Problemas dos outros ,pode sobrecarregar o psicológico de quem ouve ?
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Problemas dos outros ,pode sobrecarregar o psicológico de quem ouve ?
Sim, pode. Isso é chamado de fadiga por compaixão ou carga emocional vicária. Quando alguém escuta constantemente os problemas dos outros, especialmente de forma intensa e sem equilíbrio, pode acabar absorvendo o sofrimento alheio, sentindo-se emocionalmente exausto, ansioso ou até mesmo desenvolvendo sintomas semelhantes aos da pessoa que está ajudando.
Por isso, profissionais que lidam com sofrimento humano, como psicanalistas, psicólogos e assistentes sociais, precisam de supervisão, análise pessoal e momentos de descanso para evitar essa sobrecarga. Para quem não é da área, impor limites saudáveis e equilibrar a escuta com o autocuidado é essencial.
Fico à disposição
Por isso, profissionais que lidam com sofrimento humano, como psicanalistas, psicólogos e assistentes sociais, precisam de supervisão, análise pessoal e momentos de descanso para evitar essa sobrecarga. Para quem não é da área, impor limites saudáveis e equilibrar a escuta com o autocuidado é essencial.
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Olá! Não dá para definir somente a partir do seu relato, pois depende de muitos fatores, como por exemplo: como o ouvinte está emocionalmente, como lida com os problemas alheios, se consegue perceber seus limites emocionais, proximidade com a pessoa em questão, etc. Espero ter ajudado, estou á disposição!
Bom dia, como está? Então tudo vai depender de que maneira isso te afeta. Se as pessoas procuram porque acreditam que és um bom ouvinte e suas contribuições são importantes, a demanda será grande e intensa, principalmente se colocar limite for uma dificuldade para você .
Analise e questione os motivos pelos quais está sempre disponível e como lidar com a maneira que as pessoas resolvem tais problemas, nem sempre aceitasse a forma da resolução , muitas vezes permanecem neste problema e isso também cansa.
Espero ter ajudado e se continuarem estas questões estou a disposição.
At.te
Anna
Analise e questione os motivos pelos quais está sempre disponível e como lidar com a maneira que as pessoas resolvem tais problemas, nem sempre aceitasse a forma da resolução , muitas vezes permanecem neste problema e isso também cansa.
Espero ter ajudado e se continuarem estas questões estou a disposição.
At.te
Anna
Sim, ouvir constantemente os problemas dos outros pode, sim, sobrecarregar o psicológico, levando a sintomas como estresse, ansiedade e fadiga emocional. Esse fenômeno, conhecido como fadiga por compaixão, ocorre quando nos envolvemos excessivamente com o sofrimento alheio, muitas vezes sem perceber.
Para lidar com isso de forma saudável, é fundamental estabelecer limites, praticar o autocuidado e buscar apoio profissional quando necessário. A psicoterapia pode ajudar nesse processo, oferecendo um espaço seguro para compreender melhor seus sentimentos, aprender a diferenciar o que é seu e o que pertence ao outro e desenvolver estratégias para lidar com essa sobrecarga emocional. Se você sente que essa situação está te afetando, agende uma sessão e cuide da sua saúde mental!
Para lidar com isso de forma saudável, é fundamental estabelecer limites, praticar o autocuidado e buscar apoio profissional quando necessário. A psicoterapia pode ajudar nesse processo, oferecendo um espaço seguro para compreender melhor seus sentimentos, aprender a diferenciar o que é seu e o que pertence ao outro e desenvolver estratégias para lidar com essa sobrecarga emocional. Se você sente que essa situação está te afetando, agende uma sessão e cuide da sua saúde mental!
Acho muito legal da sua parte ter essa preocupação e cuidado com o psicólogo que te acompanha, mas a resposta é que não. Nós psis estudamos muito e temos muita prática para aprender a separar nossa vida pessoal daquilo que ouvimos e acolhemos em nossos consultórios. Ainda que a gente se importe muito com os pacientes e pense eles fora do consultório, estude bastante para manejar as situações e ajuda-los em suas questões, conseguir nos manter inteiros ao final do dia é super importante para darmos conta da nossa vida fora do consultório e também para os outros pacientes que atendemos. Para isso, cada psicólogo pode estabelecer um limite de horas trabalhadas, quantos pacientes por dia e até quais demandas e público ele atende. Ou seja, a gente aprende a se cuidar para conseguir também cuidar bem de vocês!
Certamente. Principalmente se quem ouve tem uma tendência a absorver muito as coisas para si. Se você se sente dessa forma melhor evitar ficar ouvindo problemas alheios e recomendar que a pessoa busque ajuda profissional. Como seres humanos, todos temos as nossas limitações, mas os profissionais de saúde mental têm preparo e técnica para escutar os problemas sem serem afetados por isso. Conhecer os seus limites também é uma forma de autocuidado. Espero ter ajudado! Um abraço.
Sim, problemas dos outros podem sobrecarregar o psicológico de quem ouve. Isso ocorre porque o ouvinte pode se identificar com as emoções e experiências do outro, o que pode desencadear uma resposta emocional própria.
Quando alguém ouve problemas dos outros, especialmente se forem problemas graves ou traumáticos, pode experimentar uma resposta emocional intensa, incluindo estresse emocional, ansiedade, fadiga, depressão e sentimento de sobrecarga.
A proximidade emocional, a gravidade dos problemas e a frequência e duração da exposição aos problemas dos outros podem contribuir para a sobrecarga psicológica.
Para lidar com essa sobrecarga, é importante estabelecer limites claros sobre o quanto você pode ouvir e ajudar, cuidar de si mesmo e buscar apoio se necessário. Lembre-se de que é importante cuidar da sua própria saúde mental ao ouvir problemas dos outros.
Fonte : AI
Quando alguém ouve problemas dos outros, especialmente se forem problemas graves ou traumáticos, pode experimentar uma resposta emocional intensa, incluindo estresse emocional, ansiedade, fadiga, depressão e sentimento de sobrecarga.
A proximidade emocional, a gravidade dos problemas e a frequência e duração da exposição aos problemas dos outros podem contribuir para a sobrecarga psicológica.
Para lidar com essa sobrecarga, é importante estabelecer limites claros sobre o quanto você pode ouvir e ajudar, cuidar de si mesmo e buscar apoio se necessário. Lembre-se de que é importante cuidar da sua própria saúde mental ao ouvir problemas dos outros.
Fonte : AI
Pode sim, no entanto, para não sobrecarregar, é necessário saber ouvir sem misturar-se.
É necessário desenvolver a capacidade de ouvir com o racional para encontrar uma ideia que ajude; também, lembrar de ser acolhedor. Se ouvir com a emoção, alem de você se sobrecarregar, não vai conseguir ajudar.
Um abraço,
Lea
É necessário desenvolver a capacidade de ouvir com o racional para encontrar uma ideia que ajude; também, lembrar de ser acolhedor. Se ouvir com a emoção, alem de você se sobrecarregar, não vai conseguir ajudar.
Um abraço,
Lea
Olá! Sim, pode sobrecarregar. Quando ouvimos os problemas do outro, somos atravessados pelo desejo e pela demanda que nos chega, muitas vezes nos colocando no lugar do "Outro" que supostamente tem a resposta ou a solução. Isso pode gerar uma angústia, pois nos confronta com nossos próprios limites e com a impossibilidade de preencher completamente o que o outro espera de nós. A escuta, nesse sentido, exige um trabalho de separação: reconhecer que o sofrimento do outro não é nosso, mas também não nos deixa indiferentes.
Olá, Depende quem é esse que ouve. Se você estiver em tratamento psicológico, conte tudo nas suas sessões de análise. O profissional, geralmente é bem preparado par isso. Se for repetitivo pra pessoas que não é da área, sim ele(a) pode ficar de "saco cheio". Se precisa de ajuda, procure por um profissional capacitado da psicanálise
Olá! Sim, os problemas dos outros podem, de fato, sobrecarregar o psicológico de quem os ouve. Quando alguém compartilha suas dificuldades, especialmente de forma constante ou muito intensa, isso pode gerar uma sensação de empatia excessiva ou até mesmo de "absorver" as emoções da outra pessoa, o que pode causar estresse, ansiedade e um impacto emocional negativo. A capacidade de lidar com isso depende de como a pessoa consegue se distanciar emocionalmente das situações dos outros, e também de como ela cuida da sua própria saúde mental. É importante estabelecer limites saudáveis e, se necessário, buscar apoio terapêutico para lidar com essas sobrecargas. Caso queira conversar mais sobre isso, estou disponível para ajudar. Um abraço, Vinícius.
Sim, ouvir constantemente os problemas dos outros pode sobrecarregar o psicológico, principalmente se não houver um limite saudável entre a empatia e a absorção da dor alheia. Isso pode gerar estresse, fadiga emocional e até sintomas físicos.
Por isso, é importante que quem ouve tenha momentos de descanso, atividades prazerosas e, se possível, um espaço para desabafar ou processar essas emoções, como terapia ou supervisão profissional.
Por isso, é importante que quem ouve tenha momentos de descanso, atividades prazerosas e, se possível, um espaço para desabafar ou processar essas emoções, como terapia ou supervisão profissional.
Sim, por isso é necessário sempre estar cuidando da nossa saúde mental a psicanálise atua mto bem.
Bom dia, se quem ouve consegue não se envolver emocionalmente, pode ser um caminho para ajuda sem sobrecarregar. Att Psicanalista Patricia Rodrigues
Sim, se quem ouve não estiver preparado emocionalmente para entender os problemas de outra pessoa sem que isso a afete, pode sim se sentir sobrecarregada psicologicamente.
Ajudar um amigo com uma escuta, é sempre benéfico, mas tentar ir além da escuta pode não ajudar, principalmente se fizer uma intervenção inadequada ou mesmo se deparar com a angustia de ajudar de fato. O mais indicado é ajudar a pessoa a procurar um profissional adequado.
ola, com certeza, o psicólogo tem que saber lidar com toda a carga emocional de seus pacientes para não ficar sobrecarregado
Depende do vinculo que ambos tem, e tambem da estrutura emocional do ouvinte. Se for um terapeuta um analista ou um psiquiatra isso sera equilibrado pela tecnica e tambem pela desenvilvimento terapeutico pessoa que cada analista é capaz de seguir. Em geral um analista só consegue ir até onde ele foi consigo mesmo.
Olá. Como Psicanalista entendo que Sim, os problemas alheios podem, de fato, sobrecarregar quem os escuta — especialmente quando nos importamos profundamente. Nossa mente não é uma caixa vazia: ela absorve emoções, histórias e até angústias que não nos pertencem, mas que ressoam em nossas próprias feridas ou expectativas.
Às vezes, carregamos o peso do outro porque confundimos empatia com responsabilidade, como se coubesse a nós "consertar" aquela dor. Outras vezes, projetamos nossas inseguranças ou medos na situação alheia, e isso nos desestabiliza. A psicanálise nos lembra que só podemos ajudar de verdade quando estamos ancorados em nosso próprio equilíbrio.
Por isso, é essencial perguntar-se:
"Estou ouvindo com cuidado ou me afogando junto?"
"Esse peso que sinto é meu, ou estou carregando o que não me cabe?"
Colocar limites não é falta de compaixão — é um ato de respeito com sua saúde emocional. Você pode acolher sem se perder.
Com atenção,
Às vezes, carregamos o peso do outro porque confundimos empatia com responsabilidade, como se coubesse a nós "consertar" aquela dor. Outras vezes, projetamos nossas inseguranças ou medos na situação alheia, e isso nos desestabiliza. A psicanálise nos lembra que só podemos ajudar de verdade quando estamos ancorados em nosso próprio equilíbrio.
Por isso, é essencial perguntar-se:
"Estou ouvindo com cuidado ou me afogando junto?"
"Esse peso que sinto é meu, ou estou carregando o que não me cabe?"
Colocar limites não é falta de compaixão — é um ato de respeito com sua saúde emocional. Você pode acolher sem se perder.
Com atenção,
Sim, ouvir os problemas dos outros pode, sim, sobrecarregar psiquicamente quem escuta, especialmente se houver envolvimento emocional ou se a pessoa não tiver recursos internos para processar aquilo que recebe.
Na psicanálise, falamos em transferência e contratransferência: ao escutarmos alguém, inevitavelmente somos atravessados por afetos, memórias e até angústias que ressoam em nós. Quando a escuta ocorre sem um espaço de elaboração – ou seja, sem um distanciamento emocional adequado –, a carga psíquica pode se tornar excessiva, resultando em exaustão mental, irritabilidade e até sintomas físicos.
Isso é especialmente relevante para pessoas que assumem, inconscientemente, um papel de "confidente universal" nas relações, muitas vezes sentindo-se obrigadas a acolher o sofrimento alheio, mesmo às custas do próprio bem-estar. Nesses casos, pode ser importante refletir: o que me faz sentir responsável pelo outro a ponto de me sobrecarregar?
A escuta é um ato valioso, mas ela precisa de limites. Se o peso das queixas alheias se torna um fardo, talvez seja hora de estabelecer fronteiras saudáveis e, se necessário, buscar um espaço próprio de fala e elaboração, como a terapia psicanalítica.
Na psicanálise, falamos em transferência e contratransferência: ao escutarmos alguém, inevitavelmente somos atravessados por afetos, memórias e até angústias que ressoam em nós. Quando a escuta ocorre sem um espaço de elaboração – ou seja, sem um distanciamento emocional adequado –, a carga psíquica pode se tornar excessiva, resultando em exaustão mental, irritabilidade e até sintomas físicos.
Isso é especialmente relevante para pessoas que assumem, inconscientemente, um papel de "confidente universal" nas relações, muitas vezes sentindo-se obrigadas a acolher o sofrimento alheio, mesmo às custas do próprio bem-estar. Nesses casos, pode ser importante refletir: o que me faz sentir responsável pelo outro a ponto de me sobrecarregar?
A escuta é um ato valioso, mas ela precisa de limites. Se o peso das queixas alheias se torna um fardo, talvez seja hora de estabelecer fronteiras saudáveis e, se necessário, buscar um espaço próprio de fala e elaboração, como a terapia psicanalítica.
Sim pode afetar, Isso é comum em pessoas empáticas, que sentem a necessidade de ajudar, mas acabam se esgotando emocionalmente, é fundamental estabelecer limites saudáveis, praticar o autocuidado e, se necessário, buscar apoio profissional. Cuidar de si também é essencial para continuar ajudando os outros sem se prejudicar.
Se os problemas dos outros te aflige a ponto de não conseguir voltar o olhar para si, dentro do setting de um trabalho de psicoterapia isso deve servir como material de análise mais do que incomodo ou sobrecarga para o profissional em questão.
pelo visto sim, senão você nem sequer estaria perguntando, não é...?
Olá! Sim, ouvir constantemente os problemas dos outros pode sim gerar sobrecarga emocional, especialmente quando não há espaço para elaborar o que se escuta. Algumas pessoas assumem esse lugar de escuta sem perceber os efeitos disso em si mesmas. Na psicanálise, criamos um espaço justamente para que você também possa ser escutado — inclusive sobre esse cansaço. Fico à disposição para te acompanhar nesse caminho.
Com certeza. Procure ajuda de um psicólogo!
Sim, os problemas dos outros podem sobrecarregar o psicológico de quem escuta, especialmente quando a pessoa está em contato frequente com situações difíceis ou emoções negativas alheias. Esse fenômeno é conhecido como carga emocional ou fadiga por compaixão.
Quando ouvimos alguém desabafar constantemente sobre suas dificuldades, sem que haja limites claros ou tempo para processar, nosso próprio equilíbrio emocional pode ficar comprometido. Isso pode causar:
Estresse e ansiedade
Cansaço mental e físico
Sensação de impotência ou tristeza profunda
Dificuldade para se concentrar e dormir
Por isso, é importante que quem escuta também cuide da própria saúde mental, estabelecendo limites, buscando apoio e, quando necessário, fazendo pausas para se recuperar.
Quando ouvimos alguém desabafar constantemente sobre suas dificuldades, sem que haja limites claros ou tempo para processar, nosso próprio equilíbrio emocional pode ficar comprometido. Isso pode causar:
Estresse e ansiedade
Cansaço mental e físico
Sensação de impotência ou tristeza profunda
Dificuldade para se concentrar e dormir
Por isso, é importante que quem escuta também cuide da própria saúde mental, estabelecendo limites, buscando apoio e, quando necessário, fazendo pausas para se recuperar.
Olá,
Depende de quem ouve. As pessoas qie trabalham com psicoterapias não costuma se sobrecarregar, mas pode acontecer.
Depende de quem ouve. As pessoas qie trabalham com psicoterapias não costuma se sobrecarregar, mas pode acontecer.
Muitíssimo. Nós somos esponjas emocionais. Se não soubermos como tratar essa energia recebida, podemos até adoecer. Por esse motivo que psicólogos e psicanalistas também passam por atendimento. Quem cuida precisa ser cuidado. Se você se sente sobrecarregado(a) por essa questão, importante ter um profissional com quem contar.
Sim. Ouvir constantemente os problemas dos outros pode gerar sobrecarga emocional, especialmente quando a pessoa não consegue estabelecer limites ou se responsabiliza excessivamente pelo sofrimento alheio. Essa exposição contínua pode levar a cansaço mental, irritabilidade, ansiedade e esgotamento psicológico. O cuidado com limites emocionais e espaços de escuta protegidos é fundamental para preservar a saúde mental.
Sim, ouvir constantemente os problemas dos outros pode sobrecarregar o psicológico. Pela psicanálise, a escuta nunca é neutra: ela mobiliza afetos, identificações e conteúdos inconscientes. Quando o sofrimento do outro ressoa com vivências próprias, pode gerar cansaço emocional, angústia e esgotamento.
A sobrecarga também pode estar ligada à dificuldade de separar o que é do outro do que é próprio, especialmente em pessoas que ocupam com frequência o lugar de quem cuida e acolhe. A identificação excessiva faz com que a dor alheia seja sentida como pessoal, produzindo sintomas emocionais e até corporais.
A psicanálise destaca a importância de elaborar o que se escuta, reconhecer limites e criar bordas psíquicas. Se esse desgaste estiver presente, o processo analítico pode ajudar a compreender essas dinâmicas e a construir formas mais saudáveis de lidar com o sofrimento do outro. Coloco-me à disposição, enquanto profissional, para acompanhar esse cuidado psíquico.
A sobrecarga também pode estar ligada à dificuldade de separar o que é do outro do que é próprio, especialmente em pessoas que ocupam com frequência o lugar de quem cuida e acolhe. A identificação excessiva faz com que a dor alheia seja sentida como pessoal, produzindo sintomas emocionais e até corporais.
A psicanálise destaca a importância de elaborar o que se escuta, reconhecer limites e criar bordas psíquicas. Se esse desgaste estiver presente, o processo analítico pode ajudar a compreender essas dinâmicas e a construir formas mais saudáveis de lidar com o sofrimento do outro. Coloco-me à disposição, enquanto profissional, para acompanhar esse cuidado psíquico.
Claro, principalmente se tem afeto envolvido!
Nós enquanto psicanalistas ou psicólogos precisamos fazer um enorme trabalho de auto-cuidado com análise pessoal e supervisão para podermos estar neste lugar de escuta, utilizando inclusive técnias e mesmo assim, às vezes somos sobrecarregados... então você imagina para alguém que não está preparado para isso?!
Nós enquanto psicanalistas ou psicólogos precisamos fazer um enorme trabalho de auto-cuidado com análise pessoal e supervisão para podermos estar neste lugar de escuta, utilizando inclusive técnias e mesmo assim, às vezes somos sobrecarregados... então você imagina para alguém que não está preparado para isso?!
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