Qual a durabilidade de uma plastia mitral? Fiz cirurgia e foi feito um reparo por comissurotomia mit
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Qual a durabilidade de uma plastia mitral? Fiz cirurgia e foi feito um reparo por comissurotomia mitral anterior e posterior. Mas já ouvi relatos que tem que trocar com o tempo.
Não há tempo preciso para durabilidade de um resultado da plastia valvar mitral. O importante é manter o acompanhamento médico com seu/sua cardiologista, realizando exames periódicos, especialmente o ecocardiograma, que mostrará como está o funcionamento dessa válvula, além da sua evolução clínica.
Boa sorte e que sua plastia valvar dure muitos anos.
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Olá,
Em alguns pacientes a plastia valvar pode perdurar por toda a vida, sem a necessidade de um novo reparo/cirurgia. Faça acompanhamento com seu cardiologista e cirurgião cardíaco periodicamente, desta forma eles poderão conduzir melhor o seu caso.
Em alguns pacientes a plastia valvar pode perdurar por toda a vida, sem a necessidade de um novo reparo/cirurgia. Faça acompanhamento com seu cardiologista e cirurgião cardíaco periodicamente, desta forma eles poderão conduzir melhor o seu caso.
Olá! A durabilidade de uma plastia mitral pode variar entre os pacientes e está sujeita a fatores como a técnica utilizada, a causa da insuficiência mitral, a idade do paciente e a presença de comorbidades. O reparo da válvula mitral, incluindo a comissurotomia, tem demonstrado taxas de sucesso elevadas a longo prazo, com estudos mostrando que cerca de 80% a 90% dos pacientes mantêm boa função da válvula e estão livres de reoperação em 10 a 15 anos após o procedimento.
Embora muitas válvulas reparadas funcionem bem a longo prazo, pode haver uma porcentagem de pacientes que eventualmente necessitarão de reoperação. Isso pode ser causado por recidiva da insuficiência mitral, deterioração da válvula com o tempo ou outras complicações. A necessidade de troca da válvula não é a regra e ocorre em uma fração menor de pacientes.
A durabilidade do reparo mitral pode ser influenciada por fatores como a gravidade inicial da insuficiência mitral, a estrutura anatômica da válvula e a presença de doenças concomitantes. Pacientes com insuficiência mitral funcional ou significativa que não respondem bem ao reparo podem ter maior risco de reoperações.
Após a cirurgia, é fundamental ter acompanhamento regular com o cardiologista, que pode monitorar a função da válvula através de exames como ecocardiogramas. Isso ajudará a identificar quaisquer alterações precoces que possam necessitar de intervenção.
Geralmente, após a cirurgia, é fundamental ter acompanhamento regular com o cardiologista, que pode monitorar a função da válvula através de exames como ecocardiogramas. Isso ajudará a identificar quaisquer alterações precoces que possam necessitar de intervenção. Geralmente, a maioria dos pacientes que se submetem à plastia mitral têm uma boa qualidade de vida e a maioria dos pacientes, especialmente aqueles com reparos bem-sucedidos, não apresenta necessidade de troca da válvula em longo prazo.
É importante discutir sua situação específica com seu cardiologista ou cirurgião cardíaco, que pode oferecer um prognóstico e guia para o acompanhamento mais detalhado.
Espero ter ajudado!
Drª Polyanna Nascimento.
CRM SP 194332
Embora muitas válvulas reparadas funcionem bem a longo prazo, pode haver uma porcentagem de pacientes que eventualmente necessitarão de reoperação. Isso pode ser causado por recidiva da insuficiência mitral, deterioração da válvula com o tempo ou outras complicações. A necessidade de troca da válvula não é a regra e ocorre em uma fração menor de pacientes.
A durabilidade do reparo mitral pode ser influenciada por fatores como a gravidade inicial da insuficiência mitral, a estrutura anatômica da válvula e a presença de doenças concomitantes. Pacientes com insuficiência mitral funcional ou significativa que não respondem bem ao reparo podem ter maior risco de reoperações.
Após a cirurgia, é fundamental ter acompanhamento regular com o cardiologista, que pode monitorar a função da válvula através de exames como ecocardiogramas. Isso ajudará a identificar quaisquer alterações precoces que possam necessitar de intervenção.
Geralmente, após a cirurgia, é fundamental ter acompanhamento regular com o cardiologista, que pode monitorar a função da válvula através de exames como ecocardiogramas. Isso ajudará a identificar quaisquer alterações precoces que possam necessitar de intervenção. Geralmente, a maioria dos pacientes que se submetem à plastia mitral têm uma boa qualidade de vida e a maioria dos pacientes, especialmente aqueles com reparos bem-sucedidos, não apresenta necessidade de troca da válvula em longo prazo.
É importante discutir sua situação específica com seu cardiologista ou cirurgião cardíaco, que pode oferecer um prognóstico e guia para o acompanhamento mais detalhado.
Espero ter ajudado!
Drª Polyanna Nascimento.
CRM SP 194332
Varia de paciente para paciente. Alguns pacientes precisam reoperar com quase 10 anos, outros com após 20 anos da primeira operação. A doença valvar reumática é uma doença crônica, que progride lentamente. É indispensável o acompanhamento regular com o cardiologista, que orientará o momento ideal para nova intervenção.
A plastia mitral, especialmente quando feita por comissurotomia (separação das comissuras valvares), tem o objetivo de preservar a válvula original e restaurar seu funcionamento normal — evitando a necessidade de uma prótese.
A durabilidade desse tipo de reparo depende muito da causa da doença e da anatomia da válvula:
- Quando o problema é reumático, o tecido pode voltar a se deformar com o tempo, e a durabilidade média costuma ser de 5 a 15 anos.
- Em casos degenerativos (como prolapso ou flail), o reparo pode durar muitas décadas, às vezes por toda a vida.
O importante é manter seguimento periódico com o cardiologista e ecocardiograma anual, para verificar se há:
- Reaparecimento de estenose (estreitamento);
- Refluxo (insuficiência) da válvula;
- Sinais de calcificação progressiva.
Mesmo que, em alguns casos, o reparo precise de reoperação no futuro, isso não significa que a plastia “falhou” — na verdade, ela adiou ou evitou a necessidade de uma troca valvar, preservando a estrutura e a função do coração por vários anos.
A durabilidade desse tipo de reparo depende muito da causa da doença e da anatomia da válvula:
- Quando o problema é reumático, o tecido pode voltar a se deformar com o tempo, e a durabilidade média costuma ser de 5 a 15 anos.
- Em casos degenerativos (como prolapso ou flail), o reparo pode durar muitas décadas, às vezes por toda a vida.
O importante é manter seguimento periódico com o cardiologista e ecocardiograma anual, para verificar se há:
- Reaparecimento de estenose (estreitamento);
- Refluxo (insuficiência) da válvula;
- Sinais de calcificação progressiva.
Mesmo que, em alguns casos, o reparo precise de reoperação no futuro, isso não significa que a plastia “falhou” — na verdade, ela adiou ou evitou a necessidade de uma troca valvar, preservando a estrutura e a função do coração por vários anos.
Depende da causa da doença - se é degenerativa ou reumática por exemplo; da técnica de correção empregada e expertise do cirurgião/cirurgiã e do bom controle da pressão arterial e da arritmia. A maioria dura em média 10 anos, mas, pode durar a vida toda em alguns pacientes.
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