Quais funções executivas costumam estar prejudicadas no Transtorno do déficit de atenção com hiperat
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Quais funções executivas costumam estar prejudicadas no Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) ?
No TDAH, as funções executivas mais frequentemente prejudicadas incluem atenção sustentada, memória de trabalho, inibição de respostas impulsivas, planejamento e organização de tarefas. Além disso, há dificuldade em autorregular emoções e comportamentos, monitorar erros e manter consistência em atividades que exigem esforço prolongado. Esses déficits explicam a impulsividade, a desatenção e a dificuldade em completar tarefas que caracterizam o transtorno, interferindo tanto no desempenho acadêmico quanto nas relações sociais.
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De acordo com a Organização Mundial da Saúde na Classificação Internacional de Doenças (Cid-11).
Existem alterações diferentes em todas as funções executivas, o mais importante nesse caso é analisarmos como cada função é afetada e como podemos interagir para melhorar a vida dos pacientes.
Recomendo que leia: Funções executivas e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH): Implicações cognitivas e educacionais.
Autor
Lidinalva Fernandes Príncipe Balbi
ORIENTADOR
Prof. Dr. José de Oliveira da Silva
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES
Abraços
De acordo com a Organização Mundial da Saúde na Classificação Internacional de Doenças (Cid-11).
Existem alterações diferentes em todas as funções executivas, o mais importante nesse caso é analisarmos como cada função é afetada e como podemos interagir para melhorar a vida dos pacientes.
Recomendo que leia: Funções executivas e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH): Implicações cognitivas e educacionais.
Autor
Lidinalva Fernandes Príncipe Balbi
ORIENTADOR
Prof. Dr. José de Oliveira da Silva
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES
Abraços
Olá, boa tarde.
No Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), as funções executivas costumam estar prejudicadas de forma variável, mas há um padrão bem descrito na literatura baseada em evidências. As principais são:
1. Controle inibitório
Dificuldade em inibir impulsos, interromper respostas automáticas, esperar a vez de falar ou agir sem pensar nas consequências. Está fortemente associado à impulsividade.
2. Atenção sustentada e seletiva
Prejuízo em manter o foco ao longo do tempo e em filtrar estímulos irrelevantes. A pessoa se distrai com facilidade, mesmo quando quer prestar atenção.
3. Memória de trabalho
Dificuldade em manter e manipular informações mentalmente, como seguir instruções longas, lembrar etapas de uma tarefa ou organizar o que precisa ser feito.
4. Planejamento e organização
Problemas para planejar tarefas, estimar tempo, priorizar atividades e estruturar rotinas. Isso não é falta de interesse, mas dificuldade neurocognitiva.
5. Monitoramento e autorregulação
Menor capacidade de avaliar o próprio desempenho em tempo real, perceber erros e ajustar o comportamento. Pode parecer “só percebo depois”.
6. Regulação emocional (função executiva quente)
Embora nem sempre destacada nos manuais diagnósticos, há forte evidência de prejuízo na modulação emocional, com reatividade, frustração intensa e dificuldade em se acalmar.
É importante ressaltar que o TDAH não é um déficit global de inteligência, mas uma alteração no funcionamento executivo, especialmente em contextos que exigem esforço prolongado, organização e autocontrole. Em ambientes altamente estimulantes ou de interesse, essas funções podem parecer “melhores”, o que gera confusão e invalidação.
O tratamento padrão-ouro envolve psicoeducação, TCC focada em funções executivas e, quando indicado, tratamento medicamentoso, com bons níveis de eficácia demonstrados em meta-análises.
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
No Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), as funções executivas costumam estar prejudicadas de forma variável, mas há um padrão bem descrito na literatura baseada em evidências. As principais são:
1. Controle inibitório
Dificuldade em inibir impulsos, interromper respostas automáticas, esperar a vez de falar ou agir sem pensar nas consequências. Está fortemente associado à impulsividade.
2. Atenção sustentada e seletiva
Prejuízo em manter o foco ao longo do tempo e em filtrar estímulos irrelevantes. A pessoa se distrai com facilidade, mesmo quando quer prestar atenção.
3. Memória de trabalho
Dificuldade em manter e manipular informações mentalmente, como seguir instruções longas, lembrar etapas de uma tarefa ou organizar o que precisa ser feito.
4. Planejamento e organização
Problemas para planejar tarefas, estimar tempo, priorizar atividades e estruturar rotinas. Isso não é falta de interesse, mas dificuldade neurocognitiva.
5. Monitoramento e autorregulação
Menor capacidade de avaliar o próprio desempenho em tempo real, perceber erros e ajustar o comportamento. Pode parecer “só percebo depois”.
6. Regulação emocional (função executiva quente)
Embora nem sempre destacada nos manuais diagnósticos, há forte evidência de prejuízo na modulação emocional, com reatividade, frustração intensa e dificuldade em se acalmar.
É importante ressaltar que o TDAH não é um déficit global de inteligência, mas uma alteração no funcionamento executivo, especialmente em contextos que exigem esforço prolongado, organização e autocontrole. Em ambientes altamente estimulantes ou de interesse, essas funções podem parecer “melhores”, o que gera confusão e invalidação.
O tratamento padrão-ouro envolve psicoeducação, TCC focada em funções executivas e, quando indicado, tratamento medicamentoso, com bons níveis de eficácia demonstrados em meta-análises.
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
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