"Qual é a relação entre o processamento interoceptivo e a desregulação emocional em pacientes com tr
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"Qual é a relação entre o processamento interoceptivo e a desregulação emocional em pacientes com transtorno de personalidade borderline (TPB), considerando seus correlatos neurocognitivos?"
No TPB, a relação entre processamento interoceptivo e desregulação emocional é entendida como uma interação entre hipersensibilidade a sinais corporais e dificuldades de regulação top-down dessas informações.
Em termos neurocognitivos:
O sistema de interocepção (especialmente envolvendo a ínsula) tende a apresentar maior reatividade, fazendo com que sinais corporais sejam percebidos com intensidade aumentada.
Há menor modulação regulatória de áreas do córtex pré-frontal, que normalmente ajudariam a reinterpretar e contextualizar essas sensações.
Isso favorece uma integração menos eficiente entre estado corporal, avaliação cognitiva e resposta emocional.
Como resultado, pequenas alterações fisiológicas podem ser interpretadas como sinais de ameaça emocional, contribuindo para escalada rápida de afetos negativos, impulsividade e instabilidade emocional, características centrais do TPB.
Em termos neurocognitivos:
O sistema de interocepção (especialmente envolvendo a ínsula) tende a apresentar maior reatividade, fazendo com que sinais corporais sejam percebidos com intensidade aumentada.
Há menor modulação regulatória de áreas do córtex pré-frontal, que normalmente ajudariam a reinterpretar e contextualizar essas sensações.
Isso favorece uma integração menos eficiente entre estado corporal, avaliação cognitiva e resposta emocional.
Como resultado, pequenas alterações fisiológicas podem ser interpretadas como sinais de ameaça emocional, contribuindo para escalada rápida de afetos negativos, impulsividade e instabilidade emocional, características centrais do TPB.
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