“Quais são os principais correlatos neuropsicológicos do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB
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“Quais são os principais correlatos neuropsicológicos do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), incluindo alterações nos domínios da regulação emocional, controle inibitório, cognição social e funcionamento executivo?”
Oi, é um prazer te ter por aqui.
Os correlatos neuropsicológicos do TPB envolvem alterações em múltiplos domínios, especialmente regulação emocional, controle inibitório, cognição social e funções executivas. A regulação emocional é o núcleo do transtorno: há hiperreatividade a estímulos sociais, dificuldade em modular emoções negativas e tendência a respostas intensas diante de rejeição percebida. Essa desregulação afeta diretamente o desempenho cognitivo, prejudicando atenção, memória de trabalho e tomada de decisão.
O controle inibitório também é afetado, especialmente em situações de ativação emocional. A pessoa pode ter dificuldade em inibir respostas impulsivas, reagindo de forma abrupta ou desproporcional. Esse padrão não reflete um déficit estrutural, mas sim um colapso funcional mediado pela emoção.
A cognição social apresenta vieses interpretativos, dificuldade em mentalização e tendência a atribuir intenções negativas a comportamentos ambíguos. Isso contribui para conflitos interpessoais e rupturas frequentes.
As funções executivas mostram prejuízos em flexibilidade cognitiva, planejamento e tomada de decisão sob estresse. Esses déficits são estado-dependentes e variam conforme o contexto emocional.
Assim, o TPB envolve um conjunto integrado de alterações neuropsicológicas que explicam sua complexidade clínica.
Atenciosamente, Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernandosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia
On-line e em Vitória-ES
Abraços
Os correlatos neuropsicológicos do TPB envolvem alterações em múltiplos domínios, especialmente regulação emocional, controle inibitório, cognição social e funções executivas. A regulação emocional é o núcleo do transtorno: há hiperreatividade a estímulos sociais, dificuldade em modular emoções negativas e tendência a respostas intensas diante de rejeição percebida. Essa desregulação afeta diretamente o desempenho cognitivo, prejudicando atenção, memória de trabalho e tomada de decisão.
O controle inibitório também é afetado, especialmente em situações de ativação emocional. A pessoa pode ter dificuldade em inibir respostas impulsivas, reagindo de forma abrupta ou desproporcional. Esse padrão não reflete um déficit estrutural, mas sim um colapso funcional mediado pela emoção.
A cognição social apresenta vieses interpretativos, dificuldade em mentalização e tendência a atribuir intenções negativas a comportamentos ambíguos. Isso contribui para conflitos interpessoais e rupturas frequentes.
As funções executivas mostram prejuízos em flexibilidade cognitiva, planejamento e tomada de decisão sob estresse. Esses déficits são estado-dependentes e variam conforme o contexto emocional.
Assim, o TPB envolve um conjunto integrado de alterações neuropsicológicas que explicam sua complexidade clínica.
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