Sempre fui uma pessoa tímida e reservada, ao entrar para o mundo corporativo me deparei com situaçõe
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Sempre fui uma pessoa tímida e reservada, ao entrar para o mundo corporativo me deparei com situações desconfortáveis. Um simples almoço em grupo me deixava nervosa e tensa, eu sentia meu rosto queimar, mal conseguia pegar na colher sem tremer, muitas das minhas interações sociais me dão nervoso, não consigo ficar em um ambiente com muita gente me causa desconforto, quando o assunto não sou eu eu fico tranquila, mas quando se direcionam a mim eu fico nervosa, sem graça e envergonhada e estranhamente sinto vontade de chorar e sair correndo, queria saber se isso seria um possível quadro de ansiedade social e porque quando estou interagindo com alguém e eles brincam comigo e eu fico sem graça e sinto vontade de chorar? Fico mal com isso por que não entendo o porquê....
Recomendo fazer terapia psicológica, que serve para promover a saúde mental, o autoconhecimento e o bem-estar emocional, auxiliando no tratamento de transtornos (ansiedade etc.), superação de traumas e na resolução de conflitos pessoais ou relacionais. Ela utiliza técnicas baseadas na ciência para modificar padrões de comportamento, melhorar a inteligência emocional e aumentar a qualidade de vida.
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Olá, boa tarde.
O que você descreve é compatível com um quadro de ansiedade social, especialmente pela combinação de medo intenso de exposição, reações físicas marcantes, forte desconforto quando a atenção se volta para você e desejo de escapar da situação. Entretanto para um diagnóstico mais eficaz, é necessário realizar a avaliação psicológica. Na psicologia baseada em evidências, isso não é entendido como fraqueza ou timidez excessiva, mas como um padrão de ansiedade aprendido e mantido por processos cognitivos e fisiológicos bem conhecidos.
Na ansiedade social, o sistema de ameaça é ativado quando a pessoa se percebe avaliada. O corpo reage com rubor facial, tremor, tensão, taquicardia e sensação de “perda de controle”, mesmo sem um perigo real. Ao mesmo tempo, ocorre um foco atencional excessivo em si mesma, com pensamentos automáticos do tipo “estão me observando”, “vou parecer ridícula” ou “vou estragar o momento”. Isso aumenta ainda mais o nervosismo.
A vontade de chorar diante de brincadeiras ou comentários direcionados a você costuma estar relacionada a vergonha intensa e medo de humilhação, não necessariamente à brincadeira em si. Meta-análises mostram que pessoas com ansiedade social interpretam interações ambíguas de forma mais ameaçadora e têm maior sensibilidade à invalidação ou à possibilidade de julgamento, o que gera uma resposta emocional desproporcional e confusa para quem vivencia.
É significativo que você se sinta tranquila quando o foco não está em você. Isso ajuda a diferenciar ansiedade social de traços de personalidade ou falta de habilidade social. O problema não é interagir, mas ser vista, avaliada ou exposta.
A Terapia Cognitivo-Comportamental é considerada tratamento de primeira linha para ansiedade social, com forte respaldo da APA e de revisões sistemáticas da Cochrane. O trabalho envolve psicoeducação, identificação e flexibilização de pensamentos automáticos, redução de comportamentos de segurança e exposições graduais, sempre respeitando o ritmo da pessoa. Com tratamento adequado, a redução do sofrimento costuma ser significativa.
Buscar ajuda psicológica é indicado quando esse padrão começa a limitar sua vida, gerar sofrimento recorrente ou afetar o trabalho e os relacionamentos, como você descreve.
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
O que você descreve é compatível com um quadro de ansiedade social, especialmente pela combinação de medo intenso de exposição, reações físicas marcantes, forte desconforto quando a atenção se volta para você e desejo de escapar da situação. Entretanto para um diagnóstico mais eficaz, é necessário realizar a avaliação psicológica. Na psicologia baseada em evidências, isso não é entendido como fraqueza ou timidez excessiva, mas como um padrão de ansiedade aprendido e mantido por processos cognitivos e fisiológicos bem conhecidos.
