Marília Braga

Psicóloga · Mais

Guarulhos 2 endereços

Número de registro: CRP SP 06/115713

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Experiência

Olá! Sou Marília Braga, Psicóloga Clínica, Escritora e Palestrante. Minha formação acadêmica, experiência clínica e aprimoramento constante me permitem realizar a minha missão, que é guiar você em uma jornada de transformação, autenticidade e propósito.

Se você está passando por problemas emocionais, transtornos psicológicos ou sente que precisa de uma mudança na sua vida, saiba que eu posso te ajudar!

Atendo adultos e adolescentes que enfrentam questões como: • Ansiedade e estresse constantes • Tristeza persistente e falta de motivação • Síndrome de Burnout • Dificuldade nos relacionamentos • Falta de autoestima e autoconfiança • Sensação de sobrecarga emocional • Depressão • Síndrome do Pânico.

A psicoterapia que conduzo não é pautada em respostas prontas. Cada pessoa tem sua história, seu ritmo e suas dores e a partir disso trabalhamos na construção de um caminho singular de elaboração, compreensão e transformação.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psicologia clínica
  • Transtornos de ansiedade
  • Depressão
  • Psicologia da mulher

Pacientes que trato

Adultos
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Marília Braga

Rua Francisco Antônio Miranda 98, Guarulhos 07090-140

Existe um passo a passo para melhorar sua saúde mental?
Hoje, falar sobre saúde mental se tornou tão comum e um tanto quanto banalizado quando se resume em “autocuidado”, “bem-estar” ou “viver leve”.
No consultório, o que aparece é bem diferente: pessoas cansadas, repetindo padrões de sofrimento, carregando silêncios, conflitos internos e experiências que ainda não conseguiram ser pensadas.
O Janeiro Branco é importante porque é uma campanha que ajuda a lembrar o que não deveria ser esquecido: nossa saúde mental. O difícil é olhar para o que dói, para o que confunde, para aquilo que ainda não encontrou palavras. Não se trata de “funcionar melhor”, mas de reconhecer que há partes da nossa história que continuam atuando sem que tenhamos consciência disso.
Na terapia psicanalítica, o processo não é rápido nem pronto. O trabalho acontece quando o que estava preso no sintoma, no corpo ou na repetição, começa a ganhar forma no pensamento e na palavra. Aos poucos, aquilo que parecia automático pode ser compreendido e, então, pode se transformar.
Esse movimento implica responsabilidade consigo mesmo e também liberdade: a liberdade de não precisar continuar vivendo apenas a partir de roteiros antigos, herdados, repetidos.
Para quem já pensa em iniciar terapia, talvez o gesto mais importante não seja “começar o ano cuidando de si”, e sim autorizar-se a escutar a própria história com profundidade, sem pressa, mas com compromisso com o que é verdadeiro.
Janeiro é um marco no calendário. O trabalho psíquico, não.

10/01/2026

Serviços e preços

  • Primeira consulta psicologia

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  • Suporte emocional para gestantes e puérperas

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Artigos

Relacionamento tóxico

Você sente que, por mais que mude de relacionamento, as histórias acabam sempre do mesmo jeito? Isso acontece porque nossas primeiras experiências afetivas moldam padrões inconscientes sobre o amor. E esses padrões ficam registrados em nosso psiquismo e acabam nos guiando sem que a gente perceba. Na terapia psicanalítica começamos a escutar essas repetições e entender o que está por trás delas, não para apontar culpa, mas para transformar o que dói. O foco da psicanálise não é aliviar os sintomas, mas transformar a forma como você lida com suas emoções. Através da reflexão profunda, você vai encontrar novas maneiras de encarar os desafios com mais leveza


Trauma psicológico

Muitas vezes, o trauma vem da falta de afeto. Nesse caso, não se trata de algo que aconteceu, mas de uma necessidade fundamental do bebê que não foi atendida. Uma falta que deixou essa criança no vazio, não permitindo uma integração de si mesma. Quando uma criança não é investida de afeto, ela não tem o básico para se colocar no mundo, o que gera uma sensação de desintegração que se manifesta na forma de angústia. Uma angústia que não tem nome, não tem palavra que a descreva. Esse é um dos desafios da psicoterapia psicanalítica: criar um ambiente que favoreça o desenvolvimento dessa criança que ainda se encontra no adulto.


Procrastinação

No início do ano, muitos fazem listas de metas do tipo: cuidar melhor da saúde, ir à academia, organizar a agenda. Mas o que quase nunca aparece são as decisões que realmente mudam a vida: sair de relações que adoecem, questionar papéis que já não fazem sentido. Essas são as grandes escolhas da vida, geralmente feitas de forma inconsciente. O inconsciente tem critérios que desconhecemos; leva em conta medos, expectativas e modos de existir que repetimos há anos. A psicoterapia pode ajudar nesse processo: descobrir e dar significado ao que se repete, compreender os obstáculos internos e abrir novas possibilidades, no tempo de cada pessoa


Trauma psicológico

Traumas na infância não são apenas acontecimentos extremos ou marcantes. Muitas vezes, eles estão presentes em situações aparentemente pequenas que, para aquela criança, tiveram um impacto profundo. O que define o trauma não é apenas a gravidade objetiva do fato, mas a forma como a criança vivencia e processa a experiência. Na vida adulta, esses registros emocionais podem influenciar comportamentos, sentimentos e relações. Na psicoterapia, é possível identificar essas experiências e desenvolver recursos internos para lidar com as emoções que ficaram presas no passado. Esse processo favorece escolhas mais conscientes, relações mais saudáveis e uma vida emocional mais equilibrada.


Dependência emocional

A necessidade constante de agradar pode parecer apenas gentileza, mas muitas vezes carrega o peso de um medo profundo: o de ser rejeitado, criticado ou não reconhecido. Quando dizer “sim” para o outro significa dizer “não” para si, algo precisa ser olhado com mais cuidado. Na psicoterapia, é possível compreender as raízes dessa dinâmica, que muitas vezes vêm de experiências precoces, em que o amor estava condicionado ao desempenho ou ao apagamento dos próprios sentimentos. Ao se escutar com profundidade, torna-se possível criar relações mais livres, em que o afeto não dependa do sacrifício pessoal, mas possa circular com autenticidade e respeito por quem se é.


Depressão

Há momentos em que a vida parece perder a cor. Tarefas antes simples se tornam pesadas, os dias se arrastam e um vazio silencioso toma conta. Pode ser difícil nomear o que se sente: tristeza, apatia, irritabilidade, confusão. A psicoterapia é um espaço de acolhimento e escuta, onde esse mal-estar pode ser compreendido com profundidade. Ao revisitar histórias, afetos e experiências, é possível transformar a dor em algo que fala, que se inscreve na vida e não apenas no sintoma. Nesse percurso, abre-se espaço para reconexão com desejos, escolhas mais conscientes e uma presença mais inteira no mundo.

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Consulta Presencial Marília Braga

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  • B

    Gosto bastante do tratamento, achei minha psicóloga extremamente divertida, legal, simpática... Gosto bastante

     • Teleconsulta - Psicóloga Marília Braga Consulta psicológica do adolescente  • 

  • A

    Excelente profissional. Muito atencioso e competente no trabalho.

     • Consulta Presencial Marília Braga Consulta Psicologia  • 

  • L

    Foi só a primeira consulta, preciso de mais algumas para opinar melhor

     • Teleconsulta - Psicóloga Marília Braga Consulta Psicologia  • 

  • N

    Gostei bastante da atenção, das explicações e o quanto foi ouvinte quando detalhei minhas preocupações

     • Teleconsulta - Psicóloga Marília Braga Consulta Psicologia  • 

  • E

    Me senti acolhida por ela e compreendi a importância de fazer terapia

     • Consulta Presencial Marília Braga Primeira consulta psicologia  • 

  • A

    Ótima profissional bem atenciosa e educada , fomos muito bem recebidos.

     • Consulta Presencial Marília Braga Psicoterapia  • 

  • M

    Foi a minha primeira sessão e gostei bastante! A Marília esteve bem presente e atenta na sessão toda, me fazendo sentir acolhida e ouvida. Espero que dê certo poder fazer mais sessões com ela, para assim chegarmos a um resultado satisfatório!

     • Consulta Presencial Marília Braga Primeira consulta psicologia  • 

  • G

    A Marília tem sido uma excelente profissional, me auxiliando nas ideias e direcionamento dos meus pensamentos e sentimentos. Cheguei até ela muita aflita por ser mãe de adolescente e estar em conflitos. Excelente indicação para quem está vivenciando essa fase.

     • Teleconsulta - Psicóloga Marília Braga Teleconsulta  • 

  • A

    Minha filha adolescente gostou muito!
    Ela estava na a procura de uma que adaptar a ela

     • Consulta Presencial Marília Braga Consulta psicológica do adolescente  • 

  • A

    A Marília é maravilhosa, sempre disposta a ouvir e nos conduz a conclusões assertivas

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Dúvidas respondidas

211 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Minha namorada foi no shopping com o filho e o ex que é pai do menino porque o filho pediu e eu estou completamente desconfortável com isso. Estou sendo intransigente demais?

Sentir-se desconfortável numa situação como essa é compreensível; envolve ciúmes, insegurança e até o medo de perder o lugar de importância na relação. Mas isso não significa, necessariamente, que você está sendo intransigente.
É importante lembrar que, quando há filhos envolvidos, a convivência entre ex-parceiros pode ser necessária para o bem-estar da criança. O filho pedir para estar com os dois juntos provavelmente tem a ver com o desejo de reunir figuras importantes da vida dele, não com sentimentos entre os pais.
O ideal é conversar com sua namorada, de forma aberta e sem acusações. Fale sobre como você se sentiu, sem tentar controlar as atitudes dela, mas buscando entendimento. Relações saudáveis se constroem com confiança, escuta e limites que façam sentido para ambos.

 Marília Braga

O que desencadeia a resposta de luta ou fuga em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

Em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), a resposta de luta ou fuga pode ser desencadeada por situações que ativam intensamente o medo de abandono, rejeição ou invalidação. Isso não precisa acontecer de forma explícita — basta um gesto, um silêncio, uma mudança de tom ou algo que a pessoa interprete como sinal de afastamento para que o sistema emocional entre em alerta.

Esse estado é resultado de uma hipersensibilidade emocional, muito comum no TPB. O cérebro interpreta essas situações como ameaças reais, mesmo que, racionalmente, não sejam perigosas. O corpo responde como se estivesse diante de um perigo físico: aceleração dos batimentos, tensão muscular, urgência em reagir — seja atacando (luta), se afastando (fuga) ou até mesmo se fechando totalmente (congelamento).
Essa reatividade não é uma escolha consciente, mas sim um mecanismo aprendido e reforçado ao longo da vida, muitas vezes em contextos de relações instáveis, negligência emocional ou traumas precoces. Ao longo da psicoterapia, a pessoa pode aprender a reconhecer esses gatilhos, nomear as emoções envolvidas e encontrar outras formas de lidar com o desconforto sem agir impulsivamente.

 Marília Braga
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Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

Perguntas frequentes