Quais as características do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) que se ligam à ansiedade ex
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Quais as características do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) que se ligam à ansiedade existencial ?
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline costumam sentir emoções muito intensas, medo de abandono e grande instabilidade na maneira como veem a si mesmas e os outros. Essa instabilidade pode gerar uma sensação profunda de vazio, confusão sobre quem são e qual o sentido da vida.
A dificuldade em lidar com perdas, mudanças e relações também faz com que questões como “quem sou eu?”, “qual é meu lugar no mundo?” ou “vale a pena viver?” apareçam com muita força, causando angústia, medo da solidão e até crises existenciais. O TPB, portanto, muitas vezes pode amplificar esse tipo de ansiedade, porque mexe com o sentido da identidade e com a busca por segurança emocional.
A dificuldade em lidar com perdas, mudanças e relações também faz com que questões como “quem sou eu?”, “qual é meu lugar no mundo?” ou “vale a pena viver?” apareçam com muita força, causando angústia, medo da solidão e até crises existenciais. O TPB, portanto, muitas vezes pode amplificar esse tipo de ansiedade, porque mexe com o sentido da identidade e com a busca por segurança emocional.
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Oi, tudo bem? A sua pergunta toca exatamente naquele ponto em que o TPB e a ansiedade existencial começam a se encontrar e, às vezes, até se confundir. Quando olhamos com cuidado, percebemos que algumas características muito próprias do Transtorno de Personalidade Borderline acabam amplificando esse tipo de angústia, não porque a pessoa esteja “pensando demais”, mas porque sua sensibilidade emocional transforma certas perguntas da vida em algo muito mais visceral.
No TPB, a instabilidade da identidade costuma ser um terreno fértil para que dúvidas existenciais ganhem força. Quando a pessoa sente que seu “eu” oscila, perguntas como “quem eu sou?”, “o que me sustenta?” ou “o que dá sentido à minha vida?” deixam de ser reflexões naturais e passam a ser vividas como ameaças internas. O medo de abandono também se conecta fortemente a isso, porque qualquer sensação de perda ou afastamento pode despertar questionamentos profundos sobre valor, pertencimento e propósito. Nessas horas, a mente não está filosofando; está tentando sobreviver emocionalmente.
Talvez ajude observar como isso acontece em você. Quando a ansiedade existencial aparece, ela toca mais na sua identidade, nos vínculos ou naquela sensação de vazio que às vezes parece abrir dentro do peito? Você sente que essas perguntas vêm acompanhadas de medo, como se algo pudesse desmoronar? E, se você não tentar encontrar uma resposta imediatamente, o que se revela debaixo desse desconforto? Essas nuances dizem muito sobre onde o TPB encontra a ansiedade existencial no seu campo emocional.
Na terapia, trabalhamos justamente para fortalecer o senso interno de estabilidade, de valor e de autonomia emocional, porque quando o “eu” fica mais firme por dentro, as perguntas existenciais deixam de acionar alarmes tão intensos. Elas continuam existindo — como existem para todos nós — mas deixam de machucar. E é nesse espaço que você pode reencontrar clareza, calma e direção. Caso sinta que é o momento de aprofundar isso, estou à disposição.
No TPB, a instabilidade da identidade costuma ser um terreno fértil para que dúvidas existenciais ganhem força. Quando a pessoa sente que seu “eu” oscila, perguntas como “quem eu sou?”, “o que me sustenta?” ou “o que dá sentido à minha vida?” deixam de ser reflexões naturais e passam a ser vividas como ameaças internas. O medo de abandono também se conecta fortemente a isso, porque qualquer sensação de perda ou afastamento pode despertar questionamentos profundos sobre valor, pertencimento e propósito. Nessas horas, a mente não está filosofando; está tentando sobreviver emocionalmente.
Talvez ajude observar como isso acontece em você. Quando a ansiedade existencial aparece, ela toca mais na sua identidade, nos vínculos ou naquela sensação de vazio que às vezes parece abrir dentro do peito? Você sente que essas perguntas vêm acompanhadas de medo, como se algo pudesse desmoronar? E, se você não tentar encontrar uma resposta imediatamente, o que se revela debaixo desse desconforto? Essas nuances dizem muito sobre onde o TPB encontra a ansiedade existencial no seu campo emocional.
Na terapia, trabalhamos justamente para fortalecer o senso interno de estabilidade, de valor e de autonomia emocional, porque quando o “eu” fica mais firme por dentro, as perguntas existenciais deixam de acionar alarmes tão intensos. Elas continuam existindo — como existem para todos nós — mas deixam de machucar. E é nesse espaço que você pode reencontrar clareza, calma e direção. Caso sinta que é o momento de aprofundar isso, estou à disposição.
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