Na ansiedade social, o sistema de ameaça é ativado quando a pessoa se percebe avaliada. O corpo reage com rubor facial, tremor, tensão, taquicardia e sensação de “perda de controle”, mesmo sem um perigo real. Ao mesmo tempo, ocorre um foco atencional excessivo em si mesma, com pensamentos automáticos do tipo “estão me observando”, “vou parecer ridícula” ou “vou estragar o momento”. Isso aumenta ainda mais o nervosismo.
A vontade de chorar diante de brincadeiras ou comentários direcionados a você costuma estar relacionada a vergonha intensa e medo de humilhação, não necessariamente à brincadeira em si. Meta-análises mostram que pessoas com ansiedade social interpretam interações ambíguas de forma mais ameaçadora e têm maior sensibilidade à invalidação ou à possibilidade de julgamento, o que gera uma resposta emocional desproporcional e confusa para quem vivencia.
É significativo que você se sinta tranquila quando o foco não está em você. Isso ajuda a diferenciar ansiedade social de traços de personalidade ou falta de habilidade social. O problema não é interagir, mas ser vista, avaliada ou exposta.
A Terapia Cognitivo-Comportamental é considerada tratamento de primeira linha para ansiedade social, com forte respaldo da APA e de revisões sistemáticas da Cochrane. O trabalho envolve psicoeducação, identificação e flexibilização de pensamentos automáticos, redução de comportamentos de segurança e exposições graduais, sempre respeitando o ritmo da pessoa. Com tratamento adequado, a redução do sofrimento costuma ser significativa.
Buscar ajuda psicológica é indicado quando esse padrão começa a limitar sua vida, gerar sofrimento recorrente ou afetar o trabalho e os relacionamentos, como você descreve.
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
Olá, boa tarde.
É complicado atribuir a somente um possível diagnóstico, mas realmente há a possibilidade de ser fobia social.
O choro é uma sinalização de que você esteja desconfortável. Dependendo de caso para caso a ansiedade pode ser muito forte e é normal que nossas emoções transbordem para fora de nossa psicologia. Eu mesmo em situações de muita raiva também choro.
Infelizmente o sofrimento gerado por esses eventos sociais deve ser grande e o choro vem. Não se sinta mal por chorar, pois já deve ter permitido que as pessoas respeitassem melhor seu espaço. O real vilão, aquele que te gera o sofrimento, dessa situação é sua ansiedade social. Recomendo que busque tratamento dessa questão. Seu sofrimento pode diminuir!
É complicado atribuir a somente um possível diagnóstico, mas realmente há a possibilidade de ser fobia social.
O choro é uma sinalização de que você esteja desconfortável. Dependendo de caso para caso a ansiedade pode ser muito forte e é normal que nossas emoções transbordem para fora de nossa psicologia. Eu mesmo em situações de muita raiva também choro.
Infelizmente o sofrimento gerado por esses eventos sociais deve ser grande e o choro vem. Não se sinta mal por chorar, pois já deve ter permitido que as pessoas respeitassem melhor seu espaço. O real vilão, aquele que te gera o sofrimento, dessa situação é sua ansiedade social. Recomendo que busque tratamento dessa questão. Seu sofrimento pode diminuir!
O que você descreve é compatível, sim, com um quadro de ansiedade social, especialmente quando há medo intenso de exposição, vergonha, reações físicas visíveis (rubor, tremor), vontade de fugir e sofrimento desproporcional em situações sociais. Isso não é timidez comum. Na ansiedade social, o sistema nervoso entra em modo de ameaça quando a atenção se volta para você, como se estivesse sendo avaliada ou julgada.
O desejo de chorar quando fazem brincadeiras ou quando o foco vai para você costuma estar ligado a hipersensibilidade à exposição, experiências passadas de constrangimento e autocrítica intensa. O corpo reage antes da mente: ativa vergonha, tensão e impulso de fuga. Não é fraqueza- é desregulação emocional.
A psicoterapia para ansiedade social ajuda a compreender esses gatilhos, trabalhar a autoestima, regular o sistema nervoso e desenvolver segurança emocional para interações sociais, sem forçar extroversão ou apagar quem você é.
