Queria emagrecer, tomo remédios psiquiátricos que me causam muita ansiedade, o que fazer?
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Queria emagrecer, tomo remédios psiquiátricos que me causam muita ansiedade, o que fazer?
Olá, tudo bem? Quais medicamentos você faz uso e por quê? Medicamentos bem prescritos raramente causam ansiedade. Para emagrecer precisa ter uma atenção multifatorial, ou seja, não pensar somente em medicamentos, mas em hábitos de vida, dieta, treinamento físico e etc. Agende uma consulta com um bom profissional te ajudar nesse processo! Boa sorte
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É possível emagrecer mesmo em uso das medicações psiquiatricas, hoje em dia, existe medicações que possui baixo risco de ganho de peso, o ideal é controlar seu sintomas de ansiedade, pois a ansiedade em geral gera uma compulsão ou aumento do apetite importante, que faz com que coma mais do que deveria, assim que normalizar a ansiedade tende a comer menor, e conseguir mais gastar do que comer, e consequentemente perda de peso. Basicamente, as medicações psiquiatricas elas estão aí para ajudar se está gerando ansiedade, ou a dose está baixa ou o tratamento está inadequado. Procure ajuda, é possível melhorar!
Essa é uma situação delicada, mas bastante comum: você está em tratamento psiquiátrico, provavelmente com medicações que afetam o apetite, o metabolismo ou a sua relação emocional com a comida, e isso acaba dificultando o emagrecimento. Além disso, a ansiedade induzida por certos remédios ou pelo próprio transtorno pode gerar compulsão, comer por impulso, busca por alívio rápido, e uma sensação de descontrole que vai na contramão de qualquer plano alimentar.
O primeiro passo é conversar com o médico que prescreve seus remédios. É possível que ele ajuste as doses, substitua alguma medicação por outra com menor impacto no peso, ou associe algum estabilizador que reduza a ansiedade sem abrir tanto o apetite. Isso já pode fazer diferença. Vale lembrar que muitos medicamentos psiquiátricos, especialmente alguns antipsicóticos, antidepressivos tricíclicos ou estabilizadores do humor, têm potencial de causar ganho de peso, mas **isso varia muito de pessoa pra pessoa**, e às vezes é possível manter o mesmo tratamento com medidas compensatórias.
Em paralelo, trabalhar o emagrecimento como um processo mais amplo — e não só baseado em “fechar a boca” — ajuda muito. Envolve regular o sono, tentar manter horários para comer, reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados que aumentam ainda mais a ansiedade e o desejo por açúcar, e, se possível, incluir alguma atividade física leve, mesmo que seja só uma caminhada curta. Isso regula neurotransmissores e dá sensação de mais controle sobre o corpo e a rotina.
Se a ansiedade está tão alta a ponto de desorganizar sua alimentação, vale pensar também em incluir psicoterapia com foco em comportamento alimentar, ou com estratégias como mindfulness e autorregulação emocional. Comer por ansiedade não é sobre força de vontade — é sobre aprender a escutar o corpo e se antecipar aos gatilhos.
Em alguns casos muito bem selecionados, quando há sobrepeso importante ou obesidade, e o ganho de peso está prejudicando a adesão ao tratamento psiquiátrico, o médico pode considerar associar medicamentos que auxiliem no controle de apetite, como a bupropiona associada à naltrexona, ou até usar a liraglutida ou semaglutida, sempre com indicação formal e acompanhamento de perto.
O mais importante: não tente fazer dietas restritivas por conta própria nem parar os remédios achando que isso vai resolver. A pior combinação para o cérebro e o corpo é desestabilizar o tratamento em busca de um emagrecimento imediato. Com um plano individualizado e um olhar cuidadoso para os dois lados — saúde mental e bem-estar físico — é sim possível emagrecer de forma saudável mesmo tomando medicações psiquiátricas. Você não está sozinha nessa. Tem caminho possível.
O primeiro passo é conversar com o médico que prescreve seus remédios. É possível que ele ajuste as doses, substitua alguma medicação por outra com menor impacto no peso, ou associe algum estabilizador que reduza a ansiedade sem abrir tanto o apetite. Isso já pode fazer diferença. Vale lembrar que muitos medicamentos psiquiátricos, especialmente alguns antipsicóticos, antidepressivos tricíclicos ou estabilizadores do humor, têm potencial de causar ganho de peso, mas **isso varia muito de pessoa pra pessoa**, e às vezes é possível manter o mesmo tratamento com medidas compensatórias.
Em paralelo, trabalhar o emagrecimento como um processo mais amplo — e não só baseado em “fechar a boca” — ajuda muito. Envolve regular o sono, tentar manter horários para comer, reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados que aumentam ainda mais a ansiedade e o desejo por açúcar, e, se possível, incluir alguma atividade física leve, mesmo que seja só uma caminhada curta. Isso regula neurotransmissores e dá sensação de mais controle sobre o corpo e a rotina.
Se a ansiedade está tão alta a ponto de desorganizar sua alimentação, vale pensar também em incluir psicoterapia com foco em comportamento alimentar, ou com estratégias como mindfulness e autorregulação emocional. Comer por ansiedade não é sobre força de vontade — é sobre aprender a escutar o corpo e se antecipar aos gatilhos.
Em alguns casos muito bem selecionados, quando há sobrepeso importante ou obesidade, e o ganho de peso está prejudicando a adesão ao tratamento psiquiátrico, o médico pode considerar associar medicamentos que auxiliem no controle de apetite, como a bupropiona associada à naltrexona, ou até usar a liraglutida ou semaglutida, sempre com indicação formal e acompanhamento de perto.
O mais importante: não tente fazer dietas restritivas por conta própria nem parar os remédios achando que isso vai resolver. A pior combinação para o cérebro e o corpo é desestabilizar o tratamento em busca de um emagrecimento imediato. Com um plano individualizado e um olhar cuidadoso para os dois lados — saúde mental e bem-estar físico — é sim possível emagrecer de forma saudável mesmo tomando medicações psiquiátricas. Você não está sozinha nessa. Tem caminho possível.
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