Por que pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) costumam ter Sentimento crônico de
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Por que pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) costumam ter Sentimento crônico de vazio ?
Falta de identidade para essas pessoas as tornam vulneráveis.
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Oi, tudo bem? Essa é uma pergunta muito sensível e profunda, e fico realmente contente que você a tenha trazido, porque o tal “vazio” não é só uma sensação abstrata. Ele costuma ser uma das experiências mais difíceis de quem vive com TPB e, ao mesmo tempo, uma das menos compreendidas pelas pessoas ao redor.
Quando falamos desse vazio crônico, não estamos descrevendo apenas tristeza ou falta de motivação. É como se o sistema emocional, desde muito cedo, tivesse aprendido a funcionar sem uma base sólida de segurança interna. A neurociência ajuda a entender um pouco esse fenômeno, porque o cérebro, nesses casos, reage como se tivesse dificuldade em reconhecer estabilidade emocional dentro de si e buscasse o tempo todo algo externo para preencher o espaço. Só que nada parece durar, nada parece “segurar”, e essa sensação retorna como um eco.
Na Terapia dos Esquemas e na Teoria do Apego, vemos que esse vazio costuma aparecer quando a pessoa não teve, ao longo da vida, experiências consistentes de validação, acolhimento e previsibilidade emocional. É como se a mente carregasse um espaço interno que nunca pôde ser realmente ocupado por relações seguras. E aí surge a pergunta que muitas pessoas fazem em silêncio: “O que exatamente está faltando em mim?” Só que não está faltando nada. Está apenas machucado.
Talvez faça sentido você observar como esse vazio aparece no seu cotidiano. Ele surge quando você está sozinho ou mesmo acompanhado? Ele vem depois de conflitos, ou ele está lá mesmo em dias tranquilos? Em algum momento você sente como se nada fizesse sentido ou como se precisasse de algo intenso para “sentir alguma coisa”? Essas perguntas ajudam a entender a raiz da experiência, não para rotular, mas para construir um caminho de cuidado.
Se você já está em terapia, esse é um tema muito importante para levar ao seu terapeuta, porque ele vai conseguir trabalhar isso de forma segura e profunda com você. E se ainda não estiver, é justamente nesses assuntos que a terapia pode fazer diferença real. Quando sentir que é o momento, posso te ajudar a explorar isso com calma. Caso precise, estou à disposição.
Quando falamos desse vazio crônico, não estamos descrevendo apenas tristeza ou falta de motivação. É como se o sistema emocional, desde muito cedo, tivesse aprendido a funcionar sem uma base sólida de segurança interna. A neurociência ajuda a entender um pouco esse fenômeno, porque o cérebro, nesses casos, reage como se tivesse dificuldade em reconhecer estabilidade emocional dentro de si e buscasse o tempo todo algo externo para preencher o espaço. Só que nada parece durar, nada parece “segurar”, e essa sensação retorna como um eco.
Na Terapia dos Esquemas e na Teoria do Apego, vemos que esse vazio costuma aparecer quando a pessoa não teve, ao longo da vida, experiências consistentes de validação, acolhimento e previsibilidade emocional. É como se a mente carregasse um espaço interno que nunca pôde ser realmente ocupado por relações seguras. E aí surge a pergunta que muitas pessoas fazem em silêncio: “O que exatamente está faltando em mim?” Só que não está faltando nada. Está apenas machucado.
Talvez faça sentido você observar como esse vazio aparece no seu cotidiano. Ele surge quando você está sozinho ou mesmo acompanhado? Ele vem depois de conflitos, ou ele está lá mesmo em dias tranquilos? Em algum momento você sente como se nada fizesse sentido ou como se precisasse de algo intenso para “sentir alguma coisa”? Essas perguntas ajudam a entender a raiz da experiência, não para rotular, mas para construir um caminho de cuidado.
Se você já está em terapia, esse é um tema muito importante para levar ao seu terapeuta, porque ele vai conseguir trabalhar isso de forma segura e profunda com você. E se ainda não estiver, é justamente nesses assuntos que a terapia pode fazer diferença real. Quando sentir que é o momento, posso te ajudar a explorar isso com calma. Caso precise, estou à disposição.
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