Se situações sociais têm limitado sua vida profissional e emocional, posso te acompanhar em psicoterapia com acolhimento e profundidade para reduzir a ansiedade, fortalecer sua confiança e permitir que você se expresse com mais tranquilidade. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
O desejo de chorar quando fazem brincadeiras ou quando o foco vai para você costuma estar ligado a hipersensibilidade à exposição, experiências passadas de constrangimento e autocrítica intensa. O corpo reage antes da mente: ativa vergonha, tensão e impulso de fuga. Não é fraqueza- é desregulação emocional.
A psicoterapia para ansiedade social ajuda a compreender esses gatilhos, trabalhar a autoestima, regular o sistema nervoso e desenvolver segurança emocional para interações sociais, sem forçar extroversão ou apagar quem você é.
Se situações sociais têm limitado sua vida profissional e emocional, posso te acompanhar em psicoterapia com acolhimento e profundidade para reduzir a ansiedade, fortalecer sua confiança e permitir que você se expresse com mais tranquilidade. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
O que você descreve pode, sim, estar relacionado à ansiedade social, especialmente quando situações de exposição ou foco em você despertam reações físicas intensas e vontade de se afastar.
Essas respostas costumam ter ligação com medo de julgamento, vergonha ou experiências emocionais antigas que ficam reativadas no contato social. A psicoterapia ajuda a compreender a origem dessas reações e a lidar com elas de forma mais segura e menos sofrida.
Essas respostas costumam ter ligação com medo de julgamento, vergonha ou experiências emocionais antigas que ficam reativadas no contato social. A psicoterapia ajuda a compreender a origem dessas reações e a lidar com elas de forma mais segura e menos sofrida.
Olá, que situação difícil, e você tem toda razão em buscar ajuda, pois está vivendo um conflito muito claro. O sofrimento não parece suportável e, ao mesmo tempo, você quer trabalhar, só que essas situações não são nada fáceis de evitar nos ambientes de trabalho — e não apenas no mundo corporativo.
Sim, parece muito envolver uma ansiedade relacionada a dificuldades na socialização. Ou seja, a ansiedade nessa forma mais generalizada ocorre em razões de problemas que existem primeiro. As dificuldades podem ser inúmeras e muito diferentes, por isso precisa dos profissionais que avaliem sua situação.
Uma das primeiras perguntas que eu te faria, para uma primeira intervenção, é como você avalia a possibilidade de ter suporte imediato de alguém confiável no seu grupo de trabalho, ou qualquer pessoa que possa ajudar a tirar de você esse foco coletivo que ainda te gera tanto estresse quando ocorre. Isso é real, não é nenhuma frescura. Você pode e, se puder, até deve se posicionar quanto a isso.
Os outros estão brincando porque estão confortáveis, mas você não está. Imagine se eles estivessem sentados em espinhos afiados, será que estariam brincando do mesmo jeito, sentados na mesa do almoço?
Desejo sucesso na sua busca por ajuda profissional, e recomendo sim uma atenção psicológica, e perseverança no tratamento para que os profissionais envolvidos te acompanhem devidamente e cheguem a uma boa avaliação do seu principal problema. Lembre-se que a última coisa que você precisa no momento é se culpar.
Sim, parece muito envolver uma ansiedade relacionada a dificuldades na socialização. Ou seja, a ansiedade nessa forma mais generalizada ocorre em razões de problemas que existem primeiro. As dificuldades podem ser inúmeras e muito diferentes, por isso precisa dos profissionais que avaliem sua situação.
Uma das primeiras perguntas que eu te faria, para uma primeira intervenção, é como você avalia a possibilidade de ter suporte imediato de alguém confiável no seu grupo de trabalho, ou qualquer pessoa que possa ajudar a tirar de você esse foco coletivo que ainda te gera tanto estresse quando ocorre. Isso é real, não é nenhuma frescura. Você pode e, se puder, até deve se posicionar quanto a isso.
Os outros estão brincando porque estão confortáveis, mas você não está. Imagine se eles estivessem sentados em espinhos afiados, será que estariam brincando do mesmo jeito, sentados na mesa do almoço?
Desejo sucesso na sua busca por ajuda profissional, e recomendo sim uma atenção psicológica, e perseverança no tratamento para que os profissionais envolvidos te acompanhem devidamente e cheguem a uma boa avaliação do seu principal problema. Lembre-se que a última coisa que você precisa no momento é se culpar.
Olá paciente, como vai? Quadros de ansiedade social ou desconforto social são comuns, você não está sozinha nessas sensações de vergonha e nervosismo. Mais pessoas sofrem como você e muitas outras foram auxiliadas com a terapia. Felizmente, seu problema pode ser solucionado com ajuda das técnicas da terapia cognitiva comportamental.
Sobre sua dúvida quanto a razão destas sensações, a ansiedade social é causada por fatores diversos. Não existe só uma causa, mas um conjunto de causas que atuando junto causam este transtorno. As causas são variadas, podendo ser desde fatores biológicos, como tendência bioquímica do seu cérebro a ansiedade, até diversos fatores sociais, como traumas e aprendizados ao longo de sua vida.
Independentemente da causa, podemos abordar tais problemas e tornar sua vida melhor com auxilio da terapia e acompanhamento psicológico.
Entre em contato comigo, a psicologia pode e vai te ajudar. Boa sorte em sua jornada.
Sobre sua dúvida quanto a razão destas sensações, a ansiedade social é causada por fatores diversos. Não existe só uma causa, mas um conjunto de causas que atuando junto causam este transtorno. As causas são variadas, podendo ser desde fatores biológicos, como tendência bioquímica do seu cérebro a ansiedade, até diversos fatores sociais, como traumas e aprendizados ao longo de sua vida.
Independentemente da causa, podemos abordar tais problemas e tornar sua vida melhor com auxilio da terapia e acompanhamento psicológico.
Entre em contato comigo, a psicologia pode e vai te ajudar. Boa sorte em sua jornada.
Olá, tudo bem? O que você descreve é característico de ansiedade social, contudo outras questões também são possíveis. Contudo, o mais importante é que você está sentindo emoções negativas intensas, e que essas estão diminuindo a sua qualidade de vida. Portanto, é importante que você busque um tratamento psicológico, para que você possa entender em mais detalhes o porque de você se sentir tão mal nesses ambiente e, ainda mais importante, parra que você aprenda a se sentir diferentes nesses ambientes. Caso você tenha interesse em tentar o processo, me envie uma mensagem para conversarmos sobre.
Olá! O que você descreve é bem compatível com ansiedade social. Não é só timidez: é quando situações sociais, principalmente quando a atenção se volta para você, ativam um medo intenso de julgamento ou de fazer algo “errado”. Seu corpo reage como se estivesse em perigo, por isso vêm sintomas como rosto quente, tremor, tensão e vontade de sair dali. Quando brincam com você e dá vontade de chorar, geralmente não é “fraqueza”, e sim uma sobrecarga emocional. A ansiedade fica tão alta que o sistema emocional transborda, e o choro aparece como reação ao constrangimento, à vergonha ou ao medo de estar sendo exposta. Muitas vezes há pensamentos rápidos por trás, como “estão me avaliando”, “vou parecer boba” ou “não sei como reagir”. A boa notícia é que isso tem tratamento. A psicoterapia, especialmente a TCC, ajuda a entender esses pensamentos automáticos, reduzir o medo de julgamento e treinar habilidades para se sentir mais segura nas interações. Você não é estranha por se sentir assim — seu corpo só está reagindo com alarme alto demais, e isso pode ser ajustado com ajuda.
Sim, pelo que você descreve, parece muito compatível com um quadro de ansiedade social. Essas reações físicas e emocionais que aparecem em situações de exposição, como tremor, rosto queimando, nervosismo intenso e vontade de sair do ambiente, são comuns quando existe um medo forte do julgamento ou da atenção voltada para você. Essa vontade de chorar, quando alguém brinca ou direciona algo a você, pode ter relação com a sensação de vergonha, vulnerabilidade ou até com experiências anteriores que fizeram essas interações parecerem ameaçadoras. O mais importante é entender que isso não é “frescura” e nem falta de capacidade, mas algo que pode causar sofrimento e acabar prejudicando sua qualidade de vida e suas relações. Por isso, buscar ajuda psicológica pode ser muito importante, para compreender melhor o que está por trás disso e construir formas mais seguras e saudáveis de lidar com essas situações.
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