Qual diminui mais a libido, Risperidona ou Latuda?
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Qual diminui mais a libido, Risperidona ou Latuda?
Nenhum dos dois necessariamente diminui a libido, mas ambos têm aproximadamente a mesma probabilidade de levar a este efeito colateral, dependendo da sensibilidade individual.
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Geralmente, o Latuda (Lurasidona) é mais favorável para função sexual e possui menos efeito na libído
A risperidona costuma diminuir mais a libido do que a lurasidona (Latuda®).
Isso acontece porque a risperidona tem maior chance de aumentar a prolactina (hormônio ligado à lactação). Quando a prolactina sobe, pode surgir baixa da libido, disfunção erétil, irregularidade menstrual e até galactorreia. Esse efeito é bem conhecido e relativamente frequente.
Já a lurasidona tem um impacto muito menor sobre a prolactina, e por isso tende a ser mais neutra em relação à função sexual. Ainda assim, qualquer antipsicótico pode, em algumas pessoas, influenciar desejo sexual de forma indireta (por sedação, ganho de peso, impacto no humor).
Resumindo: entre as duas, a risperidona é a que mais se associa à queda da libido.
Vale sempre discutir com seu psiquiatra, porque às vezes pequenos ajustes de dose, troca de medicação ou manejo de efeitos colaterais já trazem bastante melhora. Se quiser, podemos conversar em consulta para encontrar a opção que equilibre eficácia e qualidade de vida.
Isso acontece porque a risperidona tem maior chance de aumentar a prolactina (hormônio ligado à lactação). Quando a prolactina sobe, pode surgir baixa da libido, disfunção erétil, irregularidade menstrual e até galactorreia. Esse efeito é bem conhecido e relativamente frequente.
Já a lurasidona tem um impacto muito menor sobre a prolactina, e por isso tende a ser mais neutra em relação à função sexual. Ainda assim, qualquer antipsicótico pode, em algumas pessoas, influenciar desejo sexual de forma indireta (por sedação, ganho de peso, impacto no humor).
Resumindo: entre as duas, a risperidona é a que mais se associa à queda da libido.
Vale sempre discutir com seu psiquiatra, porque às vezes pequenos ajustes de dose, troca de medicação ou manejo de efeitos colaterais já trazem bastante melhora. Se quiser, podemos conversar em consulta para encontrar a opção que equilibre eficácia e qualidade de vida.
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