entender o que está por trás dessas reações, para que você possa se relacionar de maneira mais livre, mais consciente e menos atravessada por silêncios pesados ou culpas que te paralisam.

Se você está sentindo esse peso dentro de si, talvez esse seja o momento de se escutar mais de perto, com cuidado e responsabilidade — e isso não precisa ser feito sozinha. Fico aqui como uma escuta possível, caso queira iniciar esse processo. Você não precisa carregar essa angústia calada. Há muito a ser compreendido — e transformado — quando a gente tem espaço para se dizer sem medo.
o dialogo sempre é mais importante. sentir se falsa não vai resolver. as vezes não dá para ter tudo ao mesmo tempo. o melhor e tentar expressar o que você sente se for possível para essa pessoa. entende ? não dá para eu saber se estou sendo inconveniente se ninguém me dizer. parece obvio, mas as vezes o obvio é complexo em certas situações. bisque ajuda psicológica.
Ei...

- Sim, você está sendo falsa, mas só no caso das coisas que você falou da sua amiga não serem verdades. Se são verdades você tem que se questionar o motivo de ter essa pessoa como melhor amiga, isso não te torna uma má pessoa, todos fazem escolhas ruins em alguns momentos da vida. Se você achar que é importante se abrir com essa pessoa que você falou mal é só se abrir, caso o contrário tente pensar no que é melhor para você e para as pessoas que você gosta e quer proteger.


- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.


Abraços
Entendi o que você está sentindo. Essas situações em amizades são realmente delicadas e mexem muito com a nossa consciência e o coração. É normal se sentir culpada quando a gente guarda sentimentos, fala sobre outra pessoa pelas costas ou acaba se afastando sem conseguir ser sincera. O peso dessa culpa aparece porque, no fundo, você se importa com a amizade e com a forma como as coisas estão acontecendo.

Na hipnose clínica, a gente pode trabalhar justamente essas questões de culpa, arrependimento e até de comunicação — ajudando a entender melhor seus próprios sentimentos, lidar com o que aconteceu e encontrar formas mais saudáveis de se relacionar. O objetivo é trazer mais leveza, clareza e até coragem pra agir com mais autenticidade, seja pra conversar com sua amiga ou pra lidar melhor com essa situação dentro de você.

Se sentir que precisa de um espaço pra falar sobre isso e entender melhor seus sentimentos, pode marcar uma sessão. Vai ser um momento só seu, pra você se acolher e aprender a lidar com tudo isso de um jeito mais tranquilo. Estou aqui pra ajudar!
 Germaniely Lima
Psicólogo, Psicanalista
Florianópolis
Olá, você ainda deseja ter essa amizade ? Se sim , a melhor forma de resolver isso é conversando . Se não , talvez seja melhor se afastar mesmo .
 Sônia Helena Tlusty Furlanetto
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Compreendo que possivelmente, você não esteja se sentindo bem com essa história, principalmente frente à sua amiga, e ao grupo! A recomendação aqui é em primeiro lugar, porque exatamente essa sua amiga, incomoda tanto vc e seus amigos? Esse é o ponto, tente questionar isso, e se possivel ser honesta com ela! Mas refletir em você, o que é tão diferente nela, que te incomoda tanto?

Entendo que você esteja se sentindo mal. Falar mal de alguém pelas costas costuma gerar culpa e peso na amizade. Se ela é importante pra você, talvez seja bom conversar com sinceridade sobre o que te incomoda, mas com respeito. Isso pode aliviar sua culpa e dar à amizade uma chance verdadeira de seguir em frente
Obrigada por compartilhar com tanta abertura — só de você trazer essa situação já mostra muita sensibilidade e desejo de cuidar das suas relações.
Sobre se sentir “falsa”... Esse sentimento aparece porque existe um conflito interno: de um lado, a vontade de ser honesta; do outro, o medo de ferir ou perder a amizade. Quando guardamos mágoas e depois falamos pelas costas, é comum sentir culpa e vergonha. Mas saiba: sentir isso é um sinal de consciência e de que você valoriza a amizade.
O que fazer?
- Reflita se gostaria de conversar com ela de forma direta e respeitosa, dizendo como você se sentia antes, sem ofensas ou julgamentos.
- Tente usar frases que falem de você e dos seus sentimentos (por exemplo: “Eu sentia que tinha coisas que me incomodavam e não soube como falar…”).
- Pergunte a si mesma: “O que quero dessa amizade daqui pra frente?”
Na visão sistêmica (abordagem que eu trabalho), conflitos nas amizades mostram muito sobre a forma como aprendemos a nos comunicar, colocar limites e lidar com medo de rejeição. Ao falar com cuidado, vocês podem até fortalecer o vínculo — mesmo que seja difícil no começo.
Se sentir que posso te acompanhar mais de perto nesse processo, será um prazer te receber em consulta.
Olá, como vai?
Aparentemente, você é um adolescente, por situar contexto na escola. Nessa fase é comum e esperado que tenhamos questões com os amigos, como conversas que saem tortas, percepções que não agradam, atitudes questionáveis enfim, um conjunto de esquisitices típicas da adolescência. Isso ocorre devido à mudança física e psicólogica que a fase está determinada a realizar na nossa existência. Uma característica muito predominante na adolescência é ver as situações muito no preto e branco, ou seja, em situações extremas e duais, porém com a maturidade, a tendência é compreender que há um gradiente cinzento entre o preto e o branco. Em outras palavras, sua amiga deve ter os motivos dela de ser quem ela é, e se você gosta, tem carinho e afeto, se preocupa com ela, conversar sobre como você se sente com ela é a atitude mais honesta a ser feita. Caso contrário, amizades acabam, novos ciclos sociais são instaurados e você vai vivenciar isso diversas vezes ainda na sua vida. Esse sentimento de ser "falsa" ocorre devido a evitação que você tem do real problema.
Espero ter ajudado, fico à disposição!
Desculpa, não entendi, por que você falou mal dela se é sua amiga?
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem? Pelo que descreve, é como se você estivesse carregando um baú de sentimentos não ditos que, de repente, se abriu diante dos outros amigos e agora deixou um eco de culpa no ar. Sentir-se “falsa” quando a atitude não combina com os valores que você tem sobre amizade é sinal de consciência e sensibilidade, não de fracasso; é o coração enviando um lembrete de que algo precisa de atenção antes de virar um peso maior.

Nas terapias integradas que combinam TCC, Focada nas Emoções e Teoria do Apego, costumamos observar como pensamentos suprimidos podem fermentar em silêncio até transbordar em conversas paralelas. Do ponto de vista da neurociência, o cérebro tende a escolher rotas rápidas para aliviar a tensão — falar com quem concorda traz uma descarga instantânea de dopamina — mas o circuito da culpa, em especial no sistema límbico, reage depois com um aviso de que a harmonia social foi abalada. Esse mesmo cérebro, por outro lado, é plástico e receptivo a reparos quando há abertura para elaborar a experiência.

Talvez ajude se você se perguntar: que medo ou necessidade me levou a guardar tudo e depois expor de forma indireta? O que eu gostaria que a minha amiga entendesse sobre mim caso pudesse falar com calma? De que maneira quero que essa amizade evolua depois das férias, e como posso me sentir coerente comigo mesma nesse processo? Essas reflexões podem lhe mostrar se o desconforto atual é convite para um diálogo honesto ou para repensar limites de forma cuidadosa.

Caso você seja menor de idade, pode ser valioso compartilhar esse dilema com seus pais ou cuidadores e, se perceber que a ansiedade ou a culpa ficam repetitivas, buscar um espaço terapêutico onde a conversa seja acolhida sem julgamentos. Restaurar vínculos quase sempre começa por restaurar a própria paz interna. Caso precise, estou à disposição.
 Cirano Araújo
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, como tem passado?
Na escuta psicanalítica, conflitos como esse não são apenas sociais ou morais. Eles revelam movimentos psíquicos profundos, como a dificuldade de sustentar a ambivalência, gostar e se irritar, amar e sentir raiva, se aproximar e se afastar. Freud nos ensinou que a amizade também é atravessada por pulsões, desejos inconscientes, identificações e idealizações. E, por isso, os laços afetivos costumam ser também cenários de disputas internas, muitas vezes silenciosas.
Quando guardamos por muito tempo o que sentimos e depois despejamos tudo de uma vez em forma de crítica, é comum que isso venha acompanhado por culpa. Porque o que talvez estivesse faltando ali não era a sinceridade bruta, mas um espaço de elaboração verdadeira, um lugar onde fosse possível falar sem ferir e escutar sem se defender.
O sentimento de culpa que aparece depois pode estar dizendo que o modo como isso se deu te afastou de algo que você valoriza em si mesma: talvez o cuidado, a empatia, o desejo de ser justa. Isso não faz de você uma pessoa ruim, faz de você alguém em processo de amadurecimento emocional, aprendendo aos poucos a lidar com os afetos contraditórios que toda relação desperta.
O mais importante agora talvez não seja apagar o que aconteceu, mas transformar esse desconforto em uma oportunidade de escuta e reconstrução. O que hoje aparece como culpa pode se tornar, se bem elaborado, falado, pensado, um passo importante para desenvolver relações mais verdadeiras, onde seja possível falar sem precisar ferir.
Espero ter ajudado em algo e sigo à disposição.
Sinto muito por isso. Vocês poderiam conversar sobre os incômodos. Seria muito saudável pra a relação expor os sentimentos e percepções de vocês, o que incomoda e avaliarem o que poderia ser melhorado e o que não. Depois dessa conversa, você decidiria se iria querer seguir com a amizade. Espero ter ajudado.
O que você está vivendo é algo delicado, mas também muito comum na adolescência: às vezes acumulamos mágoas ou incômodos com pessoas próximas e, ao invés de conversar diretamente, acabamos desabafando com outras pessoas, o que pode gerar culpa depois.
É importante entender que guardar sentimentos por muito tempo, sem elaborar ou conversar, tende a aumentar os conflitos internos. E quando esses sentimentos vêm à tona de forma impulsiva, podemos nos arrepender da maneira como lidamos com a situação.
Você não é falsa. O que você está sentindo agora (culpa, arrependimento, confusão) mostra que você tem empatia e que se importa com essa amizade. Talvez seja um bom momento para refletir com calma sobre o que realmente te incomodava, por que você não se sentiu à vontade para falar diretamente com ela, e o que gostaria de fazer daqui pra frente.
Se essa amizade ainda é importante pra você, uma conversa honesta (e cuidadosa) pode ajudar a reconstruir algo mais verdadeiro entre vocês. Às vezes, o crescimento nas relações vem justamente dos momentos difíceis, quando conseguimos encarar nossos erros com maturidade e nos responsabilizar pelo que sentimos e fazemos.
Você está sentindo o peso da culpa porque reconhece que agiu de forma que feriu uma amizade importante. Guardar sentimentos sem falar pode acumular mágoas, mas desabafar falando mal dela para outras pessoas sem confrontar diretamente também traz sofrimento para todos envolvidos, inclusive para você mesma. Esse sentimento de falsidade é um convite para refletir sobre seus valores e o que quer construir nas suas relações.

É um momento difícil, mas também uma oportunidade de crescimento. Conversar honestamente com sua amiga, pedir desculpas e explicar o que sentiu pode ser o primeiro passo para reconstruir a confiança, se ambos quiserem.

Se quiser ajuda para entender esses sentimentos e lidar com esse conflito interno, posso te apoiar em atendimento psicológico. Me chama e vamos juntas encontrar um caminho mais leve para você.
 Patrícia Nunes
Psicólogo
São Paulo
Ser honesta consigo mesma e com sua amiga é fundamental para uma amizade saudável. A Janela de Johari nos ensina a ampliar a área cega ou seja, mostrar ao outro o que ele não percebe em si, mas que interfere em suas relações. Por outro lado, quando exponho ao outro o que penso, ele tem liberdade de me mostrar o que não vejo em mim, assim, amplia-se a área livre (conheço mais sobre eu mesmo). Pense nisso e cuidado para as 'fofocas' que crescem no ambiente escolar.
Entendo que você está se sentindo mal por ter falado mal da sua amiga e agora sentir que a relação mudou. Isso é um sinal de que sua consciência está te mostrando que algo não está certo. O primeiro passo é reconhecer esse sentimento, como você já fez.
Se você quiser reconstruir a amizade, pode ser importante ser honesta com ela, pedir desculpas pelo que foi dito e tentar conversar abertamente sobre o que incomodava você. Se isso não for possível agora, pelo menos você estará cuidando da sua integridade emocional.
Também vale refletir sobre o que você espera dessa amizade e se vale a pena investir nela, ou se é melhor seguir caminhos diferentes, mas sempre respeitando seus sentimentos e os dos outros.

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