Por que o bullying pode ser visto como uma crise existencial, tanto para a vítima quanto para o agre

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Por que o bullying pode ser visto como uma crise existencial, tanto para a vítima quanto para o agressor?
Por que o bullying é uma “crise existencial”?
Porque atinge pilares de sentido e identidade.

Para a vítima: fere pertencimento e valor pessoal, gerando vergonha, medo e dúvidas como “quem sou eu?” e “onde eu caibo?”.

Para o agressor: muitas vezes é uma tentativa (desadaptativa) de lidar com insegurança, busca de poder/pertença ou modelos aprendidos — um modo de fugir da própria angústia e responsabilidade.

Como a terapia ajuda (TCC com base existencial): psicoeducação sobre bullying, regulação emocional, ativação comportamental, treino de assertividade e limites, reconstrução de valores e propósito, fortalecimento de redes de apoio (família/escola) e, quando necessário, plano de segurança e encaminhamento conjunto.

Se você passou por isso e quer resgatar autoconfiança e sentido, te convido a visitar meu perfil para conhecer minha forma de trabalho (online e presencial) e, se fizer sentido, agendar uma primeira conversa.

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O bullying pode ser visto como uma crise existencial porque coloca em choque a forma como cada um percebe a si e o mundo. Para a vítima, desafia o senso de valor próprio e segurança; para o agressor, pode revelar questões sobre poder, medo ou identidade. Em ambos os casos, a experiência força um confronto com escolhas, liberdade e responsabilidade, que são temas centrais na perspectiva existencial.
Dra. Elenir Paro
Psicólogo, Psicanalista
Fortaleza
O bullying pode ser compreendido como uma crise existencial porque afeta profundamente a forma como a pessoa percebe a si mesma, o outro e o próprio lugar no mundo.

Para a vítima, a humilhação repetida pode gerar vergonha, medo, isolamento e perda da confiança em si, comprometendo a construção da identidade e dos vínculos. Já para o agressor, o comportamento agressivo muitas vezes revela dificuldades emocionais, necessidade de controle, insegurança ou formas inadequadas de lidar com os próprios conflitos internos.

Na psicoterapia, especialmente na abordagem psicanalítica, busca-se compreender o sentido dessas vivências e suas marcas emocionais, favorecendo maior consciência, elaboração psíquica e formas mais saudáveis de se relacionar.

Saiba mais em @elenirparo.psicologia

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