Por que a coerência social no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é “contextual” e não cons

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Por que a coerência social no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é “contextual” e não constante?
Porque as dificuldades no TPB costumam aparecer com mais força em contextos emocionalmente importantes, como relações íntimas, conflitos, afastamentos ou situações percebidas como rejeição. Em ambientes mais neutros ou previsíveis, a pessoa pode funcionar bem. Por isso, a instabilidade não é necessariamente constante, mas pode surgir quando o vínculo desperta insegurança ou ameaça emocional.

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A coerência social no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é considerada “contextual” porque as dificuldades emocionais tendem a emergir principalmente em situações carregadas de significado afetivo, como relações íntimas, conflitos, afastamentos ou momentos percebidos como rejeição. Em ambientes mais neutros, previsíveis ou com menor envolvimento emocional, a pessoa costuma funcionar de maneira adequada. Isso mostra que a instabilidade não é constante, mas aparece quando o vínculo desperta insegurança ou ameaça emocional.

Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernadosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES
Abraços
No Transtorno de Personalidade Borderline, o “colapso de coerência social episódico” refere-se a momentos em que a capacidade de se manter organizado, estável e coerente nas relações se rompe de forma abrupta, geralmente diante de gatilhos afetivos como frustração, rejeição ou sensação de abandono, levando a reações intensas que contrastam com o funcionamento habitual; esse caráter episódico mostra que não se trata de uma incapacidade constante, mas de algo que emerge em certas condições, o que convida o sujeito a se perguntar o que exatamente nesses momentos ultrapassa seu limite de sustentação e desorganiza sua forma de se colocar no laço com o outro.

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