Os pensamentos obsessivos são "voluntários"? .
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Os pensamentos obsessivos são "voluntários"? .
Olá, boa tarde.
Pode parecer difícil de acreditar, mas pensamentos obsessivos não são voluntários. Inclusive, no TOC, as compulsões têm a função de controlar tais pensamentos obsessivos. Por exemplo: penso que sou um pecador ferrenho (obsessão), por isso preciso orar todos os dias por pelo menos 2 horas (compulsão).
Muito do sofrimento gerado pela obsessão é pelo caráter involuntário do pensamento, bem como pelo fato de ser repetitivo.
Espero ter ajudado, grande abraço.
Pode parecer difícil de acreditar, mas pensamentos obsessivos não são voluntários. Inclusive, no TOC, as compulsões têm a função de controlar tais pensamentos obsessivos. Por exemplo: penso que sou um pecador ferrenho (obsessão), por isso preciso orar todos os dias por pelo menos 2 horas (compulsão).
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Olá, como vai? Não, os pensamentos obsessivos não são voluntários. Eles surgem de forma invasiva, repetitiva e indesejada, mesmo quando a pessoa quer evitá-los. Isso pode gerar culpa, medo e a sensação de não estar no controle da própria mente. Na visão psicanalítica, esses pensamentos podem carregar conteúdos que o psiquismo não conseguiu elaborar, retornando de forma insistente. Por isso, é importante acolher a ideia de que não é culpa da pessoa tê-los, e que lutar contra o pensamento pode intensificá-lo. O cuidado terapêutico pode ajudar a compreender o que está em jogo emocionalmente. O CAPS é um caminho de apoio quando necessário. Espero ter ajudado, fico à disposição.
Não. Os pensamentos obsessivos não são voluntários.
Eles são intrusivos, ou seja, surgem de forma involuntária, repetitiva e indesejada.
A pessoa não escolhe pensar neles, e justamente por isso eles causam tanto sofrimento e culpa.
Eles são intrusivos, ou seja, surgem de forma involuntária, repetitiva e indesejada.
A pessoa não escolhe pensar neles, e justamente por isso eles causam tanto sofrimento e culpa.
Para a psicanálise, os pensamentos obsessivos não são voluntários, pois emergem como formações do inconsciente que irrompem contra a vontade do eu e expressam conflitos psíquicos recalcados.